quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A outra metade do caminho

Novos passos nos ônibus requerem cautela e precisão milimétrica para o tiro não sair pela culatra

"Nunca acendas um fogo que não possas apagar".
Provérbio Chinês
Com a autoridade de quem apoiou e deu visibilidade mais ampla ao movimento pela extensão das linhas de ônibus ao Centro e Zonal Sul julgo imperativo dos meus cabelos brancos assimilar algumas ponderações sobre a outra metade do caminho a ser percorrido  - o meio caminho andado cristalizou-se na reunião do dia 21 de fevereiro, quando uma esmagadora maioria respondeu "sim" a uma pergunta sobre quem apoiava a mudança no sistema de transportes da Península.
Isto quer dizer, em primeiro lugar: é preciso ter cuidado para a emenda não sair pior do que o soneto.  Ter cuidado quer dizer sustentar um arcabouço tecnicamente consistente e ainda estabelecer as salvaguardas que a prudência recomenda. No grito não chegaremos ao destino e ainda poremos tudo a perder.
O que se pleiteia é algo que não estava nos ânimos dos idealizadores do projeto original da Península, antes pelo contrário. Traumatizados com dissabores e conflitos no Rio 2, os incorporadores fizeram questão de incluir no estatuto que outorgaram uma cláusula que visava nos excluir desse quesito comum a muitos condomínios da Barra.
Trata-se, portanto, de uma mudança conceitual profunda, com os riscos de resistências pétreas,  até porque, em que pesem todos os esforços de um grupo de abnegados, a mudança ainda não sensibilizou a grande maioria dos moradores: o abaixo assinado postado na internet em 19 de outubro de 2012 tem hoje 572 assinaturas, embora acessado por 2702 pessoas. O outro, das portarias, que teve dificuldades e sofreu alguns boicotes, ainda permanece no processo de coleta para obter um número razoável de apoiamentos. Já a reunião do dia 21, amplamente divulgada aqui e pela própria Assape, registrou 175 assinaturas no livro de presença.
A grande MAIORIA SILENCIOSA não foi tocada pela mensagem e seus opositores  têm conseguido imobilizar muitos moradores, lembrando-lhes que "terão um substancial aumento na contribuição com a introdução de um serviço de que não desfrutarão". (Na exposição do diretor geral da Assape dia 21, ele sugeriu que a cota da associação poderá dobrar com a mudança no sistema de transportes).
Um passo transcendental
No meio caminho andado deu-se um enorme passo com a decisão do Conselho de Representantes de designar 4 dos seus membros para avaliar a implantação da mudança. Até então, a Assape resistia tenazmente, ao ponto de usar a sua revista com uma linguagem beligerante e insólita para publicar o que chamou de "Boatos e Fatos", numa deselegante contestação do movimento.
Essa nova posição do Conselho decorreu essencialmente dos reclamos expostos aqui no CORREIO DA PENÍNSULA, que hoje é uma incontestável ferramenta midiática de TODOS OS MORADORES,  em função de sua independência e de sua disposição de acolher os gritos parados no ar de uma comunidade com população maior do que muitas cidades brasileiras e com uma arrecadação ainda mais superior, se somarmos o que pagamos aos nossos condomínios e à Assape.
É possível mesmo que esses quatro representantes formulem uma proposta de acordo com a ansiedade dos interessados nas novas linhas. No entanto, mais do que comparativos lineares obtidos de forma amadora será necessária uma sustentação técnica consistente e aí têm razão os que reclamam a participação de profissionais do ramo nos estudos para que se chegue a algo que se aproxime do consensual.
Para apresentar uma proposta de mudança que quebre as resistências será preciso incursionar sobre todas as variáveis, indo além do custo-benefício objetivo para alcançar no âmago da questão o custo-benefício subjetivo, projetando os efeitos corolários com a segurança de uma metodologia de difícil contestação.
Faz-se mister, ao mesmo tempo, retirar a matéria do campo de batalha em que sangrou até os dias de hoje, deixando de ser impulsionada por caprichos e quedas-de-braço maniqueístas, pela fogueira das vaidades de parte a parte, em  troca de  uma revisão ótica de alcance abrangente.
Aconselha-se não desperdiçar o clima ameno
Pode-se dizer que finalmente as cartas estão na mesa e há um ambiente favorável para um entendimento sóbrio da questão dos transportes. Há clima, inclusive, para conhecer sem preconceitos propostas alternativas e procurar com a sabedoria recomendada os elementos de aproximação e consenso.
Os numerários necessários para a mudança poderão ser despendidos flacidamente ou não.  Qualquer um que observar os valores da rubrica hoje - R$ 200.000,00 por mês ou R$ 49,50 por unidade  para um transporte de trajetos curtos - dirá que pior do que está não pode ficar.
Mas impõe-se competência matemática e a partir de números palatáveis e uma verdadeira consulta aos pagantes, cuja forma também deverá ser a mais criativa e a mais honesta, para que não se caia numa guerra estatutária ou até mesmo judicial.
Há charadas a serem matadas como: haverá transportes para todos os interessados ou haverá interessados para todos os ônibus contratados?. Em ambos os casos, a proposta será fatalmente vulnerabilizada.  
Aliás, seria bom mesmo que essa dicotomia seja diluída na química da razão, do bom senso e do despojamento. Somos todos "peninsulares", braços dados ou não.
Não pode haver, portanto, mistura da elucidação do pleito de transportes com simpatias ou antipatias pessoais, diferenças políicas ou ideológicas, nem tampouco com brigas pelo poder. Como escrevi em outra matéria, a lucidez impõe que a questão dos ônibus não nos divida.
Há outras premências até mais pungentes, como a questão da insegurança assestada diariamente contra nossa tranquilidade, e matérias de maior profundidade e maior poder unificador, como a mobilização contra os 5% extorsivos que até hoje somos forçados a pagar na compra um imóvel a título de LAUDÊMIO.
Por hoje é o que tenho a dizer, mas esse assunto está longe de ser esgotado, embora  seja de bom alvitre um esforço para que a questão dos transportes não monopolize nossa agenda.

33 comentários:

  1. Pedro, a ASSAPE poderia fazer uma experiencia ao longo dos 90 dias do estudo de viabilidade.

    Seria o seguinte: A ASSAPE disponibilizaria "x" horarios pela manha e "x" horarios de retorno Centro/Barra.

    Aos interessados em utilizar este onibus experimental, todos deveriam pegar na ASSAPE um adesivo a ser colado na carteirinha do condominio. Pronto, so usaria este transporte experimental aquele que se voluntariasse a ir na ASSAPE para adquirir o "passe".

    Desta forma, de caracter experimental, teriamos uma parcela significativa de usuarios usufruindo desse serviço.

    Outra sugestao, falada ao longo da reuniao, seria prover conjunto com os empreendimentos comerciais peninsulares ao Peninsula (!!!) o melhor uso deste transporte, uma vez que as demandas por horario se completariam.

    Bruno - Atmosfera

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    1. Concordo com o Bruno.
      Poderia-se experimentar os dois trajetos via zona sul e linha amarela para terem a media de custos, usuários e tempos.

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  2. Reforço o que sempre digo: esse estudo não é para ser elaborado por leigos.É um estudo técnico com muitas variáveis que devem ser analisadas por pessoas (técnicos)que entende do assunto.
    Nada pior é ser apresentado um estudo que se aprovado, na hora de ser implantado não dá conta do recado.

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  3. Ainda não tenho opinião 100% formada sobre a questão, mas observo que realmente existe dois “partidos” no nosso condomínio. Os que são contra e os que são a favores do transporte para o centro. Observei isso na ata da reunião publicada exclusiva para meu condomínio em que a mesma foi se apresentou tendenciosa a ser contra. Apresentando somente os valores mais alto que seriam acrescentados na cota condominial. Ainda não entendi a razão, já que estive na reunião e a mesma foi muito civilizada e não apresentou partido.
    O que tenho conhecimento é que o transporte coletivo é uma tendência e fato nos países civilizados e sustentáveis. O nosso condomínio indo nessa tendência, acredito que estamos indo no caminho certo e nos evoluindo. Aguardo que a ASSAPE junto com esse grupo de voluntários consiga uma proposta viável que agrade a grande maioria de nossos moradores, filhos e colaboradores.

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  4. Prezados

    Reiterando, a proposta dos moradores não é simplesmente "transporte para o Centro". Quem diz que é isso está mentindo, usando de má fé. Muito maior a má fé dizer que isso irá aumentar a cota condominial, sem nenhum número em mãos.

    A proposta é muito mais ampla, desde a reformulação das linhas axistentes, exclusão, acréscimos, substituição de frota, etc, até a inclusão de novas linhas para zona norte e zona sul, passando pelo Centro da Cidade. E a proposta ainda contempla uma análise financeira dessa mudança de modo que o valor hoje pago de R$200 mil seja otimizado ou se possível reduzido.

    Tudo isso só será possível com um estudo sério e acertivo, que demonstre a real demanda inicial de todo sistema de transporte da Península, tanto para moradores como para empregados. O estudo contemplará também a questão do controle de emissão e validade das carteirinhas, pois hoje há comércio de carteirinhas entre os empregados que, aliado à falta de fiscalização por parte dos motoristas e a inoperância do leitor magnético nos ônibus, faz com que um mesmo empregado emita duas ou mais carteiras em seu nome e depois comercialize para outros que se utilizam do serviço para fins distintos que não o ir e vir para prestar serviços na península.

    Enfim, são muitos os detalhes e eu gostaria de deixar aqui isso bem claro pois "ir para o Centro" é apenas um dos detalhes de toda essa complexa proposta em estudo.

    Saulo Loureiro
    Conselheiro do Smart

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  5. Concordo com a proposta do reformulação do Transporte no Península a fim de viabilizar a ida para o Centro e Zona Sul e concordo com vc, Porfirio, quando sugere que é imprescindivel que tal iniciativa seja realizada com muita prudência e cuidado.

    Aproveito o espaço para fazer algumas sugestões para o grupo dos 4 conselheiros que está realizando o estudo:

    -Implantar dois tipos de carteira: carteira longos trajetos e carteiras trajeto curto.( quem possuir a carteira trajeto longo, pode usar a carteira trajeto curto). Assim não estaríamos segregando os funcionários.

    - Ter controle efetivo da emissão das carteiras dos funcionários. Ex: Hoje há faxineiras que possuem mais de 1 carteira . Há empregadas que se demitem e continuam a usar a carteira ou doam para outras pessoas (O contole poderia ser através de foto, digital...)

    - Ter um número limite de carteiras por apto: ex: 2 carteiras trajeto longo + 2 ou 3 carteiras trajeto curto (funcionários receberiam essa carteira). Se o morador necessitasse mais carteiras do que o número estipulado, seria cobrado um valor mensal ou por viagem. A justificativa: aqui é que a média das famílias hoje em dia é 03 a 04 integrantes. E , no Península, o normal é se ter 01 empregada doméstica.

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    1. É dissso que precisamos: de sugestões de como melhorar o processo.

      Isso sim é viver em comunidade.

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  6. Pessoal,

    Acho estranha a colocação "algo que não estava nos ânimos dos idealizadores do projeto original da Península, antes pelo contrário. Traumatizados com dissabores e conflitos no Rio 2, os incorporadores fizeram questão de incluir no estatuto que outorgaram uma cláusula que visava nos excluir desse quesito comum a muitos condomínios da Barra".

    Quer dizer que o encorporador não quer discutir uma possivel otimização para não "prejudicar" os moradores ?

    É isso ?

    Vamos deixar que alguém decida o que é melhor para nós ?

    Não estou me posicionando contra ou a favor, só acho que devemos pensar melhor nos argumentos em que nos baseamos.

    A peninsula somos nós, a ASSAPE somos nós.

    A decisão tem que ser nossa, de forma racional e civilizada.

    Andre Cruz

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  7. Só há um jeito dos moradores serem de fato a Assape, se forem maioria no conselho comunitário. Atualmente há muitos conselheiros que "votam com a Carvalho" nas reuniões de conselho e nas assembléia, do jeito que foi na AGE da aprovação vergonhosa do uso do fundo de reserva para "cobrir déficit", quando na verdade era para investimentos em segurança e afagar o ego do coordenador de segurança do alto de sua prepotência. Quem foi na AGE viu a vergonha que foi a votação do conselho, aliás, da maioria dos conselheiros, pois os coitados que votaram contra eram uma minoria inexpressiva. A maioria esmagadora dos moradores presentes votaram contra também, mas foram derrotados pela regra ilegal do estatuto, onde um voto de conselheiro vale por todas as unidades do seu condomínio.
    Em resumo, para mudar esse quadro, só sendo maioria nesse conselho. E pra isso é preciso que os moradores dispostos a essa mudança, se candidatem à conselheiros nas suas próximas Assembléias que devem ocorrer agora em março.

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  8. MAIS UMA VEZ VOLTO A DIZER: PROVAMOS QUE SOMOS A MAIORIA!!! ESSA MUDANÇA IRÁ ACONTECER...QUERENDO OU NÃO....

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  9. Concordo, Anônimo27 de fevereiro de 2013 16:03.
    Estou morando algum tempo no condomínio e o movimento cresce. O tema transporte, além do beneficio do mesmo, estar despertando o interesse dos moradores em participar e assumir responsabilidades junto a Assape. Eu parabenizo a todos. Será com a participação de novos moradores que trará uma renovação na nossa associação e dará uma sacudida na zona de conforto.

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  10. Ônibus não voa. E os engarrafamentos serão cada vez mais infernais até 2016.

    Por isso, na reunião, coloquei a questão do transporte lagunar até o metrô. Essa sim será a solução definitiva. Se a Assape conseguir negociar com os empreendimentos comerciais e residenciais no entorno da Lagoa da Tijuca a implantação de um sistema de transporte lagunar rápido, eficiente, e confortável, capaz de nos levar ao metrô do Jardim Oceânico sem estar sujeito ao trânsito da Barra, a Península irá virar, definitivamente, um dos maiores paraísos para se morar no Rio de Janeiro.

    Acredito na despoluição das lagoas da Barra (ou, ao menos, na melhoria). Acredito no metrô da Barra. E acredito que se conseguirá uma solução de transporte lagunar boa. Podem zombar que eu devo acreditar em Papai Noel e coelhinho da Páscoa... Mas se não acreditasse nisso, eu, que trabalho no Centro e ainda tenho pelo menos 20 anos até me aposentar, já teria vendido meu apartamento na Península.

    Espero que a Assape lute, e muito, para que esse transporte lagunar esteja funcionando com perfeição assim que o metrô da Barra entre em funcionamento!

    Mas e até 2016? Sinceramente, acho que a melhor solução, desdenhada por alguns, é a colocação de um ônibus expresso da Península para o Nova América/Del Castilho. Hoje, é a única forma que vejo de fazer o trajeto Península x Centro em um tempo aceitável (em torno de 1 hora, ou menos, se for um ônibus exclusivo da Península, sem parar em outros pontos).

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    1. Tainá Lopes - Saint Martin27 de fevereiro de 2013 20:53

      Olá José Roberto,
      Acho seu pensamento muito sensato e torço para que as alternativas levantadas por você sejam levadas à serio na prática.

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    2. Essa questão do transporte lagunar até o Jardim Oceânico foi colocada por mim na proposta de reestruturação do sistema de transporte da península. É sim fundamental que tenhamos essa modalidade até o metrô da Barra, com possibilidades de paradas em pontos de shopings e mercados que tenham pier na lagoa de jacarepaguá.

      Saulo.
      Conselheiro do Smart

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  11. Já disse há algum tempo atrás e repito: A ASSAPE junto com os outros condomínios da Barra deveriam "lutar" junto à Prefeitura a volta da permissão de embarque e desembarque dentro do terminal Alvorada.
    Do terminal partem várias linhas com ar condicionado para varias partes do Rio (Rodoviária, aeroportos,metrô Nova America e Ipanema, BRT, etc.).
    Os usuários dos ônibus dos Condomínios desembarcariam no terminal e pegariam os ônibus vazios no ponto final. E na volta desceriam com segurança no terminal embarcando nos ônibus dos Condomínios.
    Com isso tb tiraríamos mais õnibus nos trajetos já congestionados.
    Reflitam sobre isso!!!!!!

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    1. Bem sensata essa colocação.

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    2. Excelente!!!!!!!

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    3. Concordo com plenamente esta sugestão:
      Moramos na Peninsula desde inicio 2009 e utilizavamos o transporte disponivel no terminal Alvorada em conexão com nosso transporte da Peninsula, para ir e voltar com tranquilidade.
      Considerando que na Alvorada há linhas para muitos destinos,estava tudo bem para nós!
      Infelizmente, nosso transporte não tem mais acesso ao terminal Alvorada, e com receio de ter de pegar condução no meio da rua, nas raras vezes em que precisamos ir a zona sul / cidade / zona norte etc., utilizamos nosso carro, carona ou taxi......
      Quem sabe,teremos novamente a conexão dentro do terminal Alvorada ?
      Atenciosamente,

      Raphael Edificio Life



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  12. Esclarecendo mais um "balão de fumaça" lançado pela ASSAPE para desviar o foco do transporte COMUNITÁRIO:

    - O transporte lagunar da Barra via lagoa de Marapendi é um projeto do poder público (Estado do Rio + Prefeitura do Rio).
    - Península, Village Mall, Downtown e todos os empreendimentos poderão ajudar (como possíveis estações) mas não vão custear o projeto! Eles participarão do debate, insumos para desenho do projeto, etc. Até porque o projeto total está orçado em R$ 1,5 bi (valor de hoje)
    - A previsão para início de funcionamento é fim 2015/início 2016 (até porque sua principal função é integração com a estação Jardim Oceânico, linha 4 do metrô).
    - Esse sistema será operado por concessão (como CCR Barcas).

    resumindo:
    - transporte comunitário = ônibus/balsa para Barra Shopping e Village Mall
    - transporte lagunar Barra até metrô = poder público

    E, como todo respeito, insistir em soluções que utilizem a linha 2 é, no mínimo, desconhecimento da ocupação desta em horários de pico. Sardinhas em lata estão em melhor condições que os usuários da linha 2. Isso quando o ar-condicionado não está desligado/quebrado.

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    1. Essa informação IMPORTANTÍSSIMA a Assape não coloca em suas revistas, pois preferem se ocupar e ocupar páginas com inverdades sobre o projeto de reestruturação dos moradores...

      A Assape sempre perdendo oportunidades de ganhar pontos com os associados...

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    2. José Roberto Pires1 de março de 2013 15:36

      Sobre o transporte lagunar, gostei da informação de que será uma iniciativa do poder público.

      Mas creio que se a Assape e os demais interessados não se envolverem no projeto, nada sairá.

      Portanto, permaneço com minha expectativa que a Assape não descuide e não deixe essa questão se perder no esquecimento.

      Sobre o metrô Linha 2, concordo com as colocações. Mas melhorou muito com os novos trens. Quem pode evitar os horários entre 7/9 da manhã e 5/7 da noite consegue pegar o trem sem tanto desconforto. Mas mesmo com o desconforto, acho que a solução não deve ser desprezada por ser, sem dúvida, o mais rápido e confiável jeito de chegar no centro em menos de 1 hora nos dias de trânsito infernal.

      José Roberto Pires

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  13. Concordo que com o advento do metrô do Jardim oceânico, poderemos ter várias alternativas, desde termos apenas ônibus que nos levem até tal estação, como também o transporte lagunar.

    Contudo, é fato que tal solução somente ocorrerá em 2015 ( se tudo der certo). Por esta razão, é importante que tenhamos transporte para o Centro/Zona Sul enquanto o metrô não chega.

    Hoje somos 4000 unidades ocupadas,15000 moradores, aproximadamente. Temos apenas duas entradas e saídas para o Península e uma rua de acesso ( atrás do Barrashopping). Imaginem o caos que será a entrada do península quando todas as mais de 6000 unidades tiverem sido entregues!!!!

    O ônibus para o Centro / Zona Sul não é só um benefício para os seus usuários. Todos se beneficirão, uma vez que os acessos ao nosso condomínio terão menos carros trafegando. Quem é contra esse tipo de transporte porque não usa, pense que poderá se beneficiar pelo fato de que as filas para a entrada no condomínio e os engarrafamentos diminuirão... Além disso, o meio ambiente também agradece!

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  14. Meu querido amigo Pedro!

    Como eu preparei uma apresentação para o dia da reuniao e não permitiram que ela fosse divulgada no dia, eu lhe peço que publique em seu Blog, com a intenção isenta de dar continuiade, democratica, ao proceso de esclarecimento de todos sobre os possiveis problemas e sugestoes sobre o assunto transporte na Peninsula! CERTO DE SUA ATENÇÃO AGRADEÇO ANTECIPADAMENTE!
    Gilson P. Nunes
    Texto completo está em
    https://docs.google.com/file/d/0B4rRtI0zYBGURkdwZjN4NlNVQ3c/edit?usp=sharing

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