sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O outro lado da inadimplência indigesta


No “ Península Office” alegam que a Assape já sabia há mais de um ano da intenção de saírem fora

Um ex-proprietário do “Península Office” fez chegar a moradores do San Martin a versão do “outro lado”.  Segundo ele, a Assape já sabia há  um ano da disposição dos condôminos do prédio comercial de cancelarem o pagamento de suas cotas, já que não se consideravam beneficiários do espaço e dos serviços da Península.
O imponente condomínio colado à
Península avisou que ia pular fora
Veja o que consta de seu e-mail, que me foi reenviado:

A ASSAPE está agindo de forma, no mínimo, estranha

Eu fui proprietário de sala comercial no Península Office e desde o final de 2011 a ASSAPE foi chamada diversas vezes para conversar sobre essa taxa. Foi entendimento da maioria dos proprietários de lá de que essa cobrança era abusiva, uma vez que:

- O acesso ao prédio é independente da Peninsula;

- O registro do prédio na prefeitura e nas escrituras é da Av. João Cabral de Mello Neto;

- A Cyrela e a Carvalho quando venderam as salas destacavam justamente esse fato do prédio não fazer parte da Península;

- A Assape não dava direito às pessoas do Office frequentarem a Península, nem utilizar o transporte;

- Também não permite que pessoas do Office estacionem dentro da Península. Entre outros ...
Ou seja, a Assape quer receber os valores sem absolutamente nenhuma contra-partida para o Peninsula Office. Mas isso é outra discussão ...


O ponto é que a ASSAPE sabe disso há mais de 1 ano. Eles inclusive mandaram representantes em 2 ou 3 assembleias do condomínio.


Quando foi em maio/junho, foi realizada uma assembléia, que contou com a maioria dos proprietários, que mudou o estatuto do condomínio, retirando do mesmo a obrigatoriedade de cobrar e repassar a taxa para ASSAPE, ficando cada proprietário responsável por pagar ou não a taxa.


A Assape sabe disso faz tempo e nunca divulgou. Por que não ajustou seus orçamentos já que sabia que não ia mais receber esses valores ?


Por que agora vem com essa desculpa de caixa baixa ?


Mais importante: por que não divulgou absolutamente nada até o momento ?”

O outro lado do outro lado
Reclamando de barriga cheia
Independente da forma catastrófica e misteriosa como a diretoria da Assape tratou essa questão, omitindo-a a deliberadamente do conhecimento dos moradores-contribuintes-compulsórios, considero que a direção do “Península Office” está reclamando de barriga cheia.
Dizer que “a Assape não permite que pessoas do Office estacionem dentro da Península” não é verdade. As ruas conservadas com o dinheiro dos moradores da Península fazem a festa de quantos querem evitar pagar estacionamento, em qualquer dos condomínios comerciais adjacentes, inclusive o “O2”, que fica do outro lado da rua, e até do Via Parque.
Afirmar que a “Cyrela e a Carvalho quando venderam as salas destacavam justamente esse fato do prédio não fazer parte da Península” contrasta com os próprios anúncios vinculados na época. A peça principal de propaganda era exatamente uma foto aérea da Península e a frase: “Surge o 1° primeiro edifício de escritório da Península”.
Para valorizar o lançamento, a Cyrela pôs o "Office,"
em peça comercial, vinculado à Península
Isto significa que o projeto de engenharia do edifício colado ao “Way” deve ter redes ligadas, inclusive o sistema de esgotamento. A relação é muito mais profunda e não são poucos os moradores da Península que compraram salas lá.
A conservação dos jardins e da própria rua em frente ao Office é feita pela Assape. A segurança que pagamos beneficiaria muito bem aos dois prédios comerciais se funcionasse de fato. 

Quando nos mobilizamos para exigir providências do poder público nas áreas de segurança e conservação, pensamos igualmente nos proprietários no Office.

Infelizmente, porém, faltaram à diretoria da Assape competência, firmeza, capacidade de negociar e transparência no trato desse episódio. Faltou a legitimidade de quem está à sua frente por obra e graça de uma meia dúzia sem lastro comunitário,  sincronizada  com quem tem pouco  a ver com a nossa realidade de hoje.  Até porque a Península ganhou uma dimensão muito maior, exigindo dos seus gestores o mínimo de conhecimento de causa, experiência, coragem pessoal e despojamento.

O outro lado do outro lado do outro lado
Um conflito de hábitos
Conversando com um morador que é proprietário também no Office, fui alertado para a diferença de expectativas de um condômino de prédios comerciais e o de residenciais.
Segundo ele, a taxa atribuída à Assape lá era a mesma que pagamos. No entanto, nenhum proprietário lá se sentia à vontade para usar nossas quadras de tênis e outros serviços oferecidos na Península.
Ele confirmou que a Assape não autorizava o uso do ônibus pelos funcionários dos escritórios instalados no Office. E perguntou: Qual a vantagem de contribuir para a Assape com tantas limitações?

Para ele, são situações muito diferenciadas e conflituosas, pela condição de quem faz daqui a sua moradia e de quem vem só para trabalhar e vai embora no final do dia - vínculos praticamente opostos.
Tudo isso, infelizmente, vem sendo mantido longe do conhecimento dos moradores e,  provavelmente, dos próprios conselheiros, já que o “Diretor Geral”, na prática,   não atua subordinado ao Conselho, nem mesmo ao próprio presidente.
Um outro morador mais atento chegou à conclusão de que a diretoria da Assape não tinha interesse numa assembléia com grande participação e enumerou as razões de seu entendimento:
 1. <!--[endif]-->Até hoje, dia 25, a Assape não enviou qualquer circular diretamente aos moradores, convocando para a Assembléia Geral Extraordinária que deliberará sobre a “utilização do Fundo de Reserva para cobrir inadimplência”.
  2<!--[endif]-->O próprio edital publicado no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, de acesso restrito, sequer põe o nome da Assape na cabeça, como é comum e nem põe no título o indicativo de ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA. Ao contrário, aparece apenas AMIGOS DA PENÍNSULA e o informe Edital de Convocação.
Num universo de 14 mil moradores, é constrangedor ver
vazia a assembléia que elegeu a atual diretoria.
A Assembléia que escolheu a atual diretoria não tinha quase ninguém: a olho nu poder-se-ia contar 30 pessoas, acontecendo, inclusive, ausência de alguns conselheiros. Esse seria o mundo ideal da atual cúpula da Assape.
A Assape parece envolta numa redoma e num faz de contas. Durante a reunião aberta do dia 16, foi dito que os conselheiros teriam levado aos moradores o teor do plano sobre segurança.  Isso não aconteceu em nenhum condomínio. Em muitos casos, alguns representantes não se sentem obrigados a discutir com seus vizinhos assuntos levantados no Conselho.
A Assape está devendo aos seus associados compulsórios (algo sem muita sustentação jurídica) uma explicação sobre esse impasse com o “Península Office”. Já tem gente querendo conhecer a ata da assembléia desse condomínio, por que acredita pouco numa mudança real nos métodos antidemocráticos da diretoria da Assape. E quer propor posição semelhante aos seus vizinhos.
Ao mesmo tempo, no entanto, muitas pessoas estão se organizando para participar mais das assembleias dos seus condomínios, a fim de influir na eleição dos representantes junto à Assape, de forma a reoxigená-la no processo sucessório de abril.


Acessos surpreendentes: às 3h20m de hoje, dia 26, já tinham acessado ao nosso blog SOMENTE NAS PRIMEIRAS HORAS DA MADRUGADA,  174 pessoas, conforme o sistema de controle do Google. Somente esta matéria estava com 168 visualizações.  Ela foi postada ontem, às 1839m. Veja o quadro:

É mais do que importante sua presença na Assembléia do dia 29, às 19h30m, no Barra Experiente (ao lado da entrada 2).


29 comentários:

  1. Pois eu acho que a postura da ASSAPE neste caso do desvinculamento do Office foi a mais sensata. Não faz sentido nenhum um prédio comercial com centenas de salas fazer parte da comunidade da Península. Esta discussão não faz sentido algum e não deve preocupar a ninguém. Só espero que a ASSAPE nos esclareça rapidamente sobre que espécies serão plantadas na área a ser reflorestada na rua dos Jacarandás. Espero que não sejam Carvalhos.

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    1. Fernando
      Não foi a Assape que expulsou o prédio comercial, como se infere de suas palavras. Foi o "Office" que decidiu não pagar mais. Isso em junho de 2012. Pelo que está exposto, a Assape tentou manter essa arrecadação a qualquer custo. E agora publica um edital no Diário Oficial que ninguém lê para ter uma assembléia que referede a transferência do dinheiro do Fundo de Reserva para cobrir a alegada inadimplência, sendo que nos balancetes publicados - o último de setembro - não se fala em déficit. Pelo contrário. Mesmo sem receber os R$ 30 mil do "Office", há sempre um dinheiro sobrante. Permita-me a pergunta: Qual a sensatez nessa postura?

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    2. Pedro, acho que eu fui muito sintético. Eu me referia à suposta omissão da ASSAPE em relação à saída do Península Office. Um prédio comercial do lado de fora da Península. Acho que eles não tinham mesmo que estar pagando taxas à ASSAPE sem ter contrapartidas desta. E também quis dizer que este desligamento não deveria produzir nenhum déficit nas contas da ASSAPE, já que esta não tem custo com o Península Office. E além disto não abrimos precedentes para novos escritórios comerciais na rua dos Jacarandás.
      Espero ter esclarecido meu ponto de vista. Estou agora fechando mala para viagem hoje à tarde. Abraço e bom fim de semana. Dia 2 de fevereiro estarei lá, se Deus quiser em nossa reunião.

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  2. Continuo sem entender por que até agora a Assape não me mandou comunicado sobre a Assembleia para utilizar o Fundo de Reserva para cobrir inadimplência.Vai ter ou não essa assembléia?

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    1. Claro que sim!!! Vamos comparecer!!!

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  3. Adriana (Green Garden)26 de janeiro de 2013 02:00

    Aqui no Green Garden ja colocaram uma copia da convocacao nos elevadores. Esperamos a presenca de um grande numero de moradores! Nao podemos assistir passivos. Precisamos, pelo menos, entender qual eh a real situacao.

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    1. Adriana, participo do grupo de moradores que estão propondo a mudança no sistema de transporte e estamos buscando pessoas do Green interessadas em nos ajudar a divulgar nosso abaixo assinado. Podemos contar com vc? Qual o seu email? Abraços..

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  4. Sr. Porfirio, fico triste em constatar como um profissional de jornalismo desde 1961, chega nos dias de hoje publicando noticias sem qualquer cuidado em apurar os fatos e as verdades por traz de um assunto. O que esta escrito em seu blog nao retrata as acoes tomadas pela ASSAPE, com anuencia de seu Conselho Comunitario, com o devido suporte juridico e tambem com o aval do Conselho Fiscal, que inclusive o Sr. faz parte como membro suplente.
    Na ultima reuniao aberta aos moradores pude explicar como funciona a Assape, porem acredito que o Sr. ainda nao entendeu, ja que continua a insistir que a Diretoria foi eleita em assembleia com aproximadamente 30 moradores. Quanto ao Plano de Seguranca continuo a afirmar que enviamos a todos os condominios, a discussao e o projeto aprovado, porem se em alguns condominios os Conselheiros / Sindicos nao o divulgaram seria um problema interno de cada um, em meu Condominio foi divulgado pelos meios internos, acho que esta postura deva ser cobrado aos responsaveis e nao acusacoes a Assape
    Gostaria muito de sua presenca e de todos os moradores na proxima reuniao, para poder lhe passar todas as informacoes e acoes da Diretoria da Assape. O que nao falta a atual Diretoria e Conselheiros Comunitarios e Conselho Fiscal seriedade, competencia, capacidade de negociacao, e principalmente transparencia em suas acoes.

    Espero sua presenca na proxima reuniao.

    Claudio Moraes
    Comselheiro Comunitario Atmosfera.

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    1. Cláudio
      Com todo respeito e carinho, reafirmo minhas observações contidas nessa matéria. Na terça-feira passada, conversei com vários moradores no futebol (que tem gente de pelo menos 15 condomínios) e ninguém tinha sabido de nada sobre o plano de segurança. Ao contrário, há muito ceticismo. Esse PODERIA TER SIDO POSTADO TAMBÉM NO SITE DO PENISULANET ter sido objeto de matéria na REVISTA PENÍNSULA.
      Além disso, fiquei espantado com o fato da Diretoria não ter convocado os moradores diretamente para a Assembléia do dia 29, a fim de conhecer e discutir a questão da inadimplência, limitando-se a fazer a convocação no DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, que ninguém rotineiramente lê. Você acha esse procedimento correto?
      Publiquei mais uma vez a foto da Assembléia para enfatizar que o que dá as condições para qualquer tipo de embate é a participação do maior número possível de interessados, como aconteceu na reunião do dia 16. Essa participação não parece ser preocupação da diretoria da Assape. Como nós sabemos, eu e você, as assembléias ordinárias da Assape são muito pouco concorridas, porque muito pouco divulgadas.
      Creio que a do dia 29 terá uma boa presença por que o nosso blog e outros moradores estão divulgando ao máximo e espero que a Assape também o faça, considerando que tem um raio de comunicação muito maior, embora continuemos acumulando mais endereços (esse mês chegaram quase 500).
      ESTE BLOG, COMO VOCÊ EXPERIMENTOU, É INTEIRAMENTE LIVRE. E ganhou uma rotina de acessos muito grande. Ele está aberto a você e a todos. Se quiser, publicaremos aqui todo o plano que você expôs. Gostaria de ter gravado sua fala na íntegra, mas a Marília ponderou que alguns moradores estavam pedindo que eu parasse de gravar (e minha bateria acabou). Aliás, estou documentando em imagens as providências na área de segurança, especialmente nas portarias, reunindo opiniões de moradores enviadas por e-mail. Esse assunto está em pauta para ser uma das próximas matérias.
      Quanto a ser suplente do Conselho Fiscal, devo dizer que nunca fiquei sabendo de reunião do mesmo, isso por que sou apenas suplente, embora tenha pleiteado ser efetivo, como você viu. Ressalvo, porém, que gostei muito do relatório da presidente do CF na assembléia de abril passado.
      Cordialmente
      Pedro Porfírio

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    2. Prezado Cláudio, minha sugestão para a ASSAPE seria melhorar radicalmente a sua comunicação. Por mais transparente que a atual administração queira ser, diante dos recursos de comunicação que temos à nossa disposição, convenhamos, a comunicação da ASSAPE peca gravemente. Não se pode, com tamanha importância dos trabalhos da ASSAPE para a sua comunidade, a sua razão de existir, delegar sua comunicação ao grupo de conselheiros dos condomínios. Comunicação é coisa muito séria. E como já dizia o velho e sábio Chacrinha, Quem não se comunica, se trumbica. Ele já não está entre nós faz é muito tempo, mas suas palavras são cada vez mais atuais. Portanto, tomem as rédeas da sua comunicação para que possamos caminhar juntos e entender melhor as questões da nossa comunidade.
      Abraço

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    3. Será que a Assape quer se comunicar com os moradores? Será que o conselho comunitário OUVE os moradores? Será que os conselheiros votam o que efetivamente os seus representados querem??? Tudo isso é uma piada, inclusive a segurança que nos custa mais de 200 mil reais por mês! E convenhamos, competência passa longe, MUITO LONGE da Diretoria da Assape, aliás, pra que Diretoria de uma associação de moradores, pra que tantos gerentes, É MUITO PAPAGAIO PRA POUCO PIRATA!!! Aliás, papagaio cai perfeitamente em muitos conselheiros, papagaios das incorporadoras...

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    4. Tudo indica que não. Está muito claro na falta de comunicação até de uma AGE, por edital num jornal que ninguém lê.

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  5. Sou moradora do Via Bella e fui prejudicada pelas obras de estacionamento na minha Rua para serem utilizadas pelos funcionários do Península Office.... Como eles alegam não se beneficiarem da Península? Associação não depende de consentimento, os proprietários adquirentes sabiam no ato da escritura, que faziam parte da Associação.
    Para mim, não justifica. Tivessem então comprado tal imóvel em outra localidade.

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  6. Porfírio!

    Quero parabenizá-lo por mais esta frente de batalha em que v. está atuando. Nunca consegui entender as obras (estacionamento em frente ao Life e ao Via Bella e o estacionamento externo para o ônibus 345) que a Assape realizou, uma vez que elas me parecem atender mais aos interesses externos do que aos dos moradores.

    Agora com o seu alerta sobre o uso do fundo de reserva, fico mais surpreso e entendo menos ainda que “forças ocultas” orientam as ações da Assape.

    Mudando de assunto. O Terra Encantada fechou em definitivo, não tem shows, nenhuma obra, o site do Barra Show informa que os shows aqui foram transferidos para o São Nunca. Foi uma luta difícil, contra adversários poderosos, mas que vencemos com o apoio do seu Correio da Península.

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  7. A Assape deve muitas explicações a todos nós: por que não fez nenhuma divulgação desse problema com o "Península Office". Por que está precisando do dinheiro do "Fundo de Reserva". Por que só publicou a convocação da assembléia no Diário Oficial. Por que até agora não nos enviou qualquer comunicado, convidando para a assembléia e fazendo um resumo dessa dívida. E mais coisas, pois a gente vai chegar na assembleia sem entender muito o que está acontecendo.

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  8. Sr.Porfírio parabéns pelo belo trabalho que o senhor vem prestando a nossa comunidade.
    Infelizmente só tenho visto as coisas piorarem, e até peço desculpas porque vou usar esse espaço para fazer um pedido de socorro às pessoas que moram nesse condomínio. Por favor vejam como o nosso entorno está uma preocupação constante e que não deixem de reclamar e reivindicar pela nossa segurança.
    Desde sexta-feira a av João Cabral de Mello Neto está sem luz!!!!!
    Meu marido ligou pra Rio Luz (1746, número fornecido pelo representante da prefeitura presente na reunião de segurança que ocorreu no condomínio), comunicando o fato e para atender o pedido fizeram um questionário de âmbito pessoal como se o problema fosse dentro da minha casa.
    No sábado ele ligou novamente e comunicou que a av permanecia sem luz e recebeu como resposta que constava nos registros deles que o reparo havia sido feito com total sucesso.
    Hoje domingo permanece sem luz. Total descaso!!!!
    Vale lembrar que faz 15 dias da tragédia de moradora assassinada, exatamente nesse trecho sem iluminação. Será que querem que aconteça outra tragédia.
    Socorro, estamos abandonados e nada fazem.
    Participei da reunião da Assape e achei uma falta de organização e falta de estrutura para coordenar um condomínio desse tamanho.
    Estarei na reunião do dia 29 e espero que compareça um número grande de pessoas interessadas em colocar ordem na administração do lugar que escolhemos para morar.


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  9. Acho que não só o Office como todos os comerciais no entorno da Peninsula deveriam contribuir com nossa ASSAPE, afinal são estes que ocupam todas as vagas do nosso bairro com garantia de segurança para seus proprietarios. Esta situacão é um trabalho da ASSAPE e bem feito, pois nosso bairro é limpo e seguro graças a este trabalho.

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  10. José Roberto Pires28 de janeiro de 2013 15:19

    Porfirio,

    Na reunião pública sobre segurança, os representantes da Assape mencionaram que mantém diálogo aberto com os representantes dos prédios comerciais.

    Entretanto, creio que ainda falta muito entendimento. Dou como exemplo a área de transporte. A Assape e cada um dos comerciais estão adotando soluções isoladas. Em alguns casos, criando situações esdrúxulas. Será que não poderiam unificar o circular do Via Parque? Faz sentido ter um circular do Via Parque para o Península Corporate, outro para o Office, outro para o O2, outro para a Península, outro para a Price, que fica no O2? Trata-se do ônibus mais usado, que precisa de intervalos curtos para não gerar filas. Será que é muito difícil conversar com os responsáveis pelo transporte dos prédios comerciais e criar uma frota única para fazer o circular do Via Parque, diminuindo intervalos, diminuindo custos e aumentando a racionalidade?

    Outra antiga reivindicação de um grupo relevante de moradores poderia ter um ponto de partida a partir desse diálogo... o transporte para o centro e para a zona sul. Algumas empresas e comerciais estão adotando suas soluções de transporte para seus funcionários, colocando ônibus e vans até para Niterói, segundo vejo.

    Ora... O mesmo ônibus que no início do horário comercial traz os funcionários das empresas, poderia ser usado para levar os moradores da Península para o centro. E, no fim do horário comercial, poderia levar os funcionários dessas empresas e voltar com moradores. Faz um cadastro. Cobra por uso... É racional. Bom para as empresas, que teriam com quem ratear esse pesado custo. Bom para os moradores da Península.

    Soluções existem... Mas infelizmente a Assape parece preferir brigar... Briga com os moradores, como fez com a ridícula reportagem dos fatos e boatos. Briga com os prédios comerciais...

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  11. Porfírio, vc é forte e muito capaz. Não deixe ninguém abater suas forças. Vc é um verdadeiro JORNALISTA.

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  12. Com todo o respeito que merece o Sr. Claudio Moraes e todos os conselheiros da Assape, querer convencer que a Assape, com seu estatuto atual e seu sistema de governança atual está ali para representar os interesses dos moradores, é duvidar da inteligência desses.

    Para quem não sabe, vale o registro do que aconteceu na AGO do Fit, no dia 21/jan. Cheguei próximo ao fim, por isso não posso precisar quantos moradores estavam presentes. Mas creio que era algo entre 50 e 60. Presente ainda estava o representante da Carvalho Hosken, com direito a, se não estou enganado, 30 votos. Ou seja, com capacidade de mudar qualquer votação.

    Até o último item da pauta, pensava comigo quão elegante e democrática estava a postura da Carvalho, sempre votando com a maioria.

    Engano meu... Faltava o último item da pauta... Justamente a votação para conselheiro comunitário. Concorrendo com o atual conselheiro, pelo qual tenho grande respeito, estava outro candidato, esse com uma postura mais combativa, principalmente na questão do transporte. Entre os moradores, o outro candidato ganhou com ampla maioria. Eis que o representante da Carvalho, para espanto geral, decidiu puxar a sua procuração para votar no atual conselheiro, contrariando a vontade dos MORADORES do Fit.

    Felizmente, o atual conselheiro, teve a postura digna de renunciar à canditatura, mostrando respeito à vontade dos moradores.

    Ou seja, ficou clara para todos os moradores do Fit a disposição de manter o poder na Assape, mesmo quando isso contraria a vontade dos moradores.

    Porque?

    Para mim, é claro que esse sistema de "conselheiros comunitários" nada mais é do que uma "ditadura disfarçada". Ou seja, a Carvalho tolera conselheiros desde que, de antemão, saiba que esses conselheiros não irão contestar muito as suas "vontades e verdades", ou os "fatos", como eles insistem em dizer.

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  13. Devemos perguntar a ASSAPE que se a segurança é questão de emergência a ponto de ter a necessidade de fazer uso do fundo reserva,por que gastaram quase R$ 450.000,00 com a manutenção de nossas "belíssimas esculturas". A ASSAPE deveria sofrer uma auditoria severa, pois muitas coisas estão sob suspeitas.

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