terça-feira, 20 de novembro de 2012

Antes que os ônibus nos separem


ASSAPE não pode adotar posturas agressivas, nem os moradores podem perder a ternura jamais 

O CORREIO DA PENÍNSULA não foi criado para polemizar com a ASSAPE. Antes, pelo contrário. Surgiu exatamente para estimular o convívio participante entre vizinhos na mesma semana em que a assembléia geral da entidade registrava o preocupante comparecimento de menos de 30 moradores, o que expunha um inegável desinteresse por seus processos decisórios.
Não tínhamos grandes pretensões e nem podíamos imaginar que se inseriria com tanta rapidez na agenda dos moradores da Península. Este fato, aliás, redobrou a nossa responsabilidade e nos impôs o indispensável equilíbrio, mesmo quando ecoava pleitos dos moradores em divergência com as diretrizes de sua direção.
No entanto, essa questão dos ônibus está nos obrigando a manifestar nossa estranheza diante da forma como a direção da ASSAPE vem administrando sua intransigência.
Reação da direção da .ASSAPE pela revista chocou alguns
moradores. Clique na foto para vê-la maior.
O ponto culminante dessa postura no mínimo deselegante foi a publicação de uma matéria na revista PENÍNSULA de novembro.
Com chamada de capa, a publicação da ASSAPE se ocupa da questão dos ônibus de forma agressiva, cotejando o que seriam boatos (ou informações falsas) com o que seriam fatos, (ou notícias verdadeiras).
O espírito comunitário que deveria orientar as atitudes da direção da associação, para a qual contribuímos e à qual nos associamos compulsoriamente, desaconselharia o uso da revista com essa linguagem que, em última instância, qualifica de MENTIROSOS os defensores da contratação de transportes para os moradores, a exemplo do que ocorre em outros condomínios da Barra da Tijuca e de outros bairros.
Mais grave ainda é a manipulação dos números para desmerecer o movimento que tende a ganhar adeptos na medida em que vai entrando na pauta de discussão dos moradores.
A revista pretende desmentir informações, oferecendo as suas, como você deve ter visto e que somos obrigados a comentar na busca do esclarecimento devido.
1. No primeiro item, diz que apenas 2,7% dos moradores reclamam que não há transportes para o centro, "num universo 14.356 moradores".
Não sabemos como chegaram a este percentual, mas é possível que tenham comparado o número de adesões ao abaixo-assinado com o total de moradores. Nada mais despropositado.  A assinatura em tese é de uma pessoa por apartamento.  Não teria sentido envolver toda a família no abaixo-assinado. Portanto, o cálculo seria outro.
Mesmo que esse número ainda seja minoritário, deveria ser tratado com respeito e consideração. A assembléia geral da ASSAPE que elegeu seus dirigentes e aprovou o orçamento para 2012 tinha menos de 30 moradores.  No entanto, ninguém saiu por aí questionando sua legitimidade.
2. No segundo item, a revista diz que o custo dos ônibus seria de R$ 350,00 por apartamento, e não os R$ 30,00 estimados pelo grupo de transportes. Também não sabemos qual a base desse cálculo. Para tirar a limpo, um bom indicador é comparar o que é pago em outros condomínios.  No Parque Marapendi (ABM), que tem ônibus para várias pontos da cidade, sai por R$ 105,00 ,segundo um morador de lá que é lojista no Via Parque.  No Parque das Rosas, com ônibus saindo de meia e meia hora para o Centro via Zona Sul, sai por R$ 123,60, conforme informação de um morador amigo.
 Não  surpreende também que tenham chegado a R$ 350,00 aqui na Península.  É só procurar saber quando pagamos pelos ônibus que fazem o circuito restrito ao entorno. Seu custo já é maior do que o estimado para ir até o centro pelo grupo, que trabalhou com o cálculo de dez viagens ida e volta, que terá que ser fatalmente atualizado na medida em que a demanda aumentar.
Por não querer debater a divergência num nível baixo, não vamos contestar os outros itens, pelo menos agora. Mas é oportuno deixar claro que a ASSAPE não tem a estrutura aberta de uma associação de moradores e seu estatuto não foi concebido conforme as exigências do Código Civil, tal como prescrevem seus artigos 53 a 60.
A escolha dos representantes numa assembléia de condomínio considera o número de unidades proprietárias. Assim, num determinado condomínio, a construtora (ou a dona do terreno) tem tantos votos quantos sejam os apartamentos ainda em seu nome. Ela pode decidir a eleição de um representante ao Conselho. A delegação de votos sem procuração aos representantes numa assembléia geral é juridicamente discutível pela sua natureza e gera distorções: um morador vai à reunião com um único voto, o representante com o seu e o voto de todos os ausentes. E a assemblpéia geral é a manifestação soberana dos seus participantes em condições de igualdade.
O que se deseja, à margem dessa discussão, é que a direção da ASSAPE entenda de forma diferente os pleitos dos moradores, somem ou não a maioria.
Quando pleiteiam os ônibus diretos, os signatários da proposta expõem suas razões, que não precisam necessariamente sensibilizar a todos. Isso é da natureza de uma gestão pública, incluindo-se nesse caso a administração de um condomínio ou de uma associação de direito privado.
Se cada serviço que demanda custos tivesse que ser do interesse direto de todos os moradores não teríamos um único serviço.
No caso dos ônibus, essa demanda seria tanto maior na hora em que eles efetivamente fossem disponibilizados.    
O que  temos o direito de exigir de imediato é uma discussão serena e madura, sem esse tipo de uso agressivo de uma publicação que é de todos e não apenas da diretoria da ASSAPE. A tratar do assunto, a revista deveria fazê-lo de forma democrática, ouvindo as opiniões de ambas as partes.
E tudo deveria ser discutido numa linguagem fraternal, sem perder a ternura jamais.

28 comentários:

  1. Caro compenheiro Pedro Porfírio,

    Parece-me que a ASSAPE não tem conhecimento real da organização de uma associação democrática. Se existe a demanda por transportes, o que deve ser feito é ser debatido. Esse debate deveria ser exposto, de maneira clara, a TODOS OS MORADORES do condomínio, não só seus Conselheiros.
    O que me parece um FATO é que o transporte é, sim, um problema gravíssimo no condomínio Península. Primeiro, porque não abarca longos trajetos. O ônibus Quebra-Mar é uma piada: só temos um na frota e ele passa a cada hora e meia. Enquanto os grandes condomínios da Barra da Tijuca prezam por um transporte de qualidade para seus moradores, o daqui resume-se à mediocridade.
    Segundo, pelo acesso ao condomínio dos funcionários. Eles acham que a constante tensão entre motoristas e funcionários é fruto de quê? De má educação ou de um sistema de transporte deficitário? O nosso transporte NÃO pode ser pensado apenas para os moradores. O Península só funciona porque temos pessoas que trabalham aqui para o nosso bem-estar, e precisamos que estas pessoas que passam grande parte do tempo do seu dia (e da sua vida!) aqui dentro sejam, também, OUVIDAS! O trabalhador é parte importante de nosso condomínio, e ele merece condições de trabalho digno, cuja constituição inclui a facilidade de transporte.
    Em terceiro lugar, não só os moradores e os funcionários devem ter acesso facilitado, mas também os VISITANTES (e não dificultado, como manda a "paranoia condominística" que parece prevalecer na mentalidade dos moradores da Barra). Tenho amigos, e muitos moradores também têm, que não possuem carro. Como o ônibus é negado a eles, não têm forma de entrar em nosso condomínio para festas, visitas, reuniões ou qualquer coisa que o valha. O Península não pode ser tratado como um feudo autossuficiente: deve ser integrado à cidade do Rio de Janeiro, e não isolado.

    É isso que eu penso. E a ASSAPE, ao invés de destituir minha opinião (tenho certeza que é a de VÁRIOS, é só parar 10 minutos em um ponto de ônibus descoberto na chuva para ouvir), deve compreender a origem desse mal-estar e fazer de tudo para solucioná-lo, e não ter essa atitude autoritária. Todos nós queremos o melhor para nosso condomínio. As críticas não vêm por maldade ou para difamar a instituição, e sim para melhorá-la. A ASSAPE deveria agarrar essas ideias, e não rechaçá-las.

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  2. Cabe lembrar o quanto a imagem é falseadora, e que o aumento no preço dos imóveis foi geral em todo o Rio de Janeiro, não só aqui no Península. Faz parte de uma estrutura político-econômica muito maior e que a ASSAPE ou desconhece, o que é uma possibilidade real, ou agiu de má-fé.

    http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/rio-precos-de-imoveis-aumentam-ate-700-em-dez-anos-20120420.html

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  3. O servico e pessimo. Eu ja desisti de andar nesses onibus. Ate para ir ao BarraShopping e ao Via Parque, ou eu vou no micrinho do proprio Shopping ou eu vou carro. Fiquei estarrecido com o tipo de controle que a Assape e a Empresa teem. E ridiculo! Na verdade nao e um controle, e uma ficcao infantil de tao insolito.
    Jose Geraldo - Saint Martin

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  4. A Assape já deu. Ou essa administração passa a ter uma postura em prol dos moradores ou será responsável pelo colapso do projeto península...

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  5. Parabéns pelo texto. Um primor na exposição de suas idéias. É muito bom saber que há pessoas como você que se importam com o atendimento às minorias de nossa comunidade.

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  6. Acrescento que realmente somos minoria, como são minoria os usuários das quadras de tênis, de bocha, de futevoley, de basquete, do putgreen. Nem por isto negamos que devam ser mantidas.

    A administração de um condomínio-bairro como o nosso deve estar atenta às necessidades de suas minorias pois somente somos unânimes na necessidade de limpeza, segurança e ordenamento. Todos os demais serviços são para atender a minorias.

    Há muito que o Estado Novo de Getúlio Vargas e o Facismo de Benito Mussolini se foram mas a ASSAPE está se comportando como se fizesse parte destes exemplos horríveis do que pode fazer o poder concentrado nas mãos de poucos e despreparados.

    Lendo as atas de reunião percebe-se que no Conselho Comunitário há pessoas de boa vontade e índole mas parece que são massacradas por outras com voz de tom mais elevado e não tão virtuosas assim.

    Vamos ver se o Gustavo consegue ajustar tudo isto. Acho que precisamos mostrar a ele que pode contar com a nossa ajuda. É uma missão complicada mas ele tem de nos fazer representar.

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  7. Sr Pedro Porfirio,
    Muito obrigado por nos ouvir e nos defender.
    O Sr deveria fazer parte do conselho da Assape. Ou não, caso não queira ser engolido pelos ditadores de lá.
    A reportagem da revista beira ao ridículo, e , mesmo eu, querendo defender o metro quadrado do qual resido, gargalhei ao ouvir que o metro quadrado da Peninsula é mais valorizado que de qualquer outro lugar da Barra... Será que nossos apartamentos estão valendo mais que os apartamentos da praia ? Ou de algum condominio que tenha acesso à praia de balsa ?? Inventaram todos esses numeros. Foi um tiro no proprio pé !!!!

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  8. Constança Teixeira de Freitas20 de novembro de 2012 23:52

    Sr Pedro Porfirio

    Talvez a ASSAPE, os moradores e construtores deveriam se lembrar que só valorizariam mais os empreendimentos na Península.Questão de bom senso e conforto.
    E..se os moradores pedem acredito que a ASSAPE exista para ajudar, contribuir; ou seja deve acatar o desejo de transporte para a Zona Sul e Centro que alias sugiro sejam em vias separadas (Via Amarela e Zona Sul que está um caos no Leblon).
    Se existe um universo de 14.400 pessoas,já é maior que diversas cidades atendidas com transporte público e interestadual.

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  9. A minoria que é permitida pela Assape a estacionar o carro onde quiserem os frequentadores das missas... A regra deveria ser igual para todos.

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  10. Diamantino Ribeiro Salgado21 de novembro de 2012 09:53

    É lamentavel a forma como a ASSAPE vem tratando o tema transporte em nosso bairro. Concordo que um serviço não deva ser oferecido apenas quando atende todos, mas também acho que não seda ser para atender a alguns. Já tive informações que no Rio 2 paga-se cerca de 250,00 por unidade para o serviço de transporte ao centro da cidade. Também eu não gostaria de pagar por um serviço que não utilizo ou uso eventualmente. Neste caso, talvez uma opção fosse subsidiar para termos um serviço mais barato e de qualidade do tipo pay-per-use.

    Tenho dúvidas quanto as decisões da ASSAPE, se são realmente em prol dos moradores. Me parece haver sim um grande conflito de interesses da atual administração com as incorporadoras. A construção deste novo píer, próximo do primeiro em que agregou? Continua não atendendo os mradores da outra margem. A conservação dos parques esta bem “mais ou menos”. Apenas 8% de área construída?! Depende do denominador ou da época. Talvez se considerar a área de espelho d´agua ou se víssemos o bairro ha 10 anos atrás. Basta olhar uma foto panorâmica da península atual que veremos que a área construída é >/= 30%. Preocupa-me a colocação de um ponto final de ônibus nas proximidades em relação ao agravamento do transito (que costuma ser confuso no final das tardes), barulho, sujeira, e excesso de movimento no condominio. Como temos transporte circular frequente para o via parque, onde atualmente esta o ponto final do referido ônibus, não haveria necessidade de transferência. Uma alternativa seria um simples ponto de embarque/desembarque de passageiros ao invés de ponto final.
    Para concluir, acho que questões de interesse coletivo como pex os transportes, deveriam ser melhor debatidos, e decididos pelos moradores através de um plebiscito.

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  11. Concordo que o o problema está sendo mal conduzido por ambas as partes.Um estudo realmente técnico deveria se desenvolvido para definir a necessidade e se for o caso,tipo de serviço, dimensionamento e custo.
    E a partir daí discutir a forma de concretizar o serviço.
    Pergunto quem fez os estudos que chegou aos R$30,00 e os estudo que chegou aos R$ 350,00?
    Não podemos ficar no achismo.Existem especialistas nessa área, inclusive moradores na Península.

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  12. Prezado Porfirio,

    Concordo plenamente, o sistema da Península de longe é ineficiente e muito mais caro comparativamente aos demais condomínios na Barra. Um mistério não é? Por que não me cadastrei para tornar-me usuário nas alternativas oferecidas até o momento? Ora, simplesmente porque ao preço de R$9,00 por trecho, e ofertando somente 2 horários pela manhã e 1 a tarde para retorno, isso é simplesmente ridículo...afinal isso representaria R$400/mes, no mínimo. Onde está a competitividade?

    Trabalho na Av Rep do Chile, no Coração do Centro do Rio, atualmente faço uso de 3 modais: carro-onibus-metro, e levo 1h pela manha e 1:30h no retorno à noite, isso no mínimo. O metro/onibus custa R$3,20/trecho, ou R$141/mes. O estacionamento do carro custa $ 2,50/dia, ou seja, $55/mes. No total gasto R$ 196. Tenho um gasto de combustível de R$ 80/semana. No mes portanto $ 516. Portanto, creio que o onibus Península em princípio poderia custar entre R$150, R$ 200/mes...talvez no máximo e R$ 250/mes.

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  13. O pior é que só pensam em quem trabalha no Centro e em como chegar o mais rápido lá. Esse grupo, com certeza não é a maioria. Temos que pensar na quantidade grande de crianças e jovens que estudam na zona sul. Diversos moradores da Península estudam na Puc (Gávea), na UFRJ (Urca), na FGV (Botafogo) ou na Unirio (Urca). Outros, como eu, trabalham em bairros da Zona Sul. Trajetos para o centro via zona sul (orla e jb/botagofo) são as opções que vão agradar um maior número de pessoas.

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    1. Danielle, a questão do centro só é um ponto que está no debate, mas a causa é maior que isto! Muito bom lte-la por aqui.

      Abs.

      Jacqueline Accioly.

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  14. Pedro Porfirio, seu texto é perfeito. Deixo claro que não sou usuária do transporte atualmente oferecido pelo condominio o qual pago em dia, mas fato é que o Peninsula se torna um bairro isolado e de dificil acesso. Me pergunto é bom? Pra quem? Temos vans circulando e a tendência é aumentar, temos a poluição dos nossos carros, pois sair daqui sem esperar por um ônibus cheio é uma realidade, pagar mais por um serviço também, pois existe a alegação que chegar aqui é complicado... enfim! Onde está a ASSAPE para dizer que nosso patrimônio valorizou mais. Eu comprei meu apto. em 2006 e o mesmo valorizou menos que outros condominios por conta da liquidez e da oferta. Trabalhei com empresas com expatriados cujo corretores não indicavam o Peninsula, uma vez que as esposas / familias ficariam restritas a saírem sem a dependência de carro ou motorista e pela ausência de transporte seguro. Moramos num bairro de luxo, então porque não oferecer para todos um serviço digno de transporte para seus moradores, independente do custo. Cadê a transparência na escolhas dos fornecedores de conservação, de segurança que só vem diminuindo, a vergonhosa segurança na nossa portaria (que é de acesso público). Antigamente a portaria principal avisava aos prédios a entrada de visitantes, hoje isto não existe. O controle de segurança que pagamos é ilusório, enfim... estamos debatendo aspectos que vão além do transporte e sim da forma que esta administração vem sendo conduzida. A estrutura da Assape tem Diretor, Diretor Adjunto, Gerente etc... se isto funcionasse ótimo, mas hoje é uma empresa e com fins sim políticos e de uma minoria que só está olhando só para seu umbigo e bem estar ou até mesmo um futuro político. É uma simples e humilde opinião, pois prefiro deixar meu julgamento de lado e olhar para um futuro melhor, onde TODOS deveríamos abraçar de fato a causa de termos uma bairro eticamente administrado para todos.
    Ats. Jacqueline Accioly

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    1. Concordo plenamente, Jacqueline. Hoje moramos num lugar problema, pois são muito mais e maiores os problemas do que as virtudes, culpa da má administração, talvez falta de vontade, de competência. Fato claro e agora público é que esta Assape (com seus milhões de cargos e cabides) não trabalha para os seus associados, mas sim para os interesses das incorporadoras e para os desinteresses do conselho comunitário, que também representa as incorporadoras. Hoje não temos mais segurança em nosso entorno, onde há relatos de assaltos nas trilhas em plena luz do dia. A entrada é totalmente liberada nas cancelas, cuja conservação é deprimente, toda esburacada, assim como as vias internas e calçadas. Os carros, cada vez mais numerosos devido à falta de um SISTEMA EFICIENTE DE TRANSPORTE COLETIVO, andam a mais de 80km, inclusive alguns ônibus nossos e caminhões que prestam serviço às construtoras e às reformas em edifícios, esses então estacionando em qualquer lugar, sem respeitar os locais de vagas para prestadores de serviço em cada condomínio, fora as pessoas que trabalham no O2 e próximo à península, no Via Parque, que estacionam seus veículos ao longo da Av dos Flamboyants durante todo o dia de segunda a sexta, pois nos finais de semana nosso condomínio é usado como estacionamento dos usuários do Barra Show, saindo muitas vezes embriagados pelas vias da península, o que poderá causar um acidente grave. Isso também sem falar das vans e ônibus piratas que já circulam por aqui também. Será que nada disso é visto pelo enorme número de funcionários da Assape, seus milhões de cargos de diretorias e assessorias? Será que esse presidente acha que viver na península ainda é maravilhoso assim como há 5 anos atrás??? Desculpem, mas do jeito que a coisa vai, estamos caminhando em passos largos para um colapso total de nosso bairro conceito...

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  15. Prezado
    Quem lê seu comentário e não conhece a Península vai achar que este o pior lugar do mundo para se morar.E não é verdade!!!!!!!
    Problemas sempre vão ter. Concordo com o problema de segurança mas temos que levar em conta que as vias da Península são públicas e o que a ASSAPE pode fazer é dificultar a entrada mas não proibi-la.
    Em relação ao transporte para o Centro e Zona Sul, repito que o tema está sendo mal conduzido pela ASSAPE e o grupo de moradores a favor

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  16. Eu minha esposa acabamos de colocar nosso apartamento à venda, diante da falta de perspectiva de resolução para esse problema que mina a nossa qualidade de vida dia a dia. Ambos trabalhamos no centro e o itinerário península - centro é uma verdadeira via crucis. A intransigência da ASSAPE, que escancaradamente carece de legitimidade para representar os moradores da península, dado os interesses escusos que representa, afastará muitos outros moradores e potenciais moradores. Uma pena. Boa sorte a quem fica. E paciência...

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