quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Suspeito preso, mas polícia investiga


Bandido com passagem pela polícia, que teria baleado nossa vizinha, se entrega, mas não esgota investigação

O suspeito se entregou espontaneamente e isso deixou muitas dúvidas

Procurado como assassino da nossa vizinha Rita de Cássia Pimenta, baleada na rua João Cabral de Mello Neto próxima à entrada da Península, Ramires Marins dos Santos, de 32 anos, entregou-se à Polícia Civil. Rita era funcionária da Petrobrás Distribuidora.

Desde segunda-feira a Divisão de Homicídios havia chegado a Ramires e divulgado sua foto, confirmando a versão de que Rita foi morta numa tentativa de assalto. Até então, numa linha de investigação paralela, ainda não descartada totalmente, a polícia trabalhava sobre a suspeita de execução.

Ao divulgar a foto, a polícia não informou como chegou até Ramires, que já tinha ficha criminal. Acrescentou apenas que está no encalço do seu cúmplice, que poderá ser preso nas próximas horas.

Embora houvesse uma oferta de R$ 5.000,00 no Disque Denúncia para quem desse pista a respeito do bandido, foi ele que tomou a iniciativa de apresentar-se, o que deixou os analistas policiais com a pulga atrás da orelha.

Isto porque até então prosperava uma versão de execução, como represália pela  presumível  participação da engenheira  numa comissão que apurava desvios de gasolina da Petrobrás,  envolvendo uma rede de alta periculosidade.

Questiona-se também sobre a relação entre o assalto seguido de morte do dia 9 com os outros dois casos, nas proximidades: dia 7, um casal do Aquarela  foi vítima de assalto nas proximidades da Maternidade Leia Diniz. E, dia 11, mãe e filha foram baleadas numa tentativa de assalto na rua Luiz Carlos Prestes, próximo ao Lourenço Jorge.

Espera-se mais esclarecimentos da Delegacia de Homicídios da Barra nos próximos dias.

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