quarta-feira, 23 de maio de 2012

Quanto vale seu imóvel hoje?



Por conta da própria concepção do seu projeto, a Península deverá manter sua curva  de valorização, embora haja a possibilidade de pequena queda no IVV – Índice de Velocidade de Venda.  Pesquisas que fizemos demonstram que somos hoje uma das maiores referências em qualidade de vida e isso se reflete na definição da Península como um “mercado vendedor”, onde a procura permanece forte, independente do que se prevê para outras áreas, como a Zona Sul, Tijuca e a própria Barra.


Dependendo do condomínio, o metro quadrado pode chegar a R$ 8.500,00 e até mais. Como a Carvalho Hosken “não tem pressa” em vender os seus apartamentos, suas ofertas registram valorização maior do que as das outras unidades. Essa postura não só segura o aumento do valor, mas gera um parâmetro próprio na relação com os compradores, encantados com o mundo novo com que se deparam numa cidade cada vez mais sujeita a estresses.

Na Zona Sul, que teve uma valorização exagerada pela escassez de ofertas, já se registra uma desaceleração, conforme diagnóstico do presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, em matéria do caderno MORAR BEM deste domingo, 20 de maio, do jornal O GLOBO.

“Os preços dos usados não estavam se sustentando e a velocidade de venda caiu. Os proprietários começam a aceitar propostas e a conceder descontos – disse, referindo-se à ZS – Eu acredito que os valores dos imóveis vão sofrer um ajuste de 25 a 30% para baixo ao longo de 2012”.

Em janeiro, numa reportagem sobre “a primeira década de um bairro particular”, O GLOBO registrava: “Hoje, são 3.200 famílias morando no empreendimento - cerca de dez mil pessoas divididas entre as 3.400 unidades já entregues. Ao todo, foram lançadas 5.361 e vendidas 4.635”.

A julgar pelas vendas registradas nos primeiros 4 meses do ano, inclusive das unidades mais caras, essa relação mudou muito e é possível que tenham passado dos 4.900. No Sainth Barth, por exemplo, em março a RJZ Cyrela já não tinha mais apartamentos do seu estoque.

Dois fatores podem inibir a valorização – um, de natureza estrutural, é o laudêmio, cuja existência começa a ser debatida com maior ênfase na mídia. Outro é o aumento exagerado dos custos dos condomínios. Em alguns, eles tiveram reajustes de 15% e a primeira pergunta que um comprador faz é exatamente sobre esse ponto.

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