segunda-feira, 7 de julho de 2014

Mulheres estão comprando imóveis cada vez mais e pesam nos financiamentos da Caixa

Ao compor renda com marido na compra ou financiando sozinha, mulher encabeça boa parte dos contratos imobiliários.












 





CRISTIANE CAMPOS
Rio - Cresce a participação das mulheres na compra de imóveis. Seja compondo renda com marido, familiares ou comprando sozinhas, elas já representam 37% dos contratos de financiamento da Caixa Econômica Federal.“Esse percentual vem se mantendo ao longo dos anos, principalmente quando falamos da mulher que compra sozinha. Agora, o que chama a atenção e que já é alvo de estudos na Caixa é a participação delas na composição de renda com o marido, pois, no passado, o homem mesmo casado só usava a renda dele no contrato”, ressalta José Domingos Martins, superintendente da Caixa no Rio.

As mulheres são responsáveis atualmente por 37% dos contratos de  financiamento
  da Caixa Econômica Federal

A tendência também é vista na CrediPronto, braço da Lopes Imobiliária. “Notamos que a participação da mulher como tomadora do financiamento imobiliário tem aumentado a cada ano. No primeiro semestre deste ano chegou a 34,8% dos nossos clientes, enquanto que em 2013 essa participação foi de 31,4%”, diz Bruno Gama, diretor da CrediPronto.
De olho nesta tendência, construtoras investem cada vez mais em ambientes destinados a elas, como salão de beleza, massagem, spa e espaço de dança, entre outros. “A mulher sempre teve poder de decisão grande na compra do imóvel. Natural que as empresas dediquem espaços só para elas. Segmentar a área de lazer já é realidade no mercado imobiliário”, comenta Fellipe Pedro, sócio da Minha Comunicação.
Nos empreendimentos da RJZ Cyrela e da Living, por exemplo, é possível encontrar opções para elas. “As áreas de lazer são pensadas para o bem estar da família como um todo, mas sem, dúvida, itens como spa, fitness e solarium fazem muito sucesso entre elas”, afirma Rogério Jonas Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela.
No Hype Apartments, da Fmac em Botafogo, elas contarão com espaço para massagens, além de hidromassagem. O conceito de bem-estar estará presente no Damai, da Brookfield, no Recreio. Serão opções como fitness, pilates, massagem e ioga, banhos (ofurô e banheira), duchas cromoterápicas e saunas seca e a vapor.

Pensando no dia a dia corrido das mulheres modernas, que acumulam funções, a Labes Melo vai construir no Wave Reserva um ambiente com atividades exclusivas para elas. A Leduca também contempla o público feminino com salão de beleza, academia e spa.Salão de beleza e closet para agradar
“Assim, a mulher não precisa sair do condomínio para se cuidar, não perde tempo com deslocamento”, diz Paulo Marques, sócio-diretor da Leduca.
O salão de beleza pode ser encontrado no Maui, da Calçada, no Recreio, e no Bourgogne Résidences Gourmet, da MDL, na Freguesia. Outro diferencial é a chance de ter um closet, sonho de muitas mulheres. É o caso do Bravo Residencial, que está na fase de pré-lançamento da Caetano Belloni, em Campo Grande.
“No apartamento decorado damos sugestões de como montar o closet. Teremos sauna com repouso e hidro”, conta Guilherme Belloni, gerente de Incorporação.

Principal objetivo das mulheres ao investir é comprar e reformar imóvel




SÃO PAULO – O principal objetivo das brasileiras com investimentos de longo prazo é a compra ou reforma do imóvel, apontou uma pesquisa realizada pela Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado. A resposta foi dada por 32% das mais de 2 mil mulheres contatadas.

De acordo com os dados, 26% das brasileiras não têm um objetivo específico para o investimento de longo prazo, enquanto 9% pensam na aposentadoria, mesma proporção daquelas que pensam em usar esses recursos para ter filhos ou terminar de criá-los até a faculdade.

Outros objetivos para o investimento de longo prazo apontados pelas mulheres foram comprar um automóvel (7% das respostas), fazer uma grande viagem de lazer (6%), fazer um curso (3%) e comprar uma roupa ou acessório (1%).
Os dados mostraram que as paulistanas estão mais preocupadas em comprar e reformar o imóvel, com 38% delas que deram essa resposta, contra 27% das cariocas. O motivo é mais forte entre as brasileiras com até 30 anos, sendo que 38% apontaram este motivo para investir no longo prazo.

Parceiros
Quando o assunto é poupança e investimento, a maioria das mulheres comprometidas conversa e toma decisões junto com o parceiro. Outras 44% investem separadamente, 3% deixam o assunto nas mãos deles e 2% decidem sozinhas os investimentos do casal.

As solteiras e separadas não sofrem influências de outras pessoas, sendo que 60% e 81% delas, respectivamente, escolhem individualmente como poupar e investir.

Entre as mulheres que não têm um relacionamento estável, 37% acreditam que o parceiro teria pouca ou nenhuma influência nas suas decisões de poupança e investimento.

Gasto das mulheres
A pesquisa questionou as mulheres sobre quais os gastos evitáveis e opcionais que mais consumiam seu dinheiro e 26% delas apontaram moda (roupas, sapatos e acessórios).

Em segundo lugar, estão as saídas para bares, restaurantes e danceterias, com 20% das respostas, seguidas de casa (reforma, decoração), com 17% das respostas, e beleza (cabeleireiro, salão de beleza), com 11%.

Por faixa etária, as mulheres com até 25 anos de idade possuem os itens de moda como principal gasto, com 34% delas que deram essa resposta. Já as mulheres entre 26 e 30 anos estão divididas entre moda e saídas.

As brasileiras acima de 30 anos gastam mais com produtos e serviços para a casa, que representam 24% de seus gastos evitáveis.
SÃO PAULO – O principal objetivo das brasileiras com investimentos de longo prazo é a compra ou reforma do imóvel, apontou uma pesquisa realizada pela Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado. A resposta foi dada por 32% das mais de 2 mil mulheres contatadas.

De acordo com os dados, 26% das brasileiras não têm um objetivo específico para o investimento de longo prazo, enquanto 9% pensam na aposentadoria, mesma proporção daquelas que pensam em usar esses recursos para ter filhos ou terminar de criá-los até a faculdade.

Outros objetivos para o investimento de longo prazo apontados pelas mulheres foram comprar um automóvel (7% das respostas), fazer uma grande viagem de lazer (6%), fazer um curso (3%) e comprar uma roupa ou acessório (1%).
Os dados mostraram que as paulistanas estão mais preocupadas em comprar e reformar o imóvel, com 38% delas que deram essa resposta, contra 27% das cariocas. O motivo é mais forte entre as brasileiras com até 30 anos, sendo que 38% apontaram este motivo para investir no longo prazo.

Parceiros
Quando o assunto é poupança e investimento, a maioria das mulheres comprometidas conversa e toma decisões junto com o parceiro. Outras 44% investem separadamente, 3% deixam o assunto nas mãos deles e 2% decidem sozinhas os investimentos do casal.

As solteiras e separadas não sofrem influências de outras pessoas, sendo que 60% e 81% delas, respectivamente, escolhem individualmente como poupar e investir.

Entre as mulheres que não têm um relacionamento estável, 37% acreditam que o parceiro teria pouca ou nenhuma influência nas suas decisões de poupança e investimento.

Gasto das mulheres
A pesquisa questionou as mulheres sobre quais os gastos evitáveis e opcionais que mais consumiam seu dinheiro e 26% delas apontaram moda (roupas, sapatos e acessórios).

Em segundo lugar, estão as saídas para bares, restaurantes e danceterias, com 20% das respostas, seguidas de casa (reforma, decoração), com 17% das respostas, e beleza (cabeleireiro, salão de beleza), com 11%.

Por faixa etária, as mulheres com até 25 anos de idade possuem os itens de moda como principal gasto, com 34% delas que deram essa resposta. Já as mulheres entre 26 e 30 anos estão divididas entre moda e saídas.

As brasileiras acima de 30 anos gastam mais com produtos e serviços para a casa, que representam 24% de seus gastos evitáveis.

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