domingo, 4 de novembro de 2012

Porque investimos num recanto diferenciado por seus encantos, conquistas, promessas e sonhos


Pensar grande é de bom conselho para quem precisa entender o alcance da nossa qualidade de vida


"Quando me mudei para a Península pensei na liberdade, natureza, silêncio, espaço e prédios lindos com serviços".
Constança Teixeira de Freitas, em comentário no nosso blog
 

Tendo me colocado a favor da contratação de ônibus diretos,  imagino que sua proposta ainda deve ser entendida no plano das intenções.  Não me parece um projeto finalizado e a planilha de viagens sugerida  deverá ser refeita para alcançar a abrangência real, inclusive na questão dos horários, considerando a demanda potencial, uma vez assimilada a idéia pelo Conselho da Assape.
 
Observo que ela também ainda não foi compreendida pela maioria dos moradores, a julgar pelas adesões ao abaixo assinado na internet, fato que se pode atribuir às mais diferentes causas que precisam ser avaliadas no sentido de motivar uma mais ampla discussão.

É por isso que volto a tratar do assunto, que diz respeito diretamente a você. 

Uma questão de coerência

Em princípio, a disponibilização de transporte coletivo próprio está na essência do projeto de vida da Península e deve ter sido pensada nas suas origens. Se não fosse assim, não teria sentido sequer a existência de controles nos acessos ao espaço "público", os gastos por nossa conta  com serviços de responsabilidade da Prefeitura e do Estado, inclusive com seguranças particulares além dos já pagos em cada condomínio,  e a consciência de que toda essa área é gerida por nossa associação porque é nossa, de fato e "de direito".

A Península não é um aglomrado de beira de rua e impõe soluções próprias, condizentes com sua natureza e até mesmo com sua localização.  Quando viemos para cá imaginamos que essas soluções incluiriam a gestão dos nossos deslocamentos, independente de termos nossos próprios carros.

Para que tenhamos uma solução "redonda"

A vida de cada um de nós não se resolve apenas numa das pontas - isto é, na qualidade da moradia oferecida pelos condomínios.  Limitar a tanto é fermentar o contraste e acentuar as frustrações na travessia do nosso pequeno mundo confortável para o mundo tumultuado onde vamos prover nossa subsistência e nossos filhos vão buscar o conhecimento.

Entender isso é condição matriz na compreensão de uma qualidade de vida que não se afigure uma meia sola. Se não buscássemos a paz e o conforto por inteiro, suprindo todos os itens de um portfólio abrangente,   melhor seria irmos para o burburinho dos bairros onde, em compensação, temos à mão tudo de uma grande metrópole. E onde a tensão, o desconforto e as pressões urbanas são assimilados "numa boa" como fatos consumados.

Uma lacuna no projeto de grande alcance

A inexistência de um sistema coletivo próprio de deslocamento aos nossos destinos laborais  saturados é uma lacuna que não se coaduna com a concepção filosófica de nosso projeto de vida, um resgate em linguagem moderna do sentimento de bairro vicinal de nossos ancestrais.

Aqui, não há previsão de que teremos acesso aos transportes públicos de massa e de qualidade, como o Metrô, assim como não se percebe nas políticas oficiais de transporte qualquer sopro de nossas carências. O que se faz hoje, ao contrário, é estatuir a nossa Barra da Tijuca  como corredor para Campo e Grande e Santa Cruz, dotando-lhe de equipamentos custosos de ligação intermediadora nessa direção.

Quando se pede um projeto próprio de transportes, não se pensa em uma tentativa de isolamento "elitista" ou de um confronto com o mundo de onde viemos e para onde somos obrigados a ir todos os dias. Mas de dar no  âmbito do nosso pequeno núcleo as soluções que a macro-cidade não tem como resolver, devido à sua latitude. Soluções que significam mais vida decorrente da redução do estresse e na proteção profilática diante um ambiente urbano traumatizado e conflituoso.

O projeto de vida na Península tem tudo para ser o eldorado do Rio moderno, a resposta mais sábia e mais lúcida às vicissitudes de uma urbe ingovernável, vulnerável e sujeita a ventos e tempestades. Realizá-lo em sua plenitude é exigência prima, sob pena de ver abortado todo o seu arcabouço de múltiplas premissas e facetas.

A deturpação do eixo da questão

Nessa discussão sobre a contratação dos ônibus o mais deplorável é brandir o acréscimo de custos como impeditivo de um benefício dessa magnitude. Numa análise inteligente, não há exagero em dizer que o sistema de micro-trajetos em vigor sai muito mais caro, dado ao seu custo-benefício infimo. Tanto que, além da condução em trechos restritos, pode-se ver o gasto onerado com ônibus parados em fila na Av. dos Flamboyants durante a maior parte do dia.

 É certo que nem todos usarão os ônibus - eu, inclusive. Mas amesquinhar a questão a isso é  desprezar a lógica da convivência e agredir os fatos, não só nível da Península, como na própria cidade. Tal só seria legítimo se outros custos fossem questionados, como a manutenção do entorno até o Barrashopping, que pagamos, e os valores de alguns serviços.

Nesse caso, poderíamos dizer ainda que nossos enormes gastos com segurança, para além dos portais dos nossos condomínios,  são redundantes em relação às obrigações do poder público. O mesmo sobre a manutenção das ruas e parques, quadras, campo de futebol, lazer dirigido, esse rol de serviços, muitos dos quais a maioria não usa,  que já nos custa mais de R$ 1 milhão por mês.

Compreender nossa natureza é preciso 

Aliás, vale lembrar que qualquer um pode questionar a existência de portarias de acesso à Península, o que, aliás, já foi objeto de reportagens na mídia. Sua existência é uma conquista consuetudinária, ou seja, é garantida pelo direito fundado em hábitos e costumes. Mas não é consensual a nível da população.


Na Senador Dantas, um edifício-garagem cobra diárias
 de R$ 52,00.  E este não é nem o estacionamento mais caro
da cidade.  O que você acha?
O ônibus de grupo é prática na maioria dos condomínios da Barra e já foi também até um plus que grandes empresas ofereciam (alguns ainda oferecem)  a seus empregados porque é um ganho pragmático numa cidade onde não há lugar para estacionar sem gastar uma fortuna ou expor-se a multas, reboques e transtornos perversos.

No caso da Península, esse serviço sempre povoou nosso imaginário e foi usado como  atrativo por corretores interessados em boas vendas.

O problema não é  saber se o serviço é devido  aos moradores, mas compatibilizá-lo com a demanda inconsciente que brotará quando de sua implantação.  Essa, sim, deve ser a discussão travada a partir da assimilação do serviço pela Assape como resposta coerente a uma exigência dos dias de hoje, em que tentamos salvaguardar uma cidade diferenciada por seus  encantos, conquistas,  promessas e sonhos.

Isso é o que se espera de quem pensou grande ao vir para este oásis que não pode virar uma ilha sem comunicação racional, sábia e plausível com os outros paradeiros  de nossas vidas.

24 comentários:

  1. Quando vim morar na Península estava crente de que teria ônibus, como outros condomínios. Perguntei sobre os ônibus mais de uma vez ao corretor que me vendeu o apartamento e ouvi dele a garantia de que isso iria acontecer tão logo houvesse uma procura. Estou aqui há dois anos e nada.

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  2. Esse onibus pro centro tem que acontecer.

    Acho que tem uma demanda em horario inverso no O2. Por ex. Deve ter uma demanda para vir da Zona Sul pela manha, quando o onibus do Peninsula voltaria vazio.
    Vamos pensar!
    Enviado via peninsula@pedroporfirio.com

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  3. Quando comprei o apto coloquei um pre-requisito ao corretor : ônibus para o centro.
    Ele me garantiu, que assim como o Rio 2, Parque das Rosas, Pedra de Itauna, barramares, Riviera, ABM e etc, haveria ônibus na Peninsula para o Centro.
    Essa promessa aconteceu há 3 anos atrás... Até agora nada. E, pior, temos a certeza de que os corretores continuam vendendo apartamentos com essa promessa... coitados dos novos compradores... serão sofredores amanhã...

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  4. Não seria o caso de termos uma reunião com a ASSAPE sobre isso ? A inexistência de linhas regulares de ônibus para o centro me parece inaceitável.

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  5. Sou contra a implantação deste tipo de transporte. O correto seria a pressionar a Prefeitura (a ASSAPE e os outros condomínios com transporte)permitir a entrada do transporte dos condomínios entrarem no terminal Alvorada para embarque e desembarque de passageiros e assim alimentar o sistema de transportes municipal e intermunicipal existente.
    Esse dimensionamento que circula junto com o abaixo assinado é irreal.
    Só um exemplo: Nos horários de maior demanda os moradores que moram em condomínios que ficam no final do percurso ficarão dificuldade de atendimento como já acontece hoje quando os ônibus passam lotados.
    No sentido inverso , a noite,Se o ônibus partir às 18 hs da Praça Mauá,com certeza lotará ao longo da Av. Rio Branco.E o pessoal que está ao longo do resto do percurso?Vão ficar até que horas esperando ?
    Conclusão: vão continuar utilizando o transporte próprio (automóvel)
    pois não sabem se vai ter vaga no transporte do condomínio.
    E com isso a implantação deste tipo de transporte pode gerar efeito contrário ao pretendido, tirar o carro particular das vias e comodidade aos moradores,pois teremos os coletivos e mais os veículos particulares que continuarão circulando.
    Espero que os que são a favor do transporte para o Centro e Zona Sul parem e pensem.

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    1. Isso se resolve com inteligência e planejamento. Morei no Barramares e isso nunca aconteceu pois em horários de pico tanto de ida como de volta aumentavam a frequencia dos ônibus.

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    2. Não entendi... Não somos nem 3% querendo transporte, e de repente, 5 ônibus não serão suficiente para atender a enorme demanda ?? Poderia me explicar melhor ???

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    3. Poderia sim.Não são os 3% que pagariam pelo serviço e sim os 100%. Sendo assim os 97% teriam o direito de usar tb na hora que quisessem.

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  6. Boa abordagem e que muito me interessa. Estou em busca de imóvel na Barra por ter ampla área de lazer para meus filhos. Será minha primeira experiência nesse bairro. Como moro e fui criado em Ipanema, estou acostumado a praticidade e acessibilidade de um modo geral. Pois bem. Sei da falta de transporte comunitário no Peninsula, mas mesmo assim o local me agrada por "N" motivos.

    Minha visão externa e como um provável futuro vizinho de vocês, não poderia deixar de endossar integralmente as opiniões favoráveis ao transporte para o Centro.

    E ouso até incluir mais dois motivos nessa bandeira:

    1) a liquidez dos imóveis encontra-se seriamente abalada, em razão deste distanciamento para o mundo real. ISTO ASSUSTA COMPRADORES, ao menos aqueles que pensam na logística de seu cotidiano. É INACEITÁVEL (repito, minha visão é externa), pagar mais de milhão e meio num imóvel isolado do mundo, que sequer provê ligação com o mundo externo. Deveria, no mínimo, ter transporte comunitário para o metrô de Ipanema e, nos horários devidos, para os colégios. Com isso, meus caros, Nova Ipanema, Mandala, ABM, Rosas, Barramares, etc... saem na frente. Aliás, qual o motivo de terem imóveis bem mais antigos a preços semelhantes aos de vocês, recém construídos?

    2) é igualmente inaceitável, levantar a bandeira de condomínio ecológico e continuar - de forma velada e tácita - contribuindo para o uso indiscrimidado de carros. É um condomínio ecológico ou não. Ou continuará fechado e torcendo o nariz para o mundo externo, a vida real fora do do Eldorado. É um CONTRASENSO! SOA DEMAGÓGICO EM DEMASIA!

    Por fim, com relação ao comentário do anônimo acima, essa visão de fazer de pressão no Poder Público traz boa dose de romantismo. Talvez até pedância. A bola não está cheia assim....

    Desculpem-me a intromissão nesse assunto que (ainda, talvez) não é meu. Mas o condomínio de vocês (onde, por acaso, estive ainda hoje de manhã) é muito lindo e o isolamento, desculpem-me, poderá trazer seríssimas consequências ao patrimônio dos proprietários.

    Cordialmente,
    Antonio F. Moreira Jr.

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  7. prezado Antonio
    O perfil do morador da Peninsula não é de usuário transporte coletivo. Vide o abaixo assinado que só tem em torno de trezentas assinaturas num universo de milhares de moradores.

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    1. Aahhh, perfil... agora tá explicado!

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    2. vc é um equivocado. pena!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    3. Comprei um imóvel no Península e estou muito arrependida, trabalho no centro e tenho enormes dificuldades para chegar ao meu local de trabalho, a beleza que o condomínio oferece não vale ao sacrifício que passamos para nos deslocarmos para o Centro, Zona Sul...Estamos em desvantagem em relação a todos os condomínios da Barra, que possuem transportes para o Centro, fico na Av Rio Branco ou no Metrô em del castilho horas esperando um transporte para chegar a minha residência no tão famoso condomínio Península, enquanto vejo os ônibus dos outros condomínios passando, e eu lá...
      O condomínio Península já ganhou um rótulo " Como o condomínio que não tem ônibus para o centro". Todos os meus amigos me peguntam isso, e o que devo responder? Essa pergunta estou até hoje fazendo a Assape e não obtenho resposta.
      Se tem poucas assinaturas no abaixo-assinado é porque o mesmo não foi levado ao conhecimento da maioria dos moradores, somos muuuuitos os interessados em ônibus para o centro. Sou a favor!!!

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    4. Impressionante como tenho vizinhos imbecis que pensam que para morar nesse condomerda têm que ter "perfil" adequado. Perfil de quê, o porra? Quando procurei apartamento aqui, vim levado por um corretor. Eu nem sabia que existia península. Quando vi, fiquei apaixonado, quis fechar negócio de imediato. Quando fui assinar, o corretor veio com uma conversa de que um tal de Trizuzi da Carvalho Hosken tinha avaliado meu "perfil" e tinha recusado vender o imóvel pois o meu perfil não era de morador da península? Eu fiquei pasmo com o tratamento discriminatório e preconceituoso nem sei pelo que, e só de raiva eu comprei uma unidade 100 mil reais mais cara sendo que sem intermediários nem "Trizuzis" analistas de perfis de compradores. Também fui ludibriado pelo corretor com a conversa do ônibus e hoje, 5 anos depois, penso que continuamos a ser "avaliados" quando pleiteamos por um transporte digno aos moradores. Lamentável a atitude da Assape. Penso que se fizessem um levantamento dos moradores que se utilizam das quadras de tenis, campo de futebol, etc, seria uma minoria ínfima, perto do universo de 15 mil moradores, talvez nem 0,5%, que corresponde a 750 moradores... E porque não nos oferecem um espaço de apenas uma página para divulgarmos nosso ponto de vista e nosso site da petição pública com abaixo assinado??? Essa forma de manipulação da mídia lembra-me da ditadura!!!

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    5. Pelo seu palavreado realmente vc não deveria morar aqui

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  8. Bom texto.

    Sr Porfírio, hoje, sábado, dia 17/Nov/12, foi entregue em meu correio a Revista da Península (Nov/12). Achei estranho, 4 anos morando aqui e não recordo da entrega no sábado. O assunto de capa é sobre TRANSPORTE. Ficou ainda mais esquisito pois essa semana teremos duas reuniões sobre este assunto:
    - Dia 19 de Novembro (segunda-feira), 10 hs na ASSAPE
    - Dia 22 de Novembro (quinta-feira), 19:30, salão de festas Península Style
    A revista traz na capa “TRANSPORTE” Fatos e Boatos. Fizeram uma “matéria” (entre aspas) violenta, agressiva, desvirtuou o debate. Não acho que esse é a maneira correta de debater qualquer assunto. Será que ter a opinião contrária a associação é proibido? Porque essa agressividade? E quando existirem outros assuntos divergentes, a maneira de debate será assim?
    Desculpe mas, em minha opinião, uma associação com essa postura não consegue representar ninguém.
    Grato pelo espaço, obrigado pela atenção
    Att
    Rodrigo Cunha

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  9. Prezado JrLu:

    Sou morador da Península e resido na Barra da Tijuca há mais de 20 anos. Morei na zona sul até os 10 anos de idade, mas foi aqui que eu encontrei uma infância saudável por conta da liberdade proporcionada pela estrutura de lazer dos condomínios aonde morei. Já morei no Riviera, no Santa Mônica, no Solar da Barra e no Jardim Oceânico, ou seja, conheço todas as partes do bairro. Esse prefácio é apenas para lhe dar um "currículo" do meu conhecimento sobre o bairro para justificar o conselho que eu te darei a seguir: NÃO COMPRE APARTAMENTO NA PENÍNSULA. Venha para a Barra, que eu garanto que você não se arrependerá, mas estude muito bem as opções que você tem. Todos os condomínios que você citou e outros (Mandala, Novo Leblon) têm ótimas áreas de lazer, algumas tão boas quanto a da Península e, além disso, melhores localizações e o transporte público. Uma característica dos condomínios da Barra é a tranquilidade que eles têm, pois são afastados das vias principais. Isso não é exclusividade da Península! Porém, esses mesmos condomínios, em geral, têm comércios mais próximos (é verdade que o shopping da Península será inaugurado, mas ainda é pouco) e muitos deles possuem balsa para a praia. Espero que essas dicas ajudem você a tomar a melhor decisão possível.
    PS: Muitos devem pensar: se você não gosta da Península, por que ainda mora aí? Bom, como muitos, me decepicionei com o condomínio e já tomei a decisão de que me mudarei daqui para algum outro condomínio da Barra que tenha as características que me agradam. Como diz o bom ditado: os incomodados que se mudem. Só quero ver o efeito disso sobre os preços relativos dos imóveis da Península quando todos os incomodados tomarem a mesma decisão que eu...

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    1. Pois é, meu caro...

      Eu já havia morado na Aldo Bonadei em 93/94 e, já naquele tempo levava em certos dias quase duas horas em meu carro no rush matinal no percurso Jardim Oceânico até meu trabalho de então, em Copacabana. Tentar fugir pela Niemeyer e ver que também está inacessível, de fato é desanimador.

      Mas, a Barra me agrada como bairro de um modo geral, bem como por excelente lazer, qualidades que inegávelmente também tenho em Ipanema. Comparativamente, as crianças nem tanto. No que tange ao trânsito, farei um esforço pelas crianças.

      Sei das outras opções de condomínios também. O que minimiza a questão do alto desgaste no trânsito é sem dúvida o ônibus do condomínio. Não há racionalidade em deixar de tê-los. AFINAL, PODERÁ SER POR SOMENTE DOIS ANOS, ATÉ A INAUGURAÇÃO DO METRÔ NA BARRA, continuando, a partir daí, a circular somente para a estação. Leva a mal não: que discussão vazia, pois a comodidade deve existir sempre em um local de bom nível.

      Alguém acima gabou-se de ter um metro quadrado de 11 mil, o que na prática equivale a Botafogo. Entretanto, não há liquidez, pois a procura não é a mesma daquele bairro. Assim, em verdade, para uma revenda do imóvel (que é o que importa para o cidadão comum - e acho que este é maioria também aí), é não se consegue negociar o metro quadrado a 11mil, a não ser na mão das construtoras, que vendem o sonho do primeira locação a prazos dilatados.

      Acompanhei, também, a demonstrada disparidade de preços pagos às empresas pelos condomínios da Barra e o que a ASSAPE orçou. Que coisa.... fiquem de olho vivo!

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