sábado, 23 de março de 2013

Uma pedra no caminho

Interpretação polêmica e intempestiva  do estatuto pode frustrar tudo o que se fez para otimizar sistema de transportes

Mesmo no auge dos 70 não estamos imunes às ilusões. Antes, pelo contrário. A tirar por mim, sempre metido a conhecer as pessoas mais da conta, a radiografar seus recônditos, a inevitável regressão à infância acaba produzindo idealizações pueris como se o mundo tivesse as cores vivas dos contos de fadas que nos arrebatavam com a carga de sonhos a plenos vapores.

Ter ilusão é um  carma da natureza humana. Desde os primeiros fios de barba eu percebi que as relações entre as pessoas são em pelo menos quatro dimensões. Não somos dois que nos amamos. Somos quatro, no mínimo: eu, você a pessoa que eu idealizo em você e a pessoa que você vê em mim.

O entendimento da natureza humana é mais complicado ainda por uma volúpia de instabilidade que nos possui secretamente.  Uma pessoa não é, uma pessoa está. Só o domínio exacerbado do ego sobre o id, pelo imperativo premente do princípio da realidade, impõe regras aos impulsos e aos sentimentos. Não fosse assim, o mundo já estava de pernas pro ar.

Mas eu já me acostumei a bruscas e surpreendentes mudanças de temperatura e variações radicais de atitudes entre pessoas que costuram seus passos e seus pensamentos sem a convicção que o âmago semeia. Desgraçadamente é cada vez maior a avalanche da incoerência, da hipocrisia e da perfídia. Uma fraqueza crônica deplorável.

Meu pai, que vi pouco, mas senti muito, era agricultor. Vivia da Castanhinha para o Riacho dos Bois, tentando agir com valores morais naturais, não pervertidos pelo império das conveniências.

Ele, que já não tinha uma boa vista e provavelmente ficara no ABC e na tabuada, orgulhava-se da PALAVRA DE HOMEM. Não carecia do escrito para valer. O dito era o suficiente.  E nunca resvalava para o não dito, em hipótese alguma. Nem que ficasse no prejuízo. Nem que a porca torcesse o rabo.

Era do tempo em que os ventos não conseguiam levar as palavras, por mais que as açoitassem e tentassem varrê-las. Naquela infância campestre tinha por maior gozo postar-me junto à sua cadeira de balanço, diante de uma sabedoria própria dos homens da terra  - era a sabedoria do velho Doca, a maior herança que ele nos deixou.  

Por longo tempo pensei que o mundo seria parecido com aquele da cadeira de balanço. Se não fosse assim, dizia na puberdade inocente, não seríamos seres humanos; seríamos ratos, seríamos desprezíveis cavaleiros do apocalipse.

O tempo foi me destituindo dessa expectativa, mas aí eu me deparei com uma outra verdade singela e vigorosa: ninguém é igual a ninguém.  Podia ter uma penca de canalhas, mas os do bem sobreviveriam impávidos, encontrariam se lugar ao sol e sairiam vencedores ao fim, ao cabo.

É nisso que chegamos hoje. O ser humano em si pode ser bom e pode ser mau. Pode estar num momento generoso e pode transmudar-se de repente num monstro desalmado. Paira então em compensação uma verdade terrível, mas indiscutivelmente incontestável, base de uma certa filosofia: o homem não move a terra; a terra é que lhe dita os passos.

A desfeita de uma notícia sórdida

Recorro a todo esse aprendizado na tristeza de uma notícia sórdida: tudo o que se combinou na memorável reunião do dia 21 de fevereiro próximo passado aqui na Península não passava de um embuste. Não era pra valer. Não respeitava nem a palavra dada, nem a escrita, nem as imagens gravadas.
Naquela quinta-feira abafada, dia de São Pedro Damião, eu tive e sensação pueril do meio caminho andado. Porque há um clamor que envolve corações ardentes, pugnas pungentes, todo um arrazoado cristalino e consistente sobre a imperiosa necessidade de que ofereçamos à vizinhança fraterna um sistema de transporte condizente com nosso apreço à natureza e nosso amor à própria vida. 

Que os instrumentalize de meios para se deslocarem com conforto e segurança ao labor, por si exigente e estressante, no que não estamos sendo nada originais. É o comum no nosso entorno e seria uma pretensão arrogante inferir que só nós estaríamos certos na preservação desse faz de conta oneroso  dos micro-destinos inúteis, que insulta à inteligência e ofende o raciocínio.

Naquela que foi a maior reunião já realizada na Assape aprovamos a escolha de 4 conselheiros para produzir os estudos técnicos de racionalização do sistema, acreditando que os únicos óbices estariam na engenharia necessária a fim de que a conquista amadurecida por tantos e tantos pleitos se viabilizasse como um ganho para todos.

A proposta desse grupo partiu da própria diretoria da Assape, ganhou a chancela do Conselho e mereceu a aprovação quase unânime dos moradores reunidos num confortável auditório, quando falou quem quis, concordou quem quis, discordou quem quis, num momento raro de encontro da Assape com as  práticas de uma sociedade democrática.

O artifício do estatuto mal lido

A impressão que tivemos foi a da interpretação teleológica do Estatuto, que já é objeto da condescendência nossa, ao desprezar acertadamente a limitação do parágrafo primeiro do seu artigo 49, segundo a qual o uso dos transportes seria privativo dos moradores, o que deixaria esses ônibus luxuosos vazios, como comprovam os números: das cerca de 10 mil carteirinhas expedidas pela Assape, 8 mil e 500 são para empregados.
Quer dizer: tanto o grupo dos 4 conselheiros como os demais interessados queimaram a mufa até agora acreditando no óbvio: em nenhum dos dois parágrafos referentes se estabelece um limite territorial, geográfico, de bairro, de redondeza, de proximidade.  Diz-se apenas o sistema circular e qualquer um sabe que isso significa um modo de operar e não a definição do alance de itinerários.

No entanto, para sentir ainda mais a falta que  fazem o velho Doca e os homens de palavra como ele, fiquei sabendo que agora querem voltar atrás e deixar o dito pelo não dito, com a utilização de um parecer  ainda sem assinatura, mas que seria dos advogados da Assape, segundo o qual não adianta equacionar a engenharia do sistema: para qualquer alteração de itinerário, o parecer impõe a reforma  prévia do estatuto, e como este está amarrado a um poder de veto da Carvalho Hosken, principal adversária da mudança,  estar-se-á cristalizando o mais  pérfido golpe em tudo o que foi feito, num desrespeito vil a pessoas que se dedicaram de corpo e alma aos estudos de uma alternativa plausível para todos.

Indignação pode chegar à  Carvalho Hosken

Essa trava indigesta pode ensejar todo tipo de reação. Há quem fale até em pleitear a desfiliação da Assape, como aconteceu com os condôminos do Way Officce.

Mas há também quem imagine uma manifestação na porta da Carvalho Hosken, onde, aliás, está formalmente sediada a Assape.  A idéia é só sair de lá depois de falar com o próprio Carlos de Carvalho, que ouviria pessoalmente as razões do projeto de racionalização do sistema de transporte.

Além disso, já se cogita de uma batalha através das redes sociais, das cartas dos leitores dos jornais, de programas de televisão e rádio que tornariam toda essa manobra desleal do conhecimento do público, particularmente dos potenciais clientes de empreendimentos futuros.

Nenhuma das respostas pensadas no calor da noite seria aconselhável, mas é muito difícil conter a indignação de quem se viu logrado, enganado e traído como se fosse um bando moleques sem qualquer consideração.

51 comentários:

  1. Pedro, de fato muito decepcionantes estas conclusões. Parece realmente que estamos entre moleques ou pessoas totalmente despreparadas ou que ainda sentem-se donas do pedaço. Acho que sim, devemos divulgar mais amplamente o que se passa neste feudo do século XXI. Temos mantido com nossas contribuições uma Associação chamada ASSAPE que com os recursos arrecadados mantém além das áreas internas, também as que estão no entorno do condomínio, nas vias de acesso. Mas até hoje as placas mencionam que a manutenção das mesmas seria ainda uma benese do nosso senhor feudal. Já repararam?

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  2. Pedro, de fato muito decepcionantes estas conclusões. Parece realmente que estamos entre moleques ou pessoas totalmente despreparadas ou que ainda sentem-se donas do pedaço. Acho que sim, devemos divulgar mais amplamente o que se passa neste feudo do século XXI. Temos mantido com nossas contribuições uma Associação chamada ASSAPE que com os recursos arrecadados mantém além das áreas internas, também as que estão no entorno do condomínio, nas vias de acesso. Mas até hoje as placas mencionam que a manutenção das mesmas seria ainda uma benese do nosso senhor feudal. Já repararam?

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    1. ô cara pálida!!! a manutenção do nosso entorno não é privilégio nosso não!!! vc sabia que o O2, a tok stok, e antes de fechar as portas até a estácio de sá participam dessa manutenção dos jardins??? vários outros condominios da barra fazem isso e sabe pq? pq essa maravilha que é nossa cidade e sua prefeitura são incapazes de manter nossos jardins e vias de acesso por incompetência, desleixo e outras coisinhas mais...

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    2. O Poder de veto da Carvalho Hosken... se é que existe é manifestamente inconstitucional. Quem foi o "jurista" que redigiu esta excrecência.

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    3. Inconstitucional... é mesmo??? e como fica o poder de veto da Dilma? tbm é inconstitucional? explica ai vai!!!rsrsrssr

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    4. Prezado cara Anônima, você não entendeu. Temos sim que colaborar com a manutenção do entorno do nosso bairro, mas fazendo a propaganda de que hoje paga por ela, que somos nós, moradores da Península, representados hoje pela ASSAPE.

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  3. Pedro,

    Parabéns pelo texto. Também como com o seu, aprendi com meu pai o que é ser homem. Não precisei de nenhum curso de MBA e nem do parecer de um advogado para cumprir o que combinei. Com ele aprendi que um negócio só é bom quando é bom para ambos os lados. Há que se respeitar as diferenças, as minorias e seus direitos.
    Sem querer desrespeitar o sofrimento de um povo, estamos re-editando no seculo XXI as mesmas condições que permitiram a um tirano um dos maiores flagelos da humanidade que foi o holocausto de judeus na 2 guerra mundial. Com o apoio ou indiferença confortável da maior parte da população alemã, os nazistas tiveram campo para cometer toda a sorte de atrocidades. Os tempos são outros mas a alma humana não.

    Luiz Anesio - Style

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    1. Credo!!! querer comparar o holocausto a essa situação demonstra sua total falta de discernimento e desrespeito ao real sofrimento de toda uma população!!! imagina que a questão dos transportes agora virou caso de vida ou morte...fala sério!!!

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    2. Cruzes!!! Você não entendeu a idéia.
      Você além de burrinho, chato, deve ser alguém com interesses ligados a Assape.
      Caí fora.Cresce.
      Fica postando replicas idiotas.
      Pode escrever o que quiser mas o que vem de baixo não me atinge...nem formigueiro rsrsrs

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  4. O artigo 5. inciso XX da Constituição Federal dispõe que:

    XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;

    E o Supremo Tribunal Federal já se manifestou inúmeras vezes, declarando que ninguém é obrigado a se manter associado.

    Portanto, o pleito de desfiliação é legítimo!




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    1. Caro anônimo,

      Acho que chegou a hora de parar de ameaçar e fazer de fato o que achas justo...se não te encaixarás naqueles dois ditados: "cão que muito ladra, não morde" ou então "os cães ladram e a caravana passa"...rsrs

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    2. Prezado Pedro Porfirio,
      Estou muito triste em morar numa comunidade em que vivem pessoas egoístas e outras que usam o poder para destruir os mais fracos.
      Quando vim morar com a minha família na Península, nós acreditávamos que seria uma comunidade aberta, educada, coerente, gentil e unida nos mesmos propósitos.
      Hoje devo dizer que eu e minha família estamos tristes e decepcionados.

      Prezados anônimos, o que realmente falta nos mais fracos é AÇÃO!

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    3. Ação e dinheiro!!!!rs

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    4. Logo vi, bobalhão. Você é o que escreve, um perfeito idiota metido a ser o que não é.

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    5. ahaaah....a carapuça serviu é???pra mim quem não tem competência não se estabelece...se o cara se acha injustiçado só tem um caminho... a justiça!!! a lei não foi feita pra cachorro, logo eu concluo que se o cara não toma as providências que acha cabíveis é porque tá faltando dinheiro...simples assim!!!!rs

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  5. Prezado Pedro,
    Fico estarrecida com essa notícia. Ainda assim tenho esperanças que sejamos atendidos pela ASSAPE já que a função dela é servir aos moradores e tornar o condomínio mais agradável,seguro, prático, limpo e bem cuidado.Não faria sentido "desvalorizar" um empreendimento tão grande e de sucesso em uma disputa menor e sem custos.
    O Sr.Carlos Carvalho com certeza colocaria esse assunto nos eixos. Apoio o contato preferencialmente direto! Abs

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    1. Ai, santa inocência!!!! em que mundo vc vive hein....minha senhora?! Carlos de Carvalho é o mentor intelectual de tudo que diz respeito a Península e seus 3 filhinhos, classe AAA moram aqui!!!!sinto lhe informar mas acho que quem está no lugar errado é vc!!!!!ahahah

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    2. Olha o idiotinha aí de novo!
      Você fica se divertindo com pessoas sérias e eu com você.....rsrsrsrs
      Kkkkkkkkkkkkk

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    3. Não sei porque, mas já reparei que quando faltam argumentos e a verdade cala profundo, as pessoas partem para ofensa pessoal!!!!kkkkkkk

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    2. Por favor, usem o blog com toda a liberdade, mas não partam para ofensas pessoais. Tive de remover dois comentários que só servem para acirrar os ânimos pessoais.

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  7. Tenho uma duvida. Se nao pagar a taxa da assape, estarei fazendo algo ilegal?

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    1. Se vc não pagar eles vão cobrar judicialmente. Se vc ganhar a causa significa q seu ato foi legal e por isso reconhecido perante a justiça. Se vc perder, vc arcará com todas as despesas judiciais, do seu advogado, a sucumbência (honorários do outro advogado) e mais mora, juros e possivelmente multas por inadimplência. Consulte um bom advogado para não entrar numa furada e ter mais prejuizos!!! cuidado com certos conselhos de gente que tá afim de badernar para ver seus interesses particulares prevalecerem.

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    2. Há moradores da Península que não pagam a taxa da ASSAPE, amparados por decisão judicial (até agora, foram poucos que ingressaram judicialmente).
      É inconstitucional a associação compulsória! Quem entra judicialmente ganha. Se algum dia o entendimento judicial mudar, o máximo que poderá acontecer é o morador não ter direito à utilização do transporte e à reserva das áreas comuns (quadra de tênis, futebol..).
      Não é interessante para nós que isso seja divulgado (e a ASSAPE não divulga isso), pois precisamos do recolhimento dessa contribuição para manter a qualidade dos espaços e a manutenção dos serviços.
      Porém, se a intransigência de poucos, que se manifestam contra a indiscutível necessidade de melhoria do transporte da Península, persistir, não nos restará outa alternativa.

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    3. Caro anônimo,

      Nunca soube que alguém tenha entrado judicialmente, que tenha ganho a causa e por conseguinte não esteja contribuindo. Fui na última reunião da ASSAPE e que me consta a única inadimplência que há é a do comercial PenínsulaWay offices. Vc por gentileza poderia citar quais seriam esses condomínios ou condôminos que não pagam a taxa amparados por decisão judicial?!

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  8. Duas coisas

    A Assape só existe pq arrecada mais de um milhao por mês. Um pequeno desfalque de 30 mil pela desassociacao do Way fez um estrago de 350 mil no fundo de reserva. Entao imaginem o que podera acontecer se mais um ou dois condominios se desassociarem? Vao começar a usar o fundo até esgotá-lo. E quanto mais moradores e condominios se desassociarem, menor será a arrecadacao ordinaria e a capacidade de contornar o deficit.

    Segundo que se nao reformularem rápido o transporte todo de modo atender a todos, moradores, empregados, será certa a entrada de linhas urbanas e com elas as vans, trazendo um inferno de desordem e inseguranca pra dentro da peninsula. Isso sim será a falência do bairro conceito chamado peninsula.

    É bom o Seu Carvalho abrir bem os olhos e repensar seu ponto de vista, pois corre o risco de ter que abrir seu cofre pra sustentar sua utopia, se nao ouvir os moradores.

    E quem sabe seus conselheiros leoes de chacara nao o ajudam a custear seu sonho...

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    1. Ahahaa.... entrada de linhas urbanas dentro da península? isso sim que é utopia!!!! O seu Carvalho é o dono da barra! aqui só fazem o que a Carvalho Hosken quer. Ninguém ousaria "desobedecê-lo". Vcs ainda não entenderam o poder que eles têm???!!!!rs

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    2. Ou vc morre de medo ou é empregado dele, né o babaca? Dá pena ver alguém pensando assim

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    3. ou deve ser um daqueles conselheiros baba-ovo, kkkkkkkkk. otário!

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  9. Então responda-me uma coisa: quem dá mais votos para o prefeito? O Seu Carvalho ou os mais de 8 mil empregados que trabalham diariamente na península??? Político vende a alma por voto, meu amigo. E mais, chove empreiteiros dispostos a financiar suas campanhas. Seu Carvalho não é o dono do mundo, muito menos da Barra...

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    1. Tá por fora hein cara!!!! e pro seu governo não sou nem empregado e nem puxa-saco do CH...só escrevi o qq um otário sabe e que vc não sabe que, quem manda aqui na barra é ele sim ou vc acha que é só coincidência ele ser premiado todos os anos como empreendedor do ano aqui da barra?!!! se liga cara...quem banca as eleições é o empresariado..se o cara não tiver cacife ou quem o banque para custear toda a campanha...não há votos!!!! bem que se vê que de política vc não saca nada!!!!rs agora só mais uma coisinha...não baixa o nível , tá? eu não ofendi ninguém e nem usei palavras de baixo calão...meu papo é de alto nível...se vc não tem gabarito pra isso fique na sua....rs

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  10. Meu amigo, creio q vc confundiu as postagens e misturou tudo. Eu falei das eleicoes e em nenhum momento proferi ofensas, portanto tenha o sr mais cuidado com suas palavras. Quanto ao poder, manda mais quem paga mais. É a grana que manda. E politico nenhum troca o apoio de um por milhares de votos. Financiadores há aos montes. Quem hoje ta em cima, amanhã pode estar em baixa.

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    1. Aconselho ao senhor Pedro Porfírio dar uma voltinha nesse ônibus luxuoso que ele tanto fala. Mais especificamente ir no sentido Via Parque as 7 horas da manhã de um dia de semana e voltar (talvez nos encontremos). Para a maioria de vocês que nunca fizeram isso, só nessa voltinha vai encontrar com por volta de 60, 80 pessoas que vem trabalhar todos os dias aqui no "feudo". Como ficam essas pessoas ? Ah... Claro... Isso não está no estatuto, elas que se lixem para chegar até aqui e por exemplo tomar conta de um filho de vocês... Que andem 5, 6 km ... Que antes de entrar no "feudo" passem por locais desertos e sem sinalização. Eu concordo com o senhor Porfírio. É uma ofença sustentarmos isso. Mas se cada um que contratasse alguém para algum serviço se responsabilizasse pelo transporte dessa alma até o porta de sua casa, não estaríamos nessa discussão que provavelmente não vai a lugar algum. Melhor não jogar pedra porque o telhado é de vidro.
      Enquanto não houver linhas de ônibus passando pelo menos na entrada, pavimentação, sinalização e iluminação decente no entorno do península eu temo pela segurança dessas 8000 pessoas. A assape deve cobrar da prefeitura essas melhorias ou continuemos com o estilo "feudo" que agrada tanto a nobreza

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    2. Não entendi. O autor do comentário acima primeiro o postou como REPORTER NO LOCAL. Depois, o suprimiu e o postou novamente, dez minutos depois, como ANÔNIMO. Realmente, repito, não entendi.
      Só gostaria de advertir que toda e qualquer mensagem postada aqui vai para um certo lugar e fica armazenada, mesmo que seja excluída.
      Portanto, quem que ser ANÔNIMO que seja de nascença. Se carregar nas tintas em nível pessoal, eu tenho como excluir. Se alguém se sentir ofendido, por me escrever direto para o e-mail.
      Já suprimi comentário a pedido de quem o considerou "racista".

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  12. Informo ao anonimo acima que OFENSA se escreve com "S" e não com "Ç". Aho até que sei quem escreveu OFENÇA e não OFENSA. Mas deixo que os demais descubram. Quanto ao que o Porfírio escreveu, ele não disse que queria tirar o transporte dos empregados, mas defende o uso de ônibus condizente com o trajeto, com está nos projetos apresentados.

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    1. Ahhh...eu não consegui descobrir quem foi que escreveu ofensa com Ç . Conta ai vai???? quem sabe não foi um dos "servos" que atendem ao nosso "feudo"!!!!rsrsrsrs

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  13. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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    1. Este comentário foi removido por OFENSA pessoal.

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  14. MIL VEZES NINGUEM INVESTIGA O LIFE, LA É UM COVIO DE LADROES E QUADRILHA , ROUBAM NOSSOS APTOS E NADA, JA DENUNCIEI VARIAS VEZES E NADA, COMECÇA PELA ADMINISTRADORA TATIANA, UMA ESTRONZA. INVENTIGEM

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  15. covio,estronza!!! o que é isso???? será que esta foi uma daquelas redações que tirou 1000 no ENEM????!!!!rsrs

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    1. Tirei o momento para me divertir com você,cara.
      Vc deve ser, com certeza, alguém ligado ao CH ou se não for o próprio rindo bastante.
      Aqui está tão bom, a repercussão de tudo tão favorável, que está vendo pacas!!!
      Continue assim, vc é o palhaço da vez.

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    2. então somos dois!!!rs

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  16. Caro Porfírio,

    A quantas anda os estudos para implantação do transporte para o centro e zona sul?
    Tens notícias?
    Abraço.
    Jorge Rocha

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