segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Anônimos, semi-anônimos e caixa preta


Se a Assape aderisse à transparência, prevista na Lei Federal 12.527/11, as pessoas também se mostrariam com mais tranquilidade, sem medo de represálias.
Informações negadas a proprietários foram obtidas com tranquilidade em outras associações.

Um comentário do  vizinho Carlos Fialho me levou a escrever a presente postagem.

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A liberdade não pode cair em descrédito.  Você, Carlos,  assina seu nome, e como verifiquei consta dos nossos cadastros. Mas qualquer um pode escrever um nome, no lugar de anônimo e esse nome não ser verdadeiro. Por isso, como quem age de má fé sabe como fazer suas tramoias,  prefiro abrir espaço para qualquer um, inclusive aos que me atacam, que acham mais conveniente preservarem suas identidades.

Se os comentários resvalarem para ataques pessoais, eu suprimo, como aconteceu num que fazia referência jocosa sobre uma pessoa da Assape. Só deixo à vista os ataques pessoais contra mim, por que quem não deve não teme  e quando a afirmação é infundada ela se volta contra quem a postou. Percorra a lista de comentários e verá gente dizendo até que estou sendo "assediado pelas empresas de ônibus".

Se você participou de mudanças na Assape, saiba que já não existem mais aquelas comissões de moradores que o Sérgio Lopes, então vice-presidente, estimulava. Agora é um coordenador absoluto em cada área.

E você não consegue saber de nada. Eu, que até dias atrás fui suplente do Conselho Fiscal, não pude ter a cópia do suposto parecer desse Conselho sobre a necessidade de recorrer ao Fundo de Reserva. No máximo, copiei um ofício  do presidente do CF, concordando com a Assembléia, o que não é um parecer.
E como você deve saber, a leitura dos pareceres dos Conselhos de Representantes e Fiscal na Assembléia Geral Extraordinária eram exigências estatutárias para a diretoria da Assape recorrer ao dinheiro do Fundo de Reserva.

Ao contrário do que você diz, essa liberdade assegurada no nosso blog vai fazer a Assape cair na real. Sobre aquela placa abusiva de proibições em excesso, que agride também ao português, já apareceu um anônimo, provavelmente ligado aos cabeças da Assape, para dizer que as proibições são temporárias.

Dentro de um mês, farei 70 anos. Passei por várias momentos em nosso país, como jornalista que sou,  desde 1961. Nenhum foi tão benéfico como hoje, quando uma Lei obriga todos os governos a prestar informações, inclusive dos salários dos funcionários. E ninguém está a salvo de questionamentos, nem mesmo uma grande amiga do ex-presidente.
Você que defende os controladores Assape, uma sociedade única,  que nos obriga a ser contribuintes,  já na escritura de compra e venda, ao arrepio do artigo 5º da Constituição Federal e da Lei Federal 8078/90,  bem que poderia convencê-los a aderir à transparência como prescrito na Lei Federal Nº 12.527, de 18 de novembro de 2011. Se isso acontecesse, com certeza, teríamos mais gente se identificando e menos anônimos. Pois o exemplo viria da própria associação
Espero que você reflita sobre esse ambiente desconfortável para todos nós, moradores da Península. A Assape teria que ser dos moradores, seus contribuintes compulsórios, e precisava ser mais transparente, evitando que as queixas e divergências sejam mantidas desnecessariamente com a proteção das identidades, também sem a transparência desejada. 

6 comentários:

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