domingo, 2 de novembro de 2014

Com as barbas de molho

Crise de água no Sudeste pode sobrar pra gente. A Light já admite insuficiência de energia em 2015

Não é de hoje que venho alertando sobre alguns flancos vulneráveis em nossa Península. Assusta-me ver que alguns prédios tão modernos nada dispõem para prevenir consequências de apagões e até mesmo para fazer um reaproveitamento efetivo das águas das chuvas. O que mais me preocupa é a inexistência de geradores de emergência que religuem os elevadores no caso de apagão.

 E não sou o único preocupado. Segundo o Blogspot,  a reportagem de maior número de acessos até hoje no CORREIO é a GERADOR, NÃO PRÁ NÃO TER, publicada em 26 de fevereiro de 2014, hoje com 106.792 visualizações. A segunda colocada - Fui assaltada, por favor me ajude - teve 70.481 visualizações. A terceira - Pra gente ler e refletir, teve 47.998.
CLIQUE NA IMAGEM PARA VÊ-LA MAIOR
Alguns condomínios até estão vendo alternativas para a implantação dos geradores, mas ainda persiste em pelo menos em um grupo a opinião de que foi mais urgente gastar R$ 600 mil com a troca de 15 equipamentos da academia, que tem 5 anos, do que dar prioridade à medida, até por que há quem afirme que os apagões só acontecem aqui muito raramente.

Os dados sobre a crise hídrica no Sudeste, que não é apenas de São Paulo, começam a vir à tona agora, depois das eleições.  O governador Geraldo Alckmin, que tem a responsabilidade de dar resposta para a falta d'água no Estado mais rico do país, não quer nem saber de diferenças políticas. Aceitou a oferta de colaboração da presidente Dilma Rousseff e mandou fazer (ou desengavetar) projetos para minimizar a crise, em meio ao agravamento da situação dos reservatórios.

Só que o projeto dele pode nos afetar, pois envolve a bacia do Rio Paraíba e o sistema de produção de energia elétrica no Estado do Rio.

Alckmin cobrou que a ANA (Agência Nacional das Águas) acione o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) para priorizar o abastecimento humano na bacia hidrográfica à qual pertence a represa paulista de Jaguari.

Segundo Alckmin, a ANA deve frear a utilização de um volume de 160 m³/s de água do Paraíba do Sul na usina hidrelétrica de Santa Cecília, unidade da Light em Barra do Piraí (RJ).

— Quando se verifica a retirada em Santa Cecília, são 160 m³/s. Para a Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgotos - do Rio de Janeiro - para abastecimento humano) são 45 m³/s.

O governador Luiz Fernando Pezão reagiu na sexta-feira contra a proposta do governador Alckmin, que tenta desviar para o sistema Cantareira águas da bacia do rio Paraíba do Sul para remedir a crise da água em SP. "É claro que isso nos preocupa. O que prejudica o Paraíba prejudica o Rio", afirmou ao  ameaçar levar a disputa a Brasília. "São Paulo não pode tomar decisões unilaterais. Ele sabe disso", afirmou.

A crise da água não se resume num conflito com São Paulo. No Estado do Rio já temos péssimas notícias e o reconhecimento da Light de que haverá insuficiência de energia no Estado em 2015, conforme reportagem do jornal O DIA, sob o título "Seca do Paraíba do Sul pode causar apagões no Estado".

Além do desabastecimento na maioria das 37 cidades que captam água diretamente do manancial nos estados do Rio, de São Paulo e Minas Gerais, o colapso do sistema afeta em cheio a geração de energia elétrica e pode causar surtos de doenças provocadas pelo consumo de água de poços artesianos contaminados, alternativa que virou febre, como na Baixada Fluminense e na Zona Oeste.

A estiagem que castiga a Bacia do Rio Paraíba do Sul, responsável pelo abastecimento de 14 milhões de pessoas, tende a se agravar. Mas já deixou a Represa do Funil, em Itatiaia, no Sul Fluminense, operando com 10% de sua capacidade de geração de energia — o segundo pior índice desde que entrou em atividade, em 1969. 

Além do desabastecimento na maioria das 37 cidades que captam água diretamente do manancial nos estados do Rio, de São Paulo e Minas Gerais, o colapso do sistema afeta em cheio a geração de energia elétrica e pode causar surtos de doenças provocadas pelo consumo de água de poços artesianos contaminados, alternativa que virou febre, como na Baixada Fluminense e na Zona Oeste.

Em abril, relatório do Operador Nacional do Sistema Elétrico já havia adiantado que a bacia corre o risco de praticamente secar até o final do ano, caso não chova o suficiente, alcançando o negativo recorde de 1,8% de sua capacidade. Hoje, está na casa de 5%. David Zylbersztajn, do conselho de administração da Light e sócio-diretor da DZ Negócios com Energia, já admitiu que o sistema elétrico brasileiro não terá energia suficiente em 2015.  

As notícias ruins cruzam no espaço e eu já pus minhas barbas de molho. Isso, no entanto, não resolve. Já que a Assape não está nem aí para esse espectro que nos ronda, sugiro que cada um debate em seu condomínio como se preparar para o pior, se os apagões repetirem 2001. Lembra?

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Assaltos no sinal do Barra Shopping


Quarta-feira passada, recebi mensagem da produtora Carolina Lomelino Guimarães com o seguinte teor: 

"Pedro. Boa Noite. Sou produtora da TV Globo e estamos fazendo uma matéria sobre a violência no entorno da Península.Cheguei ao seu site pois estou precisando do contato de moradores e síndicos".

Preocupado com uma repercussão negativa de uma matéria dessas num grande veículo de massas (não é o caso do CORREIO DA PENÍNSULA). sugeri que ela procurasse a Assape, fornecendo seu telefone. Vi que uma moradora já havia postado a a respeito no "Reais Amigos", propondo que os vizinhos colaborassem.

Hoje vi a matéria e observei que ELA FICOU NA MEDIDA CERTA, pois fez referência especificamente ao sinal do Barra Shopping. Clique na foto e veja  o que saiu no RJ-TV do meio dia, hoje.


domingo, 12 de outubro de 2014

Bancos apertam crédito imobiliário

Negócios desfeitos: no país, cresce o número de devoluções de imóveis comprados na planta

Na maior parte dos distratos, clientes não conseguem obter crédito bancário para a quitação

por


O número de rescisões de contratos de imóveis comprados na planta cresceu 40% no país, no segundo trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2013. O dado foi obtido a partir do balanço das 14 empresas do setor listadas na Bolsa de Valores. Em alguns casos, o aumento no volume de distratos chegou a 60%. Segundo as construtoras, o cenário macroeconômico desfavorável pesou: os bancos estariam mais rígidos na concessão de crédito na entrega das chaves. Mas, para alguns especialistas, a responsabilidade é das próprias construtoras, que, para vender suas unidades, seriam rigorosas de menos.

O distrato costuma ocorrer na entrega do imóvel, quando ele está pronto para ser habitado. Nessa negociação, normalmente o cliente paga à construtora de 20% a 30% do valor do negócio durante a obra. E faz a quitação quando a construção é finalizada, através de financiamento bancário. Mas, se o comprador não consegue o crédito no banco, muitas vezes, desiste da compra.

REVENDA SENDO FEITA RAPIDAMENTE

Vice-presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin afirma que calhou de, num momento em que o mercado imobiliário apresenta uma grande demanda por financiamento, os bancos estarem mais seletivos na análise de crédito:

— Após o boom de 2007, tivemos a paralisação do mercado no segundo semestre de 2008 e em todo 2009, mas retomamos o ritmo em 2010 e 2011. Assim, muitas unidades que foram vendidas naquela época estão sendo entregues agora. Os bancos certamente não confirmarão que estão mais restritivos, pois isso seria antipropaganda, mas na prática é isso que estamos sentindo.

A mineira MRV Engenharia, que atua principalmente no mercado de imóveis econômicos, registrou alta de 24,6% no número de negócios desfeitos no primeiro semestre de 2014, ante o mesmo período de 2013. Foram 6.134 imóveis devolvidos, num total de R$ 740,2 milhões. O presidente da MRV, Rafael Menin, confirma que esse percentual está acima da média histórica, mas garante que isso não é problema, já que a revenda está acontecendo rapidamente:

— Existem no Brasil dois mercados: o de imóveis econômicos, que está aquecido e saudável, e o de média/alta renda, com vendas um pouco mais paradas. Mas as empresas deste segundo segmento têm trabalhado com um percentual de pagamento maior na fase de obras e menor após a entrega das chaves, quer dizer, fazendo uma venda mais conservadora, com menor chance de distratos. Porque, apesar da inadimplência baixíssima, os bancos ficaram mais restritivos do ano passado para cá.

CONSTRUTORAS POUCO RIGOROSAS

Para o presidente do Comitê de Habitação da OAB/SP, Marcelo Tapai, em geral, as construtoras são responsáveis, já que não fazem uma análise de risco de crédito do cliente minuciosa para saber se ele terá renda para financiar o saldo devedor, que ficará maior.
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— O principal motivo da desistência está na incapacidade financeira do cliente de levar o negócio adiante, em virtude da correção que o preço do imóvel sofre ao longo do tempo. Mas tal incapacidade deveria ser observada pelas construtoras no momento da compra. Afinal, o saldo devedor, durante toda a construção, é corrigido pelo INCC — alerta o especialista em direito imobiliário.

O designer gráfico Renato Nogueira teve seu financiamento negado pela Caixa na hora da entrega das chaves de um imóvel de R$ 158 mil, no município de Cajamar (SP), que havia adquirido num empreendimento da Brookfield.

— Comprei o imóvel há cerca de dois anos, faltando seis meses para a entrega. Já tinha pago R$ 37 mil. Com a recusa do financiamento, tive que desistir da compra — conta Nogueira, que está questionando na Justiça a multa cobrada, de cerca de 70% do montante pago.

A Brookfield Incorporações, que registrou aumento de 63,7% no número de rescisões entre os primeiros semestres de 2013 e de 2014 (de 1.254 a 2.053), está em processo de fechamento de capital e optou por não falar sobre negócios. Quanto ao processo de Nogueira, a empresa diz que “(...) foi informado com clareza ao cliente, por ocasião da compra, todos os termos e condições da aquisição da unidade, em especial no que se refere ao distrato e à participação da imobiliária e dos corretores”.

CRÉDITO PASSOU A SER ANALISADO, DIZ ADEMI

O vice-presidente da Ademi, Claudio Hermolin, afirma que, hoje, diferentemente do passado, as construtoras fazem a análise de risco de crédito na venda de imóvel.
— Se você ia a um estande de vendas em 2009, 2010, era comum que sequer pedissem comprovação de renda. Bastava o interessado informar seus rendimentos. Mas, agora, as construtoras já incluíram uma análise de risco de crédito. É claro que é uma análise preventiva, já que a vida financeira do cliente pode mudar muito em três anos, mas se hoje o cliente já demonstra que não vai ter capacidade financeira para assumir tal dívida dali a três anos, ele é reprovado — diz Hermolin, que está à frente da construtora e incorporadora PDG no Rio de Janeiro.

No balanço da PDG do segundo trimestre de 2014, não é informado o total de negócios desfeitos. Diz apenas que “a maior parte dos distratos, 83%, continua ocorrendo por perfil de crédito e renda, e não por desistência do cliente". Segundo Hermolin, como a PDG está recuando em diversas praças do país — a construtora já atuou em 57 cidades e hoje está em pouco mais de 20 — o número de rescisões é alto e esse dado não é informado, pois “seria distorcido".

O analista de sistemas Denis Polastri comprou, em abril de 2012, um imóvel da construtora MBigucci, em São Paulo, no valor de R$ 325 mil, com previsão de entrega em fevereiro de 2016. Cinco meses depois, já tendo pago R$ 32,5 mil, ele e a mulher se separaram, e ele procurou a construtora para fazer o distrato. No documento de baixa do contrato, diz Polastri, constava que o valor da devolução a que tinha direito era de R$ 848:

— Fui buscar informações e entrei na Justiça. O juiz já deu a sentença, determinando que a construtora me devolva 90% do que paguei, corrigido, mas a empresa entrou com recurso e ainda estamos nesta pendenga judicial.

A MBigucci informa que “(...) quando ocorre (o distrato), efetua a devolução dos valores pagos, conforme entendimento jurisprudencial".

O advogado Marcelo Tapai lembra que, mesmo que o contrato preveja devolução ínfima dos valores em caso de rescisão, os direitos do comprador são amparados pelo Código de Defesa do Consumidor e há um montante a ser devolvido:

— O consumidor tem o direito de desistir do negócio e receber de volta um percentual em torno de 90% de tudo o que pagou, corrigido monetariamente e pago em única parcela.

sábado, 4 de outubro de 2014

Fogo devasta matas logo ali

video
Estas imagens feitas às 6 e 40 da tarde deste sábado mostram que um incêndio de proporções assustadoras está devastando as matas por trás do Rio das Pedras.

Às 7 da noite, o fogo continuava se alastrando, formando uma faixa larga, sem qualquer sinal de que os bombeiros já estivessem no local.

Não é a primeira vez que aquela área é atingida pelas chamas que se espalham rapidamente.  E não se sabe de nada em caráter preventivo.


Aliás, esse tipo de comportamento omisso não é privilégio da favela. Aqui entre nós, onde já houve incêndios, não se sabe de qualquer medida nesse sentido.

(Para ver as imagens maiores clique no modo You tube)

sábado, 27 de setembro de 2014

Motoqueiros não chegaram a abordar moradora na Portaria 2, sustenta a Assape

Relógio das câmeras estava adiantado e o rastreamento não viu nem carro, nem moto, na primeira busca
               
                IMAGENS CEDIDAS PELA ASSAPE


Os motoqueiros que passaram pela cancela junto com o C3 prata da moradora do Smart na tarde do dia 22 não chegaram a  abordá-la.  É o que sustenta a Assape, com base em algumas imagens pinçadas das câmeras da Portaria 2. Essas imagens foram mostradas ao CORREIO DA PENÍNSULA pelo diretor-adjunto, Eduardo Brito, depois de encontradas registrando um adiantamento em seu relógio de quase duas horas.

O vídeo que vimos havia sido extraído depois de uma demorada busca e repassado para um arquivo menor. Um dia após o incidente, a Assape não havia achado imagem nenhuma, porque fizera o rastreamento na faixa de 4 a 5 da tarde, conforme relato da moradora, publicado aqui. O diretor-adjunto chegou a nos informar da busca infrutífera.

Passamos a informação para a moradora e seu marido e estes se mostraram indignados e ofendidos. Efetivamente ela passara pela cancela por volta das 4 e 15 da tarde e esta comentou por e-mail

"Na boa, eu não vou me desgastar com isso, meu intuito era alertar os moradores, acho o fim da picada falarem que eu nem passei por lá. Isto mostra o quão efetiva é a câmera de segurança".

Já à noite, o diretor-adjunto comunicou ter encontrado as imagens, mas com registro das 18h03m.  Disse que isso aconteceu porque o relógio do sistema de monitoração estava adiantado.

Fomos até a Assape no dia 24 e vimos dois arquivos. Num deles, o motoqueiro da frente olhava fixamente para a sua direita, onde devia estar passando o carro conduzido pela moradora. Não prestamos atenção no indicativo da hora e não podemos fazer qualquer suposição se as imagens fora editadas, suprimindo algum lance.

Pedimos que aquela sequência nos fosse enviada, especialmente a foto em que o motoqueiro olha para a direta e está mais próximo da passagem de moradores.  Recebemos duas fotos, em que não há sinais de abordagem.

Cobramos a tal foto com o motoqueiro olhando para a direita, mas o diretor-adjunto da Assape disse que foi aconselhado a pedir orientação ao Jurídico, a fim de evitar problema pela identificação dos motoqueiros. No caso de não serem assaltantes, eles poderiam entrar com processo contra a Assape.

Das duas fotos disponibilizadas, que publicamos aqui, uma mostra a placa traseira da moto, quando acionavam a catraca de visitantes, mas a resolução é baixa e não permite identificá-la. A outra, 13 segundos depois, mostra a moto a uns 20 metros do carro. Na primeira, ambos estavam parados diante de cancelas ainda fechadas.

Ainda bastante chocada, a moradora que denunciou o que teria sofrido uma tentativa de assalto não quis mais se manifestar. E a Assape mantém a posição de que a possível abordagem em que um dos motoqueiros teria mostrado a arma não aparece nas imagens, portanto, não existiu.

Relógio das câmeras estava adiantado. Pode?

Independente do fato em si, não dá para entender como o relógio das câmeras estava adiantado quase duas horas. Mostra um desleixo por parte de quem cuida desse monitoramento ou uma baixa qualidade dos equipamentos.  Por outro lado, também não se entende que quase 6 meses depois de instaladas as novas cancelas, a um custo de R$ 250.000,00, elas continuem falhando rotineiramente.

Depois da quase tentativa de assalto, estivemos duas vezes em horários diferentes na Portaria 2. Em ambas as oportunidades, encontramos cancelas com problemas operacionais. 

Alguns moradores já se habituaram a conviver com a abertura manual das cancelas através de um botão na cabine da Segurança, já que elas quase nunca funcionam.

Nesse caso, é admissível considerar que qualquer informação passada pelo sistema de segurança das portarias não é confiável.


E parece claro que se depender dessas cancelas e dessas câmeras nossa segurança é meramente decorativa.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Cai veto ao fechamento de varandas

Prefeito tem 120 dias para regulamentar a Lei, mas ainda pode recorrer à Justiça
 A Câmara do Rio derrubou, nesta terça-feira, o veto do prefeito Eduardo Paes ao projeto de lei que permite o fechamento de varandas através da instalação de um sistema retrátil de vidros. Com a promulgação da nova regra pela Casa, será possível que moradores de todos os bairros do Rio, com exceção da Zona Sul, regularizem sua situação, mediante um pagamento de até R$ 300 por metro quadrado. O texto final da lei foi ratificado por 33 votos a quatro.
A assessoria de imprensa do prefeito informou que será feita uma nova análise, para se saber se cabe ou não uma ação de inconstitucionalidade contra a nova regra por parte da Procuradoria Geral do Município. Se não houver reação contrária, o Executivo tem 120 dias para regulamentar a lei, estabelecendo, por exemplo, de quanto será a cobrança em cada bairro.

O projeto de lei é bastante antigo: foi apresentado em 2005 pelo vereador Carlo Caiado (DEM), assim que se elegeu pela primeira vez. Ficou esquecido durante muito tempo, mas este ano voltou a ser discutido e acabou inclusive recebendo a assinatura de outros 14 vereadores como autores, além das comissões de Justiça e Redação, Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público, e de Assuntos Urbanos. Apesar do veto de Paes, o texto foi assinado até pelo líder do governo na Casa, Guaraná (PMDB), que conseguiu a inclusão de uma emenda que cita a cobrança da taxa que pode chegar a R$ 300 por metro quadrado.

PEDIDOS DE MORADORES

O vereador Carlo Caiado disse não acreditar que a prefeitura vá entrar com ação contra lei e adiantou que vem recebendo muitos pedidos de moradores da Zona Sul, que querem que a região seja incluída na lei:

— Vamos ver como serão os primeiros meses após a validade da lei, mas o fato é que todo mundo quer se regularizar. E podemos voltar a discutir o tema para poder incluir a Zona Sul. Quando elaborei o texto inicialmente, a minha ideia era ter algo voltado somente para o Recreio e a Barra, mas o fechamento de varandas é algo que está presente na cidade inteira.

Na Zona Sul, houve reações de associações de moradores, o que provocou a retirada da região do texto. A lei também é alvo de críticas de arquitetos.

Caiado afirmou que a lei tem como objetivo criar um padrão para o fechamento. O texto estabelece que os serviços terão que ser feitos por empresas ou profissionais registrados no Conselho Regional de Arquitetura e Agronomia (Crea) e que a modificação não poderá resultar em aumento da área real do imóvel. O fechamento da varanda também precisará ser aprovado pelo condomínio.
Fonte: O GLOBO

terça-feira, 23 de setembro de 2014

1 milhão de visualizações


Publicado a partir de abril de 2012, o nosso CORREIO DA PENÍNSULA atinge a marca de 1 milhão de visualizações neste 23 de setembro de 2012.

Durante esses 2 anos e 5 meses o nosso blog se consolidou como o veículo de todos os moradores da Península, pautando suas edições pela mais absoluta independência, irradiando todas as notícias com  responsabilidade e liberdade. 

Em muitos momentos, já teve piques de acessos superiores a 10 mil visualizações diárias e hoje tem em seu cadastro quase 6 mil moradores, que recebem a newsletter com informações sintetizadas sobre o conteúdo do blog.
Ao atingir o marco de 1 milhão de visualizações, queremos agradecer o apoio que temos recebido de todos os moradores, mesmo quando nossa saúde dificulta a produção de material. Como você sabe, a equipe do CORREIO DA PENÍNSULA é a equipe  do EU SOZINHO.
Isto porque não temos a característica de um veículo comercial, o que nos permite oferecer espaço para anúncios a custo zero, desde que aprovados pelos nossos critérios. A ele nos dedicamos, como a outros blogs, como expressão de nossa visão do mundo, cristalizada pelos 71 anos de idade e 53 anos de redação. 

Como retirantes nordestinos, queremos festejar esse acontecimento com um vídeo de Luiz Gonzaga e a poética de Patativa do Assaré.
CLIQUE NA FOTO PARA OUVIR A BELA TOADA QUE TOCA A TODO NORDESTINO

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Um quase assalto na cancela

Às quatro da tarde, na portaria 2, moradora passou por um susto. Os bandidos vieram de dentro.


Na fuga, o carro passou por cima do
canteiro e danificou a roda.
Uma tentativa de assalto do lado de dentro da cancela da Portaria 2. Era pouco mais de 4 de uma tarde já primaveril desta segunda-feira, dia 22 de setembro, quando uma moradora do Smart foi surpreendida por dois assaltantes, numa moto, do lado de dentro da saída. Isso aconteceu porque o sensor do seu C-3 prata não funcionou e ela teve de buzinar, parada, para pedir a liberação da cancela.

Numa fração de segundos, uma moto encostou a seu lado, pela saída de visitantes, e o motoqueiro da garupa abriu a jaqueta e exibiu a arma na cintura, indicando o assalto. Nesse instante, liberaram a cancela e a moradora disparou em direção ao Via Parque, sendo seguida pelos assaltantes, cujas características pôde descrever: dois homens negros, um deles um pouco gordo, o outro magro, os dois de capacete, um de casaco marrom claro, o que mostrou a arma, o outro de camisa preta. 
"A sorte é que o sinal próximo ao CEO estava aberto. Fui com o pé no acelerador até chegar ao acesso à Ayrton Senna, quando havia um grande engarrafamento.  Como os carros se embolaram, os bandidos optaram por afastar-se". 

Na correria, a moradora ainda subiu com o carro num canteiro, mas felizmente pôde continuar o percurso.  Só lhe ocorreu na hora ligar para o marido, em meio ao nervosismo de quem se sentia abalada por uma tentativa de assalto em condições provavelmente inéditas: os ladrões saíram de dentro da Península e a abordaram junto à cancela pelo lado de dentro, expostos aos olhares dos vigilantes que, também surpreendidos, não esboçaram qualquer reação: provavelmente nem perceberam a ação dos bandidos.

sábado, 20 de setembro de 2014

ônibus na no mergulhão e deixa 30 feridos



Cerca de 30 pessoas ficaram feridas em acidente envolvendo dois ônibus do BRT em mergulhão na Barra da Tijuca, na noite neste sábado. Um dos veículos, pertencente à linha 863 (Barrashopping - Rio das Pedras) seguia pela Avenida Ayrton Senna, para pegar a Avenida das Américas, quando perdeu o controle e despencou na saída do mergulhão que dá acesso à Avenida das Américas, no sentido Recreio, atingindo o outro ônibus (888-A, Alvorada - Joatinga), que passava na pista de baixo. O motorista do ônibus que caiu, Élder Deniz de Oliveira, está em estado grave, segundo os bombeiros, com traumas de face e de tórax. O ônibus que despencou tinha pelo menos dois passageiros: Caroline de Oliveira, de 14 anos, e o padastro.
De acordo com Áurea Veras, cunhada de Caroline, a adolescente bateu a cabeça e feriu o joelho. No momento do acidente, ela esperava pela cunhada no Terminal Alvorada quando, por volta das 19h30m, recebeu uma ligação da jovem.
- Ela repetia que o ônibus tinha batido. Me desesperei. Falei com ela há pouco e está muito nervosa ainda. Vai ser difícil fazê-la voltar a usar ônibus - disse Áurea Veras.
Passageiros foram encaminhados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, no mesmo bairro. Não havia registro de mortos até por volta das 22h. No momento do acidente no Mergulhão Billy Blanco, na altura da Cidade das Artes, chovia no local. O acidente interdita a via, na pista sentido Recreio dos Bandeirantes. A Polícia Militar e agentes da Cet-Rio estão no local.

Em nota, o Consórcio BRT informou que vai colaborar com as investigações e vai aguardar a conclusão da perícia sobre as causas do acidente. As empresas operadoras prestarão assistência às vítimas, segundo a mensagem.
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O motorista encontra retenções na região. A Avenida das Américas tem retenções na alça de acesso para avenida Ayrton Senna, sentido Linha Amarela. Houve, ainda, por volta das 21h, uma colisão entre moto e carro na Avenida das Américas, sentido Recreio, na altura do Bahiense. No trecho, há uma faixa ocupada. Quem usa Avenida Ayrton Senna, sentido Recreio, tem a opção de pegar a Avenida Embaixador Abelardo Bueno. Na Avenida Lúcio Costa, o fluxo segue intenso, mas sem retenções, nos dois sentidos.


Read more: http://oglobo.globo.com/rio/motorista-de-onibus-que-caiu-de-viaduto-na-barra-esta-em-estado-grave-14001078#ixzz3DuUeQ4MW

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Destino incerto


 Ninguém sabe para onde
 levar a sujeira de lagoa 
vizinha a Parque Olímpico



Vinicius Konchinski
Do UOL, no Rio de Janeiro





O atraso das obras de dragagem e limpeza das lagoas vizinhas ao Parque Olímpico da Rio-2016 criou um impasse. Devido à demora no início dos trabalhos, a área para onde seria levado o lodo que será retirado do fundo das lagos já não está mais à disposição do projeto. Por isso, até que um novo local seja encontrado, a dragagem não pode começar. E o pior é que o cronograma para o serviço já está apertado.
A limpeza das lagoas é um dos compromissos assumidos pelo governo do Rio para que a capital do Estado fosse escolhida sede da Olimpíada de 2016. Um grupo de empresas foi contratado para fazer o serviço e, oficialmente, iniciou seus trabalhos no local no começo de junho deste ano.
Quando o governo anunciou o início das obras, informou que a dragagem e despoluição do complexo lagunar levariam 24 meses, ou seja, estariam prontas cerca de dois meses antes da Rio-2016. O que ninguém contava, no entanto, é que a demora no lançamento do projeto implicasse num problema até agora sem solução.
Inicialmente, a lama das lagoas seria levada para um terreno onde, hoje, está sendo construído o campo de golfe da Olimpíada. Acontece que a obra do campo de golfe já está 60% concluída. Nesta fase do projeto de construção do campo, o terreno já não pode mais receber a lama das lagoas.
A própria SEA (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) já admitiu o impasse. Até o secretário Carlos Portinho disse recentemente, em audiência pública, que "o problema não é fácil de se resolver".
Segundo SEA, um novo lugar para descarte da lama ainda está sendo avaliado. O órgão ressaltou que essa análise ainda não comprometeu o planejamento do projeto.
"O trabalho não afetou o cronograma das obras, que já previam a limpeza dos manguezais, a batimetria [medição de profundidade] e sondagem das lagoas do complexo. Isso é pré-requisito para o serviço de dragagem que está previsto para ser iniciado em novembro", declarou a secretaria.

Atraso acumulado
Vale ressaltar que o cronograma seguido pela SEA atualmente já é diferente do inicialmente planejado pelo próprio órgão. A obra de limpeza das lagoas poderia ter começado pelo menos um ano antes caso as empresas contratadas pelo governo não fossem suspeitas de fraudar a licitação do projeto.
Em junho de 2013, o governo finalizou a concorrência para a escolha das empresas para o trabalho. O consórcio Complexo Lagunar (formado pela Queiroz Galvão, OAS e Andrade Gutierrez) venceu. Comprometeu-se a realizar os serviços por R$ 673 mil, valor 0,07% menor do que o preço máximo estabelecido na licitação.
Uma semana antes do resultado da licitação ter sido divulgado, a revista "Época" já havia publicado um anúncio cifrado dando a entender que o consórcio venceria a concorrência. Segundo a revista, o consórcio já saberia que sairia vencedor pois havia feito um acordo com seus concorrentes, que acabaram vencendo uma licitação para outra obra estadual.
Isso fez com que o governo suspendesse a licitação. Por meses, a SEA brigou na Justiça pelo direito de iniciar uma nova concorrência para procurar outras empresas para o trabalho dragagem e limpeza das lagoas perto do Parque Olímpico.
Em fevereiro deste ano, o governo desistiu da batalha judicial. Preocupado com os atrasos no projeto, resolveu voltar atrás e contratar o consórcio Complexo Lagunar mesmo suspeitando do grupo. Por tudo isso, a limpeza e dragagem das lagoas já começaram consideravelmente atrasadas.
MP pressiona
Poderiam ainda estar mais atrasadas caso o governo não buscasse um acordo com o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) para levar adiante a obra. Em maio, promotores do Gaema (Grupo de Atenção Especializada em Meio Ambiente) viram falhas no projeto de limpeza das lagoas.
Recomendaram à própria SEA a suspensão das licenças ambientais e a interrupção de qualquer trabalho no local. A SEA informou que está trabalhando num TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para que o projeto atenda aos pedidos do MP. Isso deve ser assinado em 30 dias.

Lagoa sob suspeita

15/09/2014 14h56 - Atualizado em 15/09/2014 15h15

MPF pede suspensão de obras das lagoas da Barra e de Jacarepaguá

Procuradores dizem que não há estudos ambientais sobre os locais.
Projeto do governo do estado é orçado em R$ 660 milhões.

Do G1 Rio

Autoridades estaduais tem prazo de 30 dias para responder notificação do MPF (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Ministério Público Federal pediu a suspensão das obras de recuperação das lagoas de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, por falta de estudos ambientais. O projeto do governo do estado é orçado em R$ 660 milhões e abrange áreas como Camorim, Tijuca, Marapendi e Canal da Joatinga.


O MPF pede ainda que as licenças ambientais já concedidas seham anuladas e lembra que as autoridades estaduais tem prazo de 30 dias para responder a recomendação do Ministério Público Federal.


De acordo com os procuradores Sergio Gardenghi e Ana Cristina Bandeiras Lins as obras precisam constar o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (Eia-Rima). De acordo com eles, são necessárias também as avaliações de órgãos federais como o Ibama, ICMBio, Marinha do Brasil e Secretaria de Patrimônio da União (SPU).
Licitação teve suspeitas de fraude
Em julho de 2013, a licitação para as obras de revitalização das lagoas da Barra e de Jacarepaguá foram canceladas. Havia suspeitas de fraude na licitação. A recuperação faz parte do caderno das obrigações olímpicas do Rio 2016.
A bacia da Barra e de Jacarepaguá tem 15 quilômetros de extensão e é formada pelo canal da Joatinga e pelas lagoas da Tijuca, Camorim, Jacarepaguá e Marapendi. Segundo os especialistas, o aumento da poluição é provocado pela ocupação desordenada que transformou a região em depósito de esgoto.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Seu dinheiro de volta


Receita abre nesta segunda a consulta ao 4º lote de restituições

Lote também contemplará devoluções residuais de 2008 a 2013, totalizando R$ 2,4 bilhões

A Receita Federal abre nesta segunda-feira, às 9 horas, a consulta ao quarto lote de restituições do Imposto de Renda de 2014. Serão contemplados cerca de 2 milhões de contribuintes, que receberão mais de R$ 2,2 bilhões. O pagamento será realizado no dia 15 de setembro por meio de depósito em conta corrente.

Segundo o governo, o lote contemplará ainda restituições residuais de 2008 a 2013 (de contribuintes que estavam presos na malha fina e agora regularizaram a situação).

Com esse montante, o valor total das devoluções será de R$ 2,4 bilhões. Segundo o Fisco, R$ 168 milhões referem-se a contribuintes idosos, com deficiência ou doença grave.

Ao todo, serão sete lotes de devoluções do IR 2014, com o último pagamento em 15 de dezembro. Para saber se teve a declaração liberada, basta acessar a página da Receita ou ligar para o Receita Fone 146 e informar o número do CPF. A restituição ficará disponível no banco durante um ano.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte deverá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a central de atendimento pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) ou 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos).

Malha fina. Por meio do sistema e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento do Fisco. Caso haja erros ou pendências, o contribuinte poderá fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

O Fisco também oferece aplicativos para tablets e smartphones, para os sistemas operacionais Android e iOS, que facilitam a consulta às declarações.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Cobrança do IPTU atrasado

sábado, 30 de agosto de 2014

Adeus às danças

Fechamento da escola de alto nível no Open Mall gera clima de amargura entre muitos moradores da Península

Os altos custos do Open Mall fizeram mais uma vítima: a Ecòle de Danse encerrou suas atividades, após 15 meses. "Não foi apenas a academia que fechou! Fecharam as portas de sonhos, projetos, de uma linda apresentação de final de ano que as crianças já estavam ensaiando" – escreveu no "Reais Amigos da Península"  Rafinha Horsth, mãe de uma menina que praticava "aulas de danças diariamente, com excelente trabalho, com investimento nos alunos em festivais".
Último dia. Suzana Pequeno e Esther Soares 
comas pequenas alunas que foram se  despedir.
A notícia, objeto de uma emocionada carta de despedida de sua proprietária, Esther Soares, causou grande frustração entre dezenas de moradores que frequentavam ou tinham filhos na escola, mas pegou em cheio também seus colaboradores.  "Trabalhar ali era um prazer. Aliás, era impossível não se envolver e não se apaixonar: éramos uma família! Coordenação, funcionários, pais e alunos... Todos juntos, trabalhando e torcendo pelo êxito coletivo" postou Suzana Pequena, professora de teatro.

Na terça-feira, dia 26 de agosto, em carta emocionada, Esther comunicou oficialmente aos pais, alunos e professores o encerramento das atividades, apesar de sua luta para  chegar a um acordo que a mantivesse, nem que fosse em parte das 6 salas que usava.

"Como medida desesperadora fiz uma proposta ao empreendedor, à devolução de parte do espaço físico que objetivava a diminuição dos custos fixos que estavam muito acima da receita, apesar do constante e progressivo crescimento de alunos. Esta era a única saída para continuação, no entanto à proposta não foi aceita, justificada em decorrência da inviabilidade de futura locação, já que fiz inúmeras modificações no projeto original para adequação da escola de dança" – esclareceu em sua carta.

Fazia tempo que Esther tentava manter a escola de danças através de negociações com a Carvalho Hosken. No entanto, além dos custos de R$ 16.000,00 com aluguel (que a proprietária do shopping admitia suspender até o final do ano) e dos R$ 20.000,00 com condomínio, outras despesas também crescentes inviabilizavam a escola, apesar do aumento do número de alunos.
"Saibam de coração que meu maior prejuízo não foi os investimentos financeiros aplicados, mas sem dúvida nenhuma, a dissolução de um sonho de construir uma escola de ótima qualidade e estrutura capaz de transformar vidas e pessoas através da arte e, o convívio diário com tantas pessoas que muito me ensinam e motivam; alunos, responsáveis, pais, professores, recepcionistas, limpeza, instrutoras de pilates, todos sem nenhuma exceção".
A Ecòle de Danse não é a primeira a fechar no Open Mall, em seus dois anos de existência. No segundo andar há várias lojas fechadas, entre elas o Club Circus, proposta também de alto nível, cujo fechamento deixou muitas crianças desapontadas. Mesmo na praça de alimentação há um restaurante anunciando a transferência do ponto nos classificados de O GLOBO.

Nos comentários do grupo Reais Amigos da Península no Facebook há um clima de amargura, traduzido por Mônica Curto: "Indignação, revolta é de fato o sentimento que estamos sentindo. Minha filha assim como a da Rafinha Horsth esta arrasada ... A proposta da École era de fato um trabalho sério, dedicado, com profissionais capazes e ousados , tanto assim que elas respondiam a altura com talentos peculiares, esforços diários ; incansáveis !! De fato um sonho frustado, para os(as) alunos, mães , profissionais, e sem dúvida para nossa amiga Esther Glaucia Mendonça Soares. Muito triste".

Já entre os lojistas, ao lado da solidariedade a preocupação:

"Todos estamos tristes e chocados. Falo como moradora, admiradora da pessoa que é a Esther, e por ser dona do Spoleto Península que anda sofrendo como todos os outros e além dos custos altos nos faltam mais mobília, pois perco clientes diariamente por conta dessa questão que todos no térreo reclamamos a quase 1 ano" – comentou Verbena Coelho.

"Sei bem o que está acontecendo no Mall, sou proprietária do Mundo Verde, e infelizmente não consigo enxergar uma luz no fundo do túnel para essa situação......quando decidimos nos reunir para uma solução junto a administração (METHA ) e Carvalho Hosken, alguns proprietários nem compareceram e outros reclamam e na hora, tiram o corpo fora!!" desabafou Tânia Martorello.  
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