terça-feira, 23 de outubro de 2012

Moradores querem ônibus para o Centro e Zona Sul

Abaixo assinado na internet pede adesão dos interessados. Nosso blog está aberto para opiniões
 

Atenção: o blog sofreu um ataque de algum mau caráter que detonou os resultados das pesquisas. Não sabemos como recuperar os números na plataforma do blogspot.com.
Por enquanto, as enquetes estão suspensas. Se você tem como nos ajudar, informe.

Em uma nova tentativa de sensibilizar o Conselho da Assape e ganhar adesão dos vizinhos, um grupo de moradores postou um abaixo-assinado na internet pedindo a contratação de ônibus para transportes ao Centro e Zona Sul, "locais altamente impactados pelo trânsito e dificuldades de estacionamento".

Pelos cálculos do grupo, que fez um criterioso estudo a respeito, dez viagens de ida e volta ao Centro e Zona Sul custariam R$ 30,00 por mês a cada apartamento, "que representaria no máximo entre 3 a 4% do valor dos Condomínios ".

O grupo criou um blog na internet - http://transportepeninsula.blogspot.com.br/ - no qual relata o movimento que culminou com uma manifestação no ano passado.

"Em 2011 ocorreu uma passeata com mais de 300 moradores pedindo uma solução para o transporte. O movimento dos moradores percorreu toda a Península sendo realizada, também, na mesma data, manifestação em frente ao estande de vendas do condomínio.

Não houve proposta imediata da Associação para atender à reivindicação e, assim, alguns moradores (exaustos com a difícil  rotina de 4h diárias de trânsito e muito desconforto nas integrações do metrô) decidiram partir para a iniciativa de fretar uma empresa de transporte particular em vans. Aos poucos o número de interessados foi aumentando e, ao mesmo tempo, foram sendo criados novos horários. Não era a solução ideal, porém o rápido crescimento do grupo demonstrou que havia sim demanda por transporte até o Centro.

Na mesma época, para "resolver" a questão das promessas de transporte informadas pelos corretores, a ASSAPE buscou viabilizar proposta de transporte pay per use, cujo valor cobrado e os horários propostos não atendiam às demandas dos moradores. Na ida ao Centro, por exemplo, o horário de saída era somente às 6h30 e os moradores deveriam se dirigir à pé até a sede da associação para embarcar no ônibus".

No abaixo-assinado, os moradores asseguram:

"Este pleito é respaldado em estudo de viabilidade técnica/econômica, realizado por representantes dos moradores interessados, o qual demonstra que a implantação deste serviço impactaria em pequeno acréscimo para o Condomínio, face o valor do benefício oferecido".

Está posta a questão. Nosso espaço de comentários está aberto para a participação de todos, livremente, independente de qual seja sua opinião. Se você não tem conta no Google, use o perfil de anônimo e ponha seu nome e condomínio no pé do seu texto.

Pessoalmente,  sou inteiramente a favor dessa proposta, que nos equipararia em conforto a muitos condomínios na Barra.

A alegação de que nem todos usariam pode se aplicar também ao atual sistema, que limita os ônibus a um trajeto quase simbólico, em função do qual podemos ver muitos parados todos os dias na Av. dos Flamboyants.

Ademais, se uns não precisam hoje, como é nosso caso, a existência dos ônibus levaria a uma reavaliação, pois teríamos opções concretas.
 

A propósito, você pode se posicionar também, respondendo à nossa pesquisa, no canto direito do blog, ao alto. 

 

Para acessar o abaixo-assinado, clique em


Para saber mais sobre o movimento acesse


 

 

33 comentários:

  1. Eu acho que a proposta é viável e deve ser apoiada.

    Eu mesmo já havia feito e apresentado à ASSAPE cálculos similares, chegando à mesma conclusão de que o acréscimo ao valor do condomínio é pequeno e vale a pena. É só pensar que os R$30,00 mensais se pagam em uma única vigem de táxi para a própria Barra. Se for para outro bairro, então...

    Além disso, com praticamente todos os condomínios da Barra adotando a solução, fica difícil imaginar que não seja uma boa idéia. Não é possível que todos estejam errados.

    Entendo também o raciocínio daqueles que argumentam não querer pagar por algo que não utilizarão, mas o mesmo ocorre com vários outros itens que fazem parte do orçamento da ASSAPE, como manutenção de quadras, balsa, eventos, etc.

    Enfim, acho (como sempre achei desde que me mudei para a Península, há 5 anos) que só 2 coisas nos causam problemas sérios: falta de comércio - que está sendo resolvida; e falta de transporte. problemas típicos de bairros novos e que espero serem resolvidos em breve.

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  2. As pessoas se esquecem que todos pagam pelos serviços em geral, independente de usarmos ou não.

    Muitas pessoas não têm filhos ou não são mais pequenos. Muitas pessoas são mais velhas ou têm pouco tempo e não utilizam os parques, jardins, quadras. Além disso, muitos não utilizam os ônibus que já temos e as balsas e nem por isso, quem não usa pede para separar os valores.

    Se fosse assim, eu ia preferir fechar uma empresa privada com outros moradores, com ônibus para o centro e ZS e descontar o que não uso do condomínio para pagar o transporte.

    Hoje as crianças são pequenas. Amanhã vão estudar em escolas e faculdade, fazer cursos, estagiar e trabalhar e sabemos que mtas instituições e órgãos de qualidade se encontram no centro e ZS.

    A demanda vai acabar trazendo pontos de ônibus para serem colocados do lado de fora do condomínio, pois a ASSAPE já fez essa proposta a alguns moradores e deve ter esse objetivo. Isso vai criar um caos nos portões, trânsito e o que é pior: facilitar o acesso para pessoas que não moram aqui e que nem sabem que esse local existe.

    Isso tb facilitaria para alguns funcionários que gastam mais passagem e tempo fazendo diversas baldeações para chegar até aqui de manhã cedo.

    Além de tudo o que foi exposto.

    As pessoas poderiam deixar o egoísmo de lado e pensar como um todo, afinal, 30 reais a mais não deve fazer falta a ninguém e com ctz é barato diante de todos os benefícios.

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  3. Acho otima a ideia porque o problema da maioria dos moradores é o enfrentamento para a zona sul e centro. Acho otimo e a relacao custo/beneficio está adquada.
    Ana Maria Barroso
    Enviada através do e-mail peninsula@pedroporfirio.com

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  4. Para quem não sabe, a assape JÁ ESTÁ construindo com o dinheiro dos associados um ponto final de ônibus municipal na porta da Peninsula. Trata-se do ônibus 345 que hoje tem ponto final no Via Parque. Através da secretaria de transportes, eles pretendem trazer mais 2 linhas de onibus municipais que passarão pela PORTA da peninsula, transformando a rua João Cabral de Melo Neto em um "inferno" de congestionamento. Tudo isso para ter uma pronta resposta ao abaixo-assinado, de que já terá ônibus na porta e não precisará mais de ônibus fretados. ACORDEM, a internet derrubou o presidente do Egito, será que não conseguiremos fretar um ônibus para o centro ???

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  5. Eu não concordo. Esse mesmo grupo nunca conseguiu número suficiente de interessados e quer que todos paguem? A propósito essa tal manifestação não reuniu nem 100 pessoas isso contando com as crianças. Já foram feitas pesquisas de prédio em prédio sem nenhum interesse. Abaixo assinado na internet qualquer um assina até quem mora em São Paulo. Sejamos corretos: que aceitem a opinião da maioria.

    Abraço

    Jorge Caminha
    Enviado através do e-mail península@pedroporfirio.com

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  6. Meu prezado amigo!

    Eu, pessoalmente, enquanto fui Conselheiro na ASSAPE, representando meu Condomínio, me deparei com este pequeno problema por parte dos moradores do meu residencial...uma pequena minoria, estava interessada no assunto e, mesmo assim, foi feito levantamento e etc...

    Constatei que, a grande maioria concorda com a previsão da nossa Convenção da ASSAPE que, proíbe a colocação dos referidos ônibus em direção a outros locais, que não sejam o entorno da própria Barra!

    E não sei se você ou os moradores que estão interessados neste assunto, tem conhecimento do porque da decisão da Carvalho Hosken nesta medida....que, foi simplesmente, fruto da experiência obtida com o Condomínio Rio 2, em que, a rubrica destinada aos Transportes no Balancete mensal, ocupa hoje, a posição majoritária como despesa compulsória ou seja, não pode ser mais retirada ou substancialmente reduzida, em virtude de ter sido vendida, aos futuros compradores, a existência destes meios de transportes com o conceito do Condomínio e etc...

    E dai, decorre o maior problema a ser enfrentado, o Jurídico, porque, se alguma administração assumir o risco de cancelar, as, hoje existentes linhas de ônibus, certamente, uma infinidade de moradores que se sentirem prejudicados entrarão na justiça, exigindo algo pelo que pagaram ao comprarem seus imoveis e etc...

    A soma de recursos dispendidos hoje pela administração do Cond. Rio 2, é algo em torno de quase 60% da receita obtida com a arrecadação das cotas condominiais e não tem volta ou perspectiva de diminuição!

    Aqui na Península, além do perfil dos moradores não ser de usuários das linhas regulares de ônibus, existe o impedimento estatutário que também não poderia ser desrespeitado, pelos mesmos motivos que não podem acabar no Rio 2, além de exigir é claro, uma consulta através de AGE especifica, com quorum legal e, aprovação por maioria deliberativa que, certamente, dado ao numero de interessados no assunto, acredito que não seria alcançado!

    Além de que, hoje mesmo, recebi o e-mail da ASSAPE participando que acabou de tomar providências para minimizar este problema aos moradores em questão, colocando uma linha especialmente destinada a ter seu ponto final/origem diante da Península e destinada ao Centro da Cidade, procurando atender desta forma, pelas vias factíveis, aos anseios desta parcela dos moradores e, ao meu, humilde ver, atendendo também aos interesses da maioria, a quem ela, também deve satisfação pelos seus atos!

    Você como administrador e homem público que foi, bem sabe que, aquele que detém o poder, emanado pelo direito /dever de bem representar à uma coletividade que o elegeu, enfrentará sempre um dilema difícil a todos, a impossibilidade material de poder atender a todos, todo o tempo, na medida e proporção de seus múltiplos e divergentes interesses, somado muitas vezes, a escassez de recursos, versus, a infinidade de necessidades a serem satisfeitas!

    Um grande abraço e boa noite!

    Gilson P. Nunes
    Enviado através do e-mil peninsula@pedroporfirio.com

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  7. Sr Jorge Caminha,
    Quem mora na Peninsula QUER o ônibus e está assinando a petição pública.
    O sr é que deve morar em São Paulo, pois pelo visto não está precisando deste transporte....

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  8. Todos os grandes condôminos da Barra, como Novo Leblon, Barramares, Pedra de Itaúna, Rio 2, Barra Bali, etc...possuem ônibus para o centro e zonal Sul e o nosso não! isso é um absurdo!
    E oferecer apenas 1 linha de ida e volta para o centro não estimula ninguém.... eu uso meu carro todos os dias e certamente, se tivéssemos vários horários de ônibus, utilizaria este meio de transporte. É revoltante a ausência de ônibus de condominio. Deveria ser uma premissa da Península. Não é minoria não. A Península deveria rever isto urgente.

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  9. Gostaria de saber qual a metodologia empregada nas pesquisas realizadas! Não sei se os resultados tem alguma confiabilidade. Além disso, se não pensarmos na coletividade, não evoluiremos! A Península tem de oferecer sim opções de transporte para o Centro e Zona Sul!! Não podemos imaginar que ficar limitados à Barra da Tijuca é suficiente. R$ 30,00/apto é bem acessível, considerando a média de padrão dos moradores do bairro. Acho falta de sensibilidade e bom senso a negativa em apoiar a causa.
    Att.,

    Izis Ferreira

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  10. Sr Gilson P Nunes,

    Se no Rio 2 gasta-se 60% da arrecadação com ônibus é porque :
    (1) é muito mal administrado
    (2) o Rio 2 tem ônibus de 15 em 15 minutos para qualquer lugar da cidade.

    Ninguém aqui quer transformar a Península em uma rodoviária. Na proposta inicial seriam 5 ônibus cada um fazendo 2 percursos/dia, num total de 10 idas e 10 voltas.

    O custo desses 5 ônibus (20 mil/mês cada), divido por todas as unidades da península não sairia muito mais que R$ 30,00/mês.

    A assape usa o dinheiro da nossa contribuição com tantos gastos que não trazem nenhum beneficio para os moradores (construção de ponto de ônibus fora da Península - que deveria ser responsabilidade da prefeitura), porque não gastar com os moradores ???

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    1. Muito bem colocado !

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    2. Perfeita colocação. Se não quiserem pensar no "coletivo", não deveriam morarm em um "condomínio". Nunca usei quadras e sei que pago por sua manutenção. Isso é viver em coletividade. ÔNIBUS JÁ !

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  11. José Roberto Nunes Pires24 de outubro de 2012 11:06

    O argumento do Sr. Gilson Nunes traz uma inconsistência básica. Ora, se ele fala que o risco jurídico no Rio 2 é que os moradores argumentem que compraram o apartamento com direito ao transporte é porque ele admite que esse fator é preponderante para a decisão de compra.

    E é. Apartamentos no ABM, Rio 2, Parque das Rosas, Alfa Barra, etc. têm um plus de valorização por conta de disporem de um excelente sistema de transportes. E o custo rateado por unidade é irrisório perto desse plus. Conheço gente desses condomínios que, mesmo não usando regularmente o transporte, é super satisfeito por ter o serviço disponível.

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  12. Sou a favor do transporte.

    Vejo que os argumentos contra são bem frágeis, face aos benefícios. De um lado, fala-se em minoria. Contudo, jamais foi feita uma pesquisa séria e isenta sobre transportes dentro da península (a quem atende hoje e quem estaria interessado em ter o serviço, ainda que de forma potencial).
    A pesquisa realizada pela Assape não foi precedida de um debate sério sobre os custos e benefícios (que certamente vão além de simplesmente "ter o tranporte", com reflexos no meio ambiente, na segurança, no trânsito e na própria liquidez e valor dos imóveis).

    De outro, cita-se exemplos como o do Rio 2 etc., como se fossem verdadeiras tragédias. Talvez haja uma má administração por lá. Aliás, acredito que haja. Isto, contudo, não diminui a satisfação dos moradores, que jamais abdicariam do serviço de transporte e o entendem como essencial.

    O suposto problema jurídico, por sua vez, é extremamente mal explicado. É evidente que, no caso de "cancelamento das linhas" (que não interessa aos moradores e, logo, à associação, que reflete o perfil e interesse dos moradores, mas enfim...) a responsabilidade jamais cairia sobre a associação de moradores, pelo simples fato de que é ela não vende os imóveis. Da mesma forma, a responsabilidade dificilmente recairia sobre quem vende os imóveis, pois o "cancelamento das linhas" é um fato de terceiro. Sem contar a fragilidade da tese em si. Compra-se um apartamento, não um direito adquirido sobre disponibilidade de linhas. Enfim, este não é o campo de debate.

    Mas enfim, abstraindo-se a argumento pífio que leva a entender que as minorias devem se conformar em aceitar a vontade, mesmo que injusta, da maioria - o que é típico de sociedades autoritárias - o fato é que, mesmo neste caso, não parece que a maioria é contra (basta ver a contagem de postagens por aqui). O que parece ocorrer é:

    - a maioria absoluta dos moradores não utiliza o serviço de transporte da forma como está implantado hoje, por considerá-lo ineficiente, e ainda assim paga pelo mesmo (me incluo aqui.´E basta pegar um dos ônibus vazios de moradores e cheio de prestadores de serviço para constatar este fato!);

    - uma minoria utiliza o serviço, mesmo insatisfeita com suas condições;

    - uma parcela considerável, talvez maioria, talvez minoria, mas com boa representatividade, gostaria de ter um sistema de transporte eficiente para zona sul e centro, mas não consegue se organizar, por não conseguir o apoio institucional da ASSAPE;

    - uma parcela certamente é indiferente ao sistema de transporte ou não ter opinião formada, exatamente por não ocorrer uma discussão séria promovida pela ASSAPE;

    - uma minoria resiste e visita o blog do pedro porfírio se rogando na condição de maioria (hehehe). Provavelmente, representa a maioria dos usuárias da bocha ou do glorioso e essencial circular via parque, que nos leva aos confins da próxima esquina;

    - a ASSAPE (escondida atrás de um estatuto sem legitimidade) e as incorporadoras ficam rindo a toa.

    É isso, fortes abraços a todos.

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  13. Sr. Gilson e Sr. Jorge Caminha,

    Parte das informações apresentadas pelos senhores estão equivocadas. Seguem os motivos:

    1) O resultado das pesquisas realizadas pela ASSAPE jamais foram apresentados na íntegra aos moradores. Os questionários foram mal formulados e induziam a respostas negativas. Portanto, os dados aferidos não refletem a verdadeira opinião dos moradores.

    2) As atuais iniciativas de ônibus e vans fretadas por grupos de moradores ganham novos usuários todas as semanas - o que comprova que EXISTE SIM UMA REAL NECESSIDADE DOS MORADORES POR ESSE SERVIÇO.

    3) A manifestação contou com a participação de bem mais do que 100 pessoas (maiores de 18 anos). Ressalto ainda que as crianças presentes serão FUTURAS USUÁRIAS DO TRANSPORTE, portanto a presença delas no evento também pode ser considerada como representativa.

    4) É de conhecimento do mercado imobiliário que muitos potenciais compradores deixam de adquirir unidades na Península em função da falta de transporte para o Centro.

    Quanto às soluções propostas pela ASSAPE no comunicado de ontem, gostaria de sugerir aos senhores que experimentem à "agradável" experiência de utilizar o metrô "Del Castilho" em horário de pico ou utilizar o ônibus Península - Tijuca - Península (via Alvorada, Alto da Boa Vista etc)às 7h ou retornando às 18h cronometrando o tempo necessário para chegar aos mencionados destinos (com sorte pode ser em até 3h ida e 3h volta !!!).





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    1. Sr. Gilson e Sr. Jorge Caminha, vcs tem certeza que são a maioria. só aqui temos 14 comentarios e, apenas, 2 contra...será que vcs sao a maioria mesmo??? faz as contas ai...

      vamos conseguir!!!!

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  14. Prezados vizinhos,
    Em primeiro lugar peço desculpas por desagradar alguns de meus vizinhos e posso compreender a revolta de alguns com a ausência de um serviço que lhes interessa, mas também tenho, assim como TODOS os moradores da Península direito a emitir opiniões sobre assuntos que nos afetam. Não estou convencido de que a maioria dos moradores da Península deseja o serviço de ônibus para o Centro e Zona Sul. Abaixo-assinados ou manifestações em blogs não representam nem tem o poder de representar a maioria dos interessados ou seja, TODOS os moradores da Península. É natural até que haja maior número de manifestações a favor em blogs e abaixo-assinados pois serão elas expressas pelos únicos interessados em deles participar e a grande maioria talvez silencie por ausência de interesse sobre o assunto e sobre o serviço que é almejado, em minha opinião, apenas por pequeno grupo diante do grande universo de moradores da Península. Se aqui me manifesto é por respeito a opinião de todos e à minha própria que, infelizmente, é totalmente contrária à prestação desse serviço pela ASSAPE.
    Não sou contra a luta dos interessados por conseguir seus objetivos, mas, por favor, respeitem o direito da maioria! Já houve pesquisas anteriores e não houve manifestações favoráveis suficientes. Será que essa indiferença mudou? A única forma de assegurar que isso é verdade é por meio de pesquisa em cada prédio coordenada pelas respectivas administrações e onde cada unidade tenha direito, como deve ser, a um voto. Realizada essa pesquisa individual seria possível levar seus resultados à ASSAPE e assim ser verificado se a vontade da MAIORIA dos condomínios representados pela vontade da maioria de seus respectivos moradores, querem ou não o tal serviço. Seria ainda necessário saber quais os requisitos para alterar e quando, se possível, o Estatuto da ASSAPE que hoje veda a prestação esse serviço. Essa é a única forma democrática e correta e consequentemente legal de conduzir essa questão. Qualquer outra é inaceitável.
    Aliás se o serviço demandasse um grande número de interessados provavelmente isso já teria refletido nos serviços contratados fora do âmbito da ASSAPE. Se o número de usuários desse serviço paralelo não é suficiente para baixar os custos a um nível aceitável para cada um dos que hoje o usam não há como afirmar que a simples prestação do serviço pela ASSAPE faria esse número aumentar. Ao contrário fica a impressão que o interesse é repartir o custo até mesmo por quem não usa e nem deseja utilizar. Não é justo independentemente do valor envolvido! Todos os serviços prestados hoje pela ASSAPE constavam da documentação que deveria ter sido consultada por ocasião da compra das unidades não sendo correto passar por cima do que é previsto sem a aprovação da maioria na forma legal prevista. Não se muda contratos sem a anuência de quem possui direitos deles emanados.
    Pelo que sei a ASSAPE busca solucionar alguns problemas de transporte e a instalação de ponto de ônibus regular próximo à saída da Península permitirá alcançar o Terminal Alvorada sem os transtornos de hoje e daí as linhas de ônibus regulares, integração com metro e BRTs. Pode não ser a solução ideal mas penso ser a forma correta para quem não tem ou não deseja utilizar o próprio carro para se deslocar até o Centro ou Zona Sul. Contrário senso seria então justo que a ASSAPE pagasse o combustível dos que usam o próprio carro.
    Jorge Caminha (continua....)

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  15. Ao mesmo tempo em que mais uma vez pelo desculpas por discordar da prestação do serviço de transporte ao Centro e Zona Sul permito-me lembrar que vivendo em comunidade precisamos respeitar a próximo e a partir desse conceito, as regras estabelecidas e a vontade da maioria. Questões como promessa de corretores ou semelhantes devem ser resolvidas na forma de direito por cada um que se sentir prejudicado, pois se trata de um problema individual e não do conjunto dos adquirentes de imóveis na Península.
    Por fim deixo anotado que não voltarei a me manifestar sobre este assunto exceto para fins de eventual pesquisa conforme aqui sugerido e desejo que nossas opiniões contrárias não prejudiquem a boa convivência tão necessária nos dias de hoje pois certamente haverá outros assuntos nos quais as opiniões serão coincidentes.
    Saudações,
    Agradeço antecipadamente.
    Jorge Caminha
    Enviado pelo e-mail peninsula@pedroporfirio.com

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    1. Muito bonito você vir agora com esse discurso politicamente correto depois de querer se impor como maioria e condenar o movimento que "não reuniu nem 100 pessoas isso contando com as crianças". Eu sou uma interessada em ver esse sistema Peninsula-Zona Sul-Centro funcionando e, infelizmente, não pude comparecer à manifestação. Assim como tenho certeza que tantos outros não puderam ou sequer foram informados que a passeata aconteceria.
      Além do mais, eu respondi à pesquisa altamente tendenciosa que foi feita (a única pergunta a respeito de ônibus para fora da Barra vinculava a resposta positiva a um custo absurdamente alto) e, mesmo assim, nunca soube qual foi o resultado da pesquisa.
      Tenho um exemplo claro no meu prédio do que é a "maioria" na Península. Fiquei sabendo recentemente que sempre que houve uma votação a respeito do transporte para fora da Barra, o síndico do meu prédio (e representante do mesmo na ASSAPE) votava contra. Agora me pergunte se alguma vez ele já consultou os moradores do prédio a respeito do assunto... muito pelo contrário, quando alguém do movimento distribuiu um pequeno formulário de pesquisa na caixa de correio de todos os apartamentos, ele ameaçou de multar o morador. É com isso que somos obrigados a lidar.
      Então me perdoe você por não aceitar a sua "desculpa" por discordar de nós. A forma como você se comporta não pensa no coletivo, pois o referido estatuto não foi formulado e nem aprovado pelos moradores da Península. Vamos conversar sobre democracia e certo ou errado? Então vamos rasgar este estatuto e fazer um novo de forma participativa, consultando aqueles que são realmente afetados pelo que é estabelecido ali.
      Você reclama do custo do ônibus, pois bem... Agora vou reclamar do custo da obra de um ponto de ônibus que não vai atender a ninguém do lado de FORA do condomínio. Também não me lembro de ter visto isso no estatuto.

      Ana Luiza Flores

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    2. Só por suriosidade, Sr. Jorge Caminha. O Sr. se desloca para o centro todo dia ? Se positivo, como o Sr. faz ? Pode ser que o Sr. tenha descoberto algum modo interessante de transporte e possa compartilhar conosco. Grato.

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  16. Neste momento, os resultados das pesquisas sumiram. Não sei ainda o que aconteceu. Vou esperar até amanhã.

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  17. Em resposta ao INFORMATIVO da ASSAPE:

    Não aceito como correto e do interesse de alguns associados da ASSAPE este Informativo
    Primeiramente o Estatuto foi elaborado, aprovado e legitimado somente pelos membros legitimados pelas Construtoras, principalmente pela Carvalho Hosken.
    Os Conselheiros não decidem nada sem a concordância das Construtoras (Carvalho Hosken), quando o correto e justo é consultar todos os associados através de um peblicito oficial e democrático.
    Aproveito a oportunidade para convidar oficialmente pelo prazo de uma semana os Srs. Alexandre Sansão, Antonio Jofre, Carlos Maiolino, o Presidente da Carvalho Hosken, a atual Diretoria da ASSAPE, na inauguração da linha 345 pegar o ônibus para a cidade e depois pegá-lo de volta para a Península, respectivamente nos horários de 7:00hs e 18:00hs.
    Finalmente não é justo as despesas de custeio para a construção das baias dos ônibus, como também não são com a manutenção e conservação ambiental de toda a área fora da Península serem de nossa responsabiliade associados da ASSAPE.
    O legal e justo é serem totalmente custeadas pelos órgãos públicos (federais/lagoa, estaduais e municipais/jardins, iluminação, etc...) basta o que nós já pagamos à estes órgãos públicos (IPTU, foro, laudêmio, etc..).
    Entendo que enquanto nós não fizermos um movimento democrático com a presença da imprensa para denunciar tudo o que escrevi acima, vocês da ASSAPE não irão nos ouvir e atender.
    Paulo Gianinni

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  18. Sr Pedro Porfirio,
    Sou a favor do transporte para o centro e zona sul. Votei em seu blog a favor deste transporte e constatei que essa era a opção que estava vencendo.
    A pessoa que invadiu seu blog o fez propositadamente, com má intenção a fim de mascarar o resultado.
    Infelizmente, são essas pessoas de carater duvidoso que hoje tomam as decisões por todos nós dentro da Peninsula.

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  19. Olá a todos,
    Quando me mudei para a Península pensei na liberdade, natureza, silêncio, espaço e prédios lindos com serviços.
    Silêncio já percebi que nem sempre acontece com batucadas, Funks etc..
    A natureza apesar de linda se mostrou perigosa com cobras a solta..
    E os serviços variavam de qualidade da "terceirização".
    Então percebi que nem "tudo é o que parece ser" no caso..o que prometiam.
    Os transportes que temos são ônibus enormes para o tamanho das nossas ruas. Os da Linha Barra-Shopping são cabíveis porque pequenos.
    Mas...ainda assim para um morador ir ao Centro deve pegar uma condução até o Terminal Alvorada e ali esperar na fila outra condução para o Centro.No caso da Zona Sul..pegar o Quebra-Mar, soltar na Av. das Américas e outra vez mais condução.
    Bom..considerando a qualidade que a Península pretende oferecer e o nível (sócio-econômico) dos seus moradores, soa como piada de mau gosto e castigo!!
    Temos Saunas, piscinas incríveis, Festas nos Parques, Torneios de Tênis, edifícios com arte, "Beijo de Rodin" etc, etc, etc, etc..mas (sempre esse mas) os moradores sem acesso ao Centro e Zona Sul por puro capricho de uma Assape.
    Será que seus conselheiros são moradores aqui?? Duvido..
    Sabem quanto os moradores pagam por metro quadrado para usufruir essa qualidade de vida?
    Outros Condomínios com menos espaço,menos bom gosto e baratos oferecem esse conforto de trasporte a seus moradores.
    É o mínimo de civilidade não contrariar quem sente falta e está prejudicado por uma decisão de administração.
    Se o preço for R$30,00 ou R$50,00 não importa porque temos custos de manutenção que nem todos usam e pagam sem reclamar.
    Portanto..a Assape deve atender e oferecer o melhor para manter o nível e mais, melhorar o nível de atendimento aos proprietários ou moradores.
    Queremos ou não ser um Condomínio especial??
    Seremos um bairro privado com apenas 8% de ocupação e nos orgulharemos disso?
    Teremos conforto?
    É uma escolha..nossa. Uma exigência da vida moderna.
    Transporte..simples assim.
    Nem deveria ser discutido; apenas existir.

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    1. Constanca T., belo texto. Posso republicar na comunidade do Facebook ( Reais Amigos da Península = http://www.facebook.com/groups/142531769142562/ ). Obrigado pela atenção.

      Rodrigo Cunha

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  20. Ahhh e votei a favor!!
    Sugiro um abaixo-assinado no Avaaz,
    Abs

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    1. http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/10107

      Excelente a sua colocação. Parabéns!

      http://www.facebook.com/peninsulacentrozs

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  21. Também sou completamente a favor. O serviço atual de transporte provido por empresa terceira em contrato com a Assape, é totalmente ineficaz e atende apenas os colaboradores. Ora, caros vizinhos: qual de nós precisa usar um Onibus Executivo para ir ao Via Parque em dia de semana? Nào faz o menor sentido, pois não ? Peguem esse ônibus pela manhã e verão que moradores ali dentro, são raros. Deveríamos sim, pensar na coletividade, sem olhar apenas para o próprio umbigo com discursos do tipo "eu não preciso, não vou para o Centro". É até triste acessar o site e ler alguns comentários tão limitados... Enfim... vida que segue. Espero que todos os que são contra estejam presentes a inauguração da linha de onibus Peninsula - Centro que estará na Av Joao Cabral de Melo Neto em breve. Vamos todos juntos ao Centro, apreciando a qualidade da viagem. Abraços a todos, Rafael Diel

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  22. Quem não deve, não teme. Se não há interesse nos ônibus daqui, certamente não é porque somos minoria, pois eu duvido que a maioria concorde com essas linhas de ônibus comuns que vão colocar na nossa porta e nem por isso deixarão de fazer.

    Infelizmente, embora paguemos para termos uma infraestrutura melhor, tudo só funciona como os outros querem e estes outros não são os moradores. Vejo várias pessoas que acham absurda essa ideia das linhas comuns e que não entendem como uma empresa do nível da Carvalho Hosken pode não considerar um serviço de transporte NOSSO uma valorização e segurança para esse Bairro. Até mesmo quem não usa, vem se mostrado favorável, ainda mais diante desse absurdo de linhas comuns que vem do além-mar para cá.

    Somos um LOGRADOURO PÚBLICO, ou seja, somos um ESPAÇO PÚBLICO, do Município e não podemos impedir o acesso das pessoas, dos ônibus e vans que porventura vão acabar descobrindo o nosso Bairro e vindo frequentar e circular por aqui.

    A ASSAPE e Cia NÃO TÊM poder de polícia, o que significa dizer que se entrar ambulante aqui, morador de rua ou o que quer que seja, no máximo, poderão chamar alguma autoridade para retirá-los. E eu duvido muito que façam. Isso aqui é o paraíso para curtir nos finais de semana para quem quiser descansar no parque, frequentar o nosso shopping (que ainda não abriu), brincar nas quadras, vender quitutes pelo bairro, já que a oferta é escassa. E aí nós seremos um Bairro comum e não um Bairro-condomínio como é a proposta.

    Isso pode não acontecer amanhã, mas a longo prazo é a consequência e qualquer pessoa que viva na realidade consegue visualizar isso.

    Voltando ao início do texto, se tivessem certeza de que somos minoria, dariam uma alternativa: marcariam uma reunião ABERTA PARA TODOS OS CONDÔMINOS E NÃO PARA OS CONSELHEIROS-FANTASMA para discutirmos o assunto. Fariam uma votação justa e séria e, ao final, se ficasse comprovado que a maioria não quer o transporte, calariam a nossa boca.

    Entretanto, preferem despejar por aí meia dúzia de justificativas que um garoto teria mais criatividade.

    Contra FATOS não há argumentos. Se a certeza de que somos poucos é tanta, mostrem para todos isso, mostrem para essa cega minoria o quão insignificantes e inconvenientes somos e, com certeza, saberemos “perder” com classe.

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  23. É um contrasenso intitular-se "condomínio ecológico" e não dar alternativas ao uso do automóvel particular, de dependência obrigatória. Neste aspecto, ruma-se na contramão da humanidade.

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  24. Meus amigos(as) e vizinhos(as) li atentamente os comentários e gosto, também, do contraditório, mas vamos aos fatos:
    1) O desejo do transporte para o Centro transcende a relação sócio-econômica dos que habitam a península, pois muitos são jovens e sem contar o tempo que se perde de vida no trânsito;
    2) Imaginem o Stress dos moradores ao chegar em casa ou no trabalho motivado por inúmeras filas, buzinadas, ultrapassagem pelo acostamento etc...;
    3) Conforto, paz espiritual, descanso são um dos elementos que potencializam boas relações(ir e vir adormecendo numa confortável poltrona, no ar-condicionado e terceirizando a árdua tarefa de dirigir no trânsito é Maravilhoso);e
    4) Somos cercados de Shopping, colégios,cursinhos em suma uma enormidade de opções de lazer e de aprendizado sem contar as relações de amizades ou de namoro desta juventude, conquistada ao longo do tempo, e limitadas pelo transporte.

    Com relação a passeata não foram somente 100 pessoas foram cerca de 270 pessoas, houve muita rotatividade(moradores que saíam e novos que se juntavam). Independente do cálculo se 100 ou 270, proporcionalmente é pouco considerando a totalidade dos moradores. Ressalto que o Brasileiro não tem hábito de ir as ruas para lutar por seus direitos, muito menos os da CLASSE A(Moradores da Península).
    Diversos partidos contratam manifestantes, fazem show, contratam carro elétrico e nós conseguimos a proeza de talvez a primeira passeata onde esta classe, voluntariamente, participou, com idosos, crianças,jovens, adultos etc.
    Leve em conta que uma pesquisa do IBGE para as eleições extrapolam análise para milhões de habitantes, tendo levantado uma pesquisa com mil pessoas e diante disto os participantes deste movimento, proporcionalmente, vencem de lavada.
    Queridos amigos, respeito as opiniões contrárias, cada uma, com justificáveis motivos, mas reflitam sobre os acima levantados e vamos exercer a difícil tarefa de vivermos em comunidade, com anseios dos mais variados, mas considere o quanto tempo de sua ou de quem te cerca é perdido ou carregado de tensões e as limitações enfrentadas pela juventude.
    Respeitosamente, um amigo, vizinho, pai e morador da Península(Fernando Rabello)!

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  25. Olá pessoal, se tiver uma quantidade suficiente de moradores pagantes interessados é possível implementar o serviço, mesmo que não seja obrigatório pra todos?

    1)Cadastrar no mínimo 850 apartamentos pagantes, com quantidade de moradores por unidade, seus horários e destinos de interesse.

    2)Pesquisar o orçamento com várias empresas,definir a mão de obra (administrativo e fiscais).

    3)Definir rotas,horários e início da operação.

    Se quiserem, me dinponho a realizar a pesquisa e administrar o serviço!
    abraços!

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  26. Sou um que vou me mudar semana que vem para peninsula.

    Nao consigo crer que um bairro com 15 mil moradores nao tem onibus para o centro da cidade.

    Tentei encontrar solucao para meu problema e é realmente um absurdo. Enquanto o mundo para de usar carro, a Peninsula estimula sua utilizacao. A unica van que tinha para voltar depois das 18h do centro foi cancelada.

    Que a assape pelo menos se ofereca a ter um cadastro rapido , feito atraves de uma pesquisa no site e por panfletos, para verificar quais apartamentos se propoem a pagar mensalidade e a partir deste numero teremos um ponto de partida para ver quantos horarios poderao ser disponibilizados .


    ONIBUS JA!!!!

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