sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Prédios comerciais na Rua dos Jacarandás: será?

“De fato o tema segurança, aguçado pelo triste e lamentável episódio deste assassinato brutal, tem tudo a ver com pretensões hoje descabidas de eventual implementação de qualquer novo empreendimento comercial no interior desta zona residencial. Além do aspecto de uma descaracterização inconcebível, hoje, haveria o aspecto da promiscuidade da convivência, face a face de interesses completamente antagônicos”.
Fernando Reichert Bello, morador da Península
 
Previsão de construções à beira da lagoa preocupa. Carvalho Hosken diz que cerca é só para preservar área
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 Que cerca é essa? A que se destina? As luzes e o clima de natal já começavam a cintilar e a dar o tom de festas quando os moradores da Rua dos Jacarandás se viram diante de uma intrusa um tanto insólita: do outro lado da via, bem colada aos manguezais e à vegetação exuberante uma grande cerca acabara de ser plantada, numa ostensiva e incômoda delimitação de área.

Se não fosse pelo mau presságio que os cercados representavam, um sinal claro de que alguma construção estaria por sair das pranchetas, os moradores da Península já se viam obrigados a contornar passadas para contemplar mais de perto aquela área que é uma das mais belas do entorno lagunar. 

As dúvidas rondavam os moradores da bucólica Rua dos Jacarandás, o recanto mais interno da Península. Dúvidas que, aliás, ainda persistem como um bólido misterioso e ameaçador.  As sumárias respostas obtidas pelos condôminos do Quintas e do Privilege, onde a síndica Graciete Bentes Figueira deu curso aos questionamentos de vários moradores e entrou em contato com a incorporadora, não foram suficientes para impedir os temores de que logo ali estivesse por acontecer algo que afrontaria não apenas o conceito de moradia da Península, com a interiorização de estabelecimentos comerciais, mas, principalmente, se perpetrasse uma violência contra uma preciosa área de preservação ambiental.

Em resposta às indagações formuladas por Drausio Leonardo-Pereira e vizinhos, encaminhadas pela síndica Graciete Figueira, o executivo Paulo Roberto Filho, da área de Gestão de Ativos da Carvalho Hosken, foi incisivo:   "Não há nenhuma previsão de construção para aquele local.  A colocação da cerca foi somente para preservar a área que é de propriedade da Carvalho Hosken".

Precisava daquela cerca num espaço administrado por uma associação que funciona como um poder local,  numa "federação de condomínios?".  Por que então só aqueles terrenos, se há áreas igualmente "vulneráveis" em outros pontos da Península. Foi essa a ponderação de Drausio Leonardo, ao agradecer a resposta do representante da empresa: "Me surpreende que esta tantas vezes citada como área pertencente a Carvalho Hosken seja a única cercada em toda a Península. Será que a Carvalho Hosken só se preocupa com esta área e não com as outras?"

Com efeito, a resposta que se fez rápida não representou nenhuma garantia, já que no site da Península há previsão de 4 áreas demarcadas ali para fins comerciais (Veja abaixo detalhes da planta da área).

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Para os moradores da Av. dos Jacarandás, é preciso mais do que uma informação da proprietária do terreno.  A seu ver, os interessados deveriam entrar em contato diretamente com os órgãos ambientais, como INEA e Secretaria do Ambiente do Estado, para saber se há alguma licença de construção e se houve algum estudo sobre o impacto ambiental na área colada aos manguezais.

Há um consenso de que, independente dos danos ambientais, que já seriam gravíssimos, construções comerciais ali, bem no ponto mais interiorizado da Península, afetariam não só os condomínios frontais, mas também conturbariam o próprio projeto que atraiu a tantas pessoas interessadas num novo modo de vida, aumentando o movimento de estranhos, de olho na lenda que estão disseminando sobre o “macro-condomínio de luxo”.

Nesse ponto, há um contraste com o esperado mini-shopping da Av. dos Flamboyans, que suprirá algumas carências da vizinhança, embora já esteja preocupando os condomínios mais adjacentes, como o Gauguin e o Mandarim.

No caso dos lotes agora cercados, há moradores que consideram necessária uma posição mais clara da Assape contra esse projeto que não acrescentará nada à comunidade. Eles pleiteiam também uma consulta à Procuradoria do Meio Ambiente, junto ao Fórum da Barra da Tijuca.

Todos os que se manifestaram até agora estão de acordo num ponto: esse não é um assunto restrito aos moradores da Rua dos Jacarandás, mas a todos os condomínios da Península. Segundo o site Peninsulanet, a última reunião do Conselho Comunitário ocorreu no dia 23 de outubro e a matéria não foi suscitada.

O CORREIO DA PENÍNSULA está aberto a comentários e discussões a respeito, inclusive, e principalmente, à proprietária da área e à Assape. E desde já se posiciona: qualquer tipo de construção na beira da lagoa deve ser discutida amplamente com os moradores e submetida a exames rigorosos dos órgãos ambientais. Há que consultar também se a lei do zoneamento permite edificações na área cercada.

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32 comentários:

  1. Essa cerca é horrorosa!!!!!
    Parece um curral, só faltam as vacas, cabras e porcos...
    E a mídia divulgando a Península com condomínio de luxo, com trilha ecológica a beira da lagoa e dois grandes parques... Faltou dizerem que também temos um curral!!!!!
    Se não vão construir nada como estão dizendo porque essa cerca?! Que façam logo uma área de convivência...
    Soube que um vizinho do Via Privilége plantou mais de 80 mudas de árvores nobres, mas que arrancaram todas...

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  2. Como seguro morreu de velho, é bom alguém procurar saber desse projeto nos órgãos da Prefeitura. Também acho que devemos entrar em contato com a Procuradoria do Meio Ambiente da Barra da Tijuca.

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  3. Quando comprei AP na peninsula, analisei o projeto. Aqueles lotes entre a rua e a trilha sao sim destinados as areas comerciais (nao fazem parte da area de preservacao). Isto esta definidido desde sempre no material publico. Mesmo achando que seria muito melhor manter tais areas como estao, eu ja comprei o AP sabendo do projeto e nao me sinto no direito de polemizar a respeito. Pois nada foi feito as escondidas.

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    1. O que se entende por área "comercial" ? É qualquer coisa não residencial. Portanto, pode ser desde boates, bares, restaurantes, clínicas, qualquer coisa para alugar, etc. Não se trata de polemizar, mas esperar 5 anos, para fazer alguma coisa depois que nos ambientamos a uma situação, e sobretudo depois de tudo que vemos acontecer do lado de fora? Não vamos polemizar em nada, vamos é fazer com que a Carvalho reveja seus interesses. Às claras.

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    2. Exatamente, Fernando. Ao longo desses 5 anos muita coisa mudou. O shopping Península Open Mall é mais que suficiente para atender às necessidades comerciais dos moradores. Não vejo razão de expandir empreendimentos para aquela área verde contribuindo para acumular carros, barulho e prejudicar a valorização das unidades que têm suas varandas próximas a área.Temos que nos unir para mudar esse projeto.

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  4. Desde o primeiro momento quando vim procurar apt. aqui na Península me informaram que essa área em questão era comercial.Inclusive está ilustrada nos mapas que divulgam a Península.Não fomos enganados, isso não.A preocupação é tipo de comércio que será desenvolvido ali, qual o público alvo? Para moradores ou externos? Se externos com certeza vai prejudicar a segurança com o entra e sai de pessoas estranhas ao Condomínio.Com certeza a ASSAPE terá que implantar um sistema de segurança bem eficiente, pois o atual nem dá conta na situação atual.
    Vamos aguardar mais informações.

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    1. Caro anônimo, o projeto, independente de tudo, é um absurdo do ponto de vista do próprio empreendimento e seu objetivo, do ponto de vista ambiental, do ponto de vista urbanístico, estético, etc. Só se justifica pela ganância e pelo completo desinteresse pela sociedade já instalada. Você sabia que recentemente tentaram tomar a área da igreja ainda não ocupada? Assim que foram tomadas rapidamente as obras de expansão. Se alguéu deu esta autorização ridícula para construção aqui de seja o que for, vai ter que rever sua decisão. O que é que nos faria falta aqui dentro, com os maiores shopings ao nosso entorno, com um shoping ainda nem inaugurado aqui dentro? Queremos justamente nesta área algum tipo de comércio, com caixas eletrônicos? Com nossas calçadas e circulação cheias de estranhos a todo momento? Fomos enganados sim, de uma forma ou de outra. Há várias formas de enganar, sobretudo no papel. Agora é a realidade, o absurdo é visível. Você mora nesta área da Península?

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    2. Moro sim prezado Fernando.Prefiro que não construa nada naquele local mas com já disse não fomos enganados.E mais a área da Península é pública,preferiria que não fosse mas é.Essa é a relidade

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    3. Prezado anônimo vizinho, muitas coisas podemos mudar havendo boas razões, uma boa causa. Basta nãoficarmos de braços cruzados a espera de que aconteça aquilo que sabemos, vai nos perturbar profundamente. Entendo o seu ponto de vista, e se o prezado (ou prezada) já indicou que também não deseja nada aqui em frente, creio que não se oporá aos movimentos que pedirão a revisão deste projeto. Quando estamos diante da compra de um imóvel em construção, dentro de um projeto ambicioso e inovador como o da Península, é muito fácil aceitarmos todas as vantagens bem embaladas que nos apresentam. Hoje, com honestidade e sinceridade, bom senso, nada se justifica naquele espaço. Qualquer contrato pode ser renegociado para atender aos interesses das partes. Podemos mudar a realidade. Abraço

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  5. Pode ser que eu e meu marido não estivéssemos atentos, mas nao me lembro se a corretora e o gerente da Patrimóvel fez comentário sobre comércio ali, do outro lado da via pública. Desse shopping daqui, sim, mas sempre com a ressalva de que era com atividades que tinha muita necessidade, como padaria. Passo por lá todos os dias para o San Martin e não consigo imaginar que tipo de comércio teria ali. Não penso que a gente é uma ilha, que a gente é melhor do que os outros, mas como temos essa área verde toda, não edificada, a trilha, as matas, como temos um projeto "diferente" , precisamos ter cuidado para não ser alvo fácil dos malfeitores. Nós viemos morar aqui por muitas razões, uma delas foi a sensação de segurança. Nós morávamos na Zona Sul, gostávamos muito, era mais próximo do nosso trabalho, mas fizemos essa opção. E estamos felizes, salvo em situações como a morte da senhora que chocou a todo mundo.

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  6. uma coisa é ter visto no papel a 5 anos atras, outra é a realidade de hoje, o conceito que escolhemos. Se nao pararmos isso agora, a Península em poucos anos se transformara em um novo Leblon, Rio 2, .... é que queremos?
    Para terminar com esse bla, bla, bla, deveríamos solicitar a incorporada que expanda a area paisagística, ao invés do curral construído.

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  7. Eles nao farao isso pq nao vao perder dinheiro. Planejaram aquela area para ser comercial. Eu fui informado na compra do ap disso ha 4 anos. Nao pelo corretor, mas liguei para Carvalho na epoca e pedi detalhes. Em qualquer compra, nunca se confia em corretores. Eles inventam o que querem para vender. Havia tb um projeto para uma escola atras do Sao Martin, que a carvalho acordou com prefeitura para construi-lo em outro lugar fora da peninsula.

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  8. Entendo que a ASSAPE ( representantes dos moradores ) deveria pedir , por escrito , uma posição da Carvalho e em paralelo cobrar , também , verbalmente dos integrantes de nossa Associação ligados àquela empresa .

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  9. Quando comprei meu AP lembro que o corretor falou que teríamos um shopping pequeno para atender as nossas necessidades básicas.Quando surgiu o boato do colégio, tremi imaginando o caos que seria entrar e sair daqui.Agora surge esta polemica de prédios comerciais.Querem acabar realmente com nossa pouca paz.Comprei pensando que viveria o que está escrito até hoje no site da Carvalho Hosken, onde coloco um pequeno trecho aqui.Foi esta imagem de venda que me cativou.
    " O projeto urbanístico da Península é tão moderno e inovador que permitiu à Carvalho Hosken assumir um compromisso ambiental com esta e as futuras gerações.
    A Península é o exemplo real de como o homem também é capaz de intervir de maneira positiva na natureza...., muito lazer, respeito ao meio ambiente e plena consciência ecológica.
    Na Península, antigos hábitos como deixar as crianças crescerem brincando fora de casa, mas a salvo do perigo sempre presente nos grandes aglomerados urbanos, observar pássaros, plantas e flores nativas e desfrutar o horizonte podem ser retomados e aproveitados em toda a sua plenitude.."
    Fica este trecho para reflexão de todos.
    Espero que o empreendedor continue firme em sua posição de dar a Península um EXEMPLO real de vermos nossos filhos, netos crescendo "brincando" fora de casa.E, para isto, precisamos de uma comunidade estritamente familiar.Abs

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  10. Quando comprei meu AP lembro que o corretor falou que teríamos um shopping pequeno para atender as nossas necessidades básicas.Quando surgiu o boato do colégio, tremi imaginando o caos que seria entrar e sair daqui.Agora surge esta polemica de prédios comerciais.Querem acabar realmente com nossa pouca paz.Comprei pensando que viveria o que está escrito até hoje no site da Carvalho Hosken, onde coloco um pequeno trecho aqui.Foi esta imagem de venda que me cativou.
    " O projeto urbanístico da Península é tão moderno e inovador que permitiu à Carvalho Hosken assumir um compromisso ambiental com esta e as futuras gerações.
    A Península é o exemplo real de como o homem também é capaz de intervir de maneira positiva na natureza...., muito lazer, respeito ao meio ambiente e plena consciência ecológica.
    Na Península, antigos hábitos como deixar as crianças crescerem brincando fora de casa, mas a salvo do perigo sempre presente nos grandes aglomerados urbanos, observar pássaros, plantas e flores nativas e desfrutar o horizonte podem ser retomados e aproveitados em toda a sua plenitude.."
    Fica este trecho para reflexão de todos.
    Espero que o empreendedor continue firme em sua posição de dar a Península um EXEMPLO real de vermos nossos filhos, netos crescendo "brincando" fora de casa.E, para isto, precisamos de uma comunidade estritamente familiar.Abs

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  11. Gente! Vamos cair na real. A ASSAPE é formada por uma direção colocada lá pela Carvalho H. Alguém acredita que ela não vai defender os interesses da Carvalho? E a culpa é só nossa! Temos de ocupar os cargos de Conselheiro Comunitário e defender os nossos legítimos interesses. Como fazer isto? Basta que cada um de nós se candidate a Conselheiro na próxima reunião que vai eleger sindico e representante na ASSAPE. Os que hoje estão lá, em sua maioria, se acham mais capazes de entender nossas necessidades do que nós mesmos. Vamos parar de chorar e vamos agir se não outros de nós vamos continuar a morrer na porta de nossa casa por conta de arruaças na Boate da Peninsula que será construída na Jacarandás...

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  12. Como alguém já citou, temos que ver o que está previsto na Prefeitura do Rio para essa estreita faixa entre a Rua dos Jacarandás e a trilha. O prefeito Eduardo Paes, eu soube recentemente, tomou algumas decisões defendendo e protegendo o uso de área da igreja, que já estavamde olho para retomar. Certamente também não queremos nos transformar numa ilha de "bacanas". Mas também não sejamos "bananas" aceitando que interesses puramente gananciosos acabem com a pouca tranquilidade que temos. E o prezado anônimo acima (pessoal, vamos nos conhecer melhor, aproveitemos a ocasião para mostrar ao menos o nome na opinião) está com toda a razão. Podemos nos articular para colocar um de nós como candidato na próxima eleição da ASSAPE. Pedro ? Quem se habilita? Pessoal, viajo hoje para o Chile e lamentavelmente perderei a reunião de quarta-feira, poi só retorno na sexta-feira. É viagem a trabalho. Estarei atento às decisões.

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    1. Fernando.
      É uma pena que você não possa estar na reunião, pois tem se mostrado muito atento e com vasto conhecimento e poder de reflexão. Quarta-feira foi apenas uma sugestão de data. Não temos nem o local definido. Talvez seja uma prelimnar, um ponto de partida. Peço que, sem prejuizo do seu trabalho, fique ligafo e enviando suas preciosas opiniões.

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    2. Pedro, estarei acompanhando daqui sempre que tiver possibilidade. Desejo a todos uma ótima reunião e espero poder não perder mais nenhuma.
      Abraço
      Fernando - Aquarela

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  13. O negócio da Carvalho Hosken é puramente econômico. Ganhar dinheiro! Todo e qualquer investimento feito pela empresa requer sempre ultra maximização de lucros!
    Ah, sim! Como exemplo, pode-se citar o empreendimento "Fontvieille", propalado como o "melhor" prédio do RJ (o preço por m2 endossa isso), em cuja frente se localiza um terreno da própria CH onde futuramente certamente será edificado um novo prédio, devassando completamente a já precária vista daquele empreendimento. E daí??....

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  14. É simples. Moradores devem boicotar os empreendimentos comerciais construídos pela CH naquela área. Este poder de mobilização nós temos.....

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  15. A citação do Font Vieille foi ótima ! Quer melhor exemplo de planejamento da CH ? Construir um prédio de tal envergadura num local com vista e dando vista apenas para os vizinhos ? Sem vista para a lagoa, ao menos ? Em pleno cruzamento principal ? Até agora só venderam 9 unidades ! E se a CH transformar a Península numa espelúncula, não vende aquele mico nem baixando 50%.

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  16. Parece que o 1ro andar ali estava custando, o mais baratinho, ao lado do zelador e da lixeira, 3 milhões e seiscentos reais. Para escutar o ploc-ploc da bolinha de tênis nos ouvidos até enlouquecer.

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  17. Pedro,
    É UMA GRANDE MENTIRA ESSA DE PRESERVAÇÃO..Na oportunidade a anos atrás que comprei o meu apartamento da Quintas do Sol, duas pessoas diferentes ligadas ao empreendimento já inha me falado sobre esse projeto - até que demorou! Não existe nada de preservação e sim uma demarcação de área para esse abuso, e note eles irão fazer pois a ganância é muito maior do que qualquer conforto. Quando eles venderam, aonde está escrito que teria um “shopping” dentro do condomínio, veja também que isso fica em frente ao meu apartamento que dá vista a toda essa área.

    Acho que se tem de fazer uma manifestação GERAL e derrubar isso até mesmo no ministério publico e justiça, pois vejo o lado da segurança, pois vai “rolar” dinheiro dentro do local e a nossa segurança nesse condomínio é a pior possível, entra quem quer e sai quem quiser. Isso é um assunto muito sério e não se pode deixar isso avançar.

    Abs

    Antonio Carlos

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  18. Antonio Carlos, compartilho a tua preocupação. A reunião de quarta-feira poderá dar as diretivas das nossas ações. Passeata interna, faixas, protesto e derrubada do curral podem ser alternativas. A ganância não pode imperar. Temos juizes e desembargadores morando no Península, temos que mover um manifesto para inibir este abuso. Mas temos que ser prudentes para não passarmos por um bando de bacanas que se sente incomodado. Falam muito por aí que estamos na ilha da fantasia. Só faço essa ressalva. Fernando Bello - Aquarela

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  19. Quanto aos assaltos, concordo com Sr Pedro, no tocante a extreita relação de algumas pessoas com terceirizados, pois relato com precisão e alerto para uma pesquisa na ficha corrida de trabalhadores, ou assim intitulados, vide o Ed Life onde a propria Administradora possui problemas e nada é realizado, e tal edificio já foi objeto de assalto com moradores em viagem, uma vez que, o sindico faz vistas grossas e a mesma junto com o pessoal da limpeza, pos horario, sobem se instalam em aptos para fazer um "por fora", como limpeza etc..., algo absurdo e que coloca em risco todos do predio, do condominio, pois não há pesquisa alguma da origem e antecedentes de tais pessoas, verifiquem, pois com certeza terão muitas novidades, principalmente neste predio . rlsviaglmedificelamsrns moraal

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  20. Aqui no Aquarela a administração do condomínio, leia-se Sra. Síndica, colocou uma nota no quadro de avisos informando que os cercados são para replantio. Consultando a própria APSA não souberam responder e disseram apenas que aquela área foi cercada a pedido da Carvalho Hosken. E que tal área prevê a construção de prédios comerciais. Temos que fazer uma campanha de esclarecimento pois muita gente acredita em tudo que ouve e se acomoda. Por isso eu sugiro CARTAZES E FAIXAS NO CURRAL para denunciar o que vem por aí. Fernando Bello - Aquarela

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  21. Ja temos uma área comercial construida dentro da Peninsula e esta atenderá as necessidades basicas dos moradores.Já com esse shopping fico muito preocupada com a circulação que teremos de entrega de mercadorias e recolhimento de dinheiro.Será permitida a entrada de não moradores para compras no mall já construído? A segurança da Península é responsável pelo quê ?às vezes meus filhos chegam de carro e estão sem o controle,entram pela passagem de visitantes sem nenhuma intervenção da portaria da Peninsula,houve há anos atras uma confusão na portaria do predio que moro[no momento que ocorria reunião de cond]pedimos que chamasse a segurança,eles não vieram e depois perguntei na Assape e disseram que deveríamos chamar a polícia.Não estamos na ilha da fantasia,queremos segurança como qualquer cidadão e pagamos por isso.Podemos e devemos nos unir para defender nossos interesses e nos reunir,conversar,trocar e buscar ajuda de vizinhos que,em função de suas experiências profissionais,têm valiosos conhecimentos dos quais devemos lançar mão para formular documentos,ações judiciais....

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  22. Pessoal, muitas boas opiniões e muita boa vontade estão sendo demonstradas aqui, porém se não nos identificarmos vai ser difícil reunir todos nós. Vamos colocar embaixo de nossas mensagens o ne, o prédio e o ap para eventual passag de abaixo assinado ou convite. E até para contabilizarmos quantos nós somos. Fernando Bello - Aquarela ap 803-2

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  23. Moro no quintas e sou terminantemente contra qualquer construcao nesta area por menorq seja..vamos nos unir...so assim podemos ter exito.

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  24. Pedro Porfirio

    Leio a maioria das matérias que você “publica” e envia por e-mail.
    No caso dessa cerca, não seria oportuna uma consulta às Secretarias Estadual e Municipal sobre a previsão de construção na área cercada?. Ocorre-me também que se consulte o órgão municipal responsável se há pedido de licença para se construir ali.
    Sugiro que as consultas sejam feitas através do Correio da Península.
    Cordialmente

    Carlito

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  25. Eu consultei recentemente a Carvalho Hosken através do seu site. Se todos fizerem o mesmo eles terão idéia (eles já sabem) da rejeição interna que terão que enfrentar caso de fato queiram levar isso adiante. Assim sugiro que todos façam o mesmo. Esta seria apenas mais uma ação entre as demais. Qualquer novidade ( resposta) postarei aqui.

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